Cliquem aqui, http://radiovitrolaonline.com.br/, acionem a Rádio Vitrola, minimizem e naveguem suavemente sem comerciais.

.- A ÁRVORE QUE O SÁBIO VÊ, NÃO É A MESMA ÁRVORE QUE O TOLO VÊ! William Blake, londrino, 1800.

sábado, 31 de março de 2012

Lutherapia

E olhe que os caras são argentinos... 

A propósito, se o seu espanhol não é lá essas coisas, espere pela parte musical ß ela que é genial.

Edgard.


Obrigado Edgard.

Páscoa 2013

Este filmete está escondidinho no bloguito para que os parentes e amigos que estão distantes possam vê-lo.
Favor não divulgarem o link. Obrigado.
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"OTORIDADES"; deixem o Sebastião trabalhar em paz


Estão lembrados do post sob o título supra da semana passada?

Pois é, o Sebastião apelou para o jeitinho, a criatividade do brasileiro e já pode trabalhar com um mínimo de tranquilidade, apesar de "micronésimo" empresário informal. 

Tendo em vista que sua clientela é conhecida e habitual, passou a trabalhar com as portas fechadas. Distribuiu  "SENHA" para seus frequentadores, inclusive a mim, e somente estes terão acesso ao recinto.

Muita gente poderá não acreditar nesta informação, mas é a mais pura realidade.  Ontem à noite lá estivemos, levei dois amigos e o papo correu solto, muito agradável.

Isto é incrível! Autoridades envolvidas em escândalos, com processos tramitando em juízo, tentando impedir cidadão aposentado e de bem, de ter um complementozinho de renda com trabalho duro, até altas horas.

O Sebastião ontem estava tranquilo, feliz da vida, pois encontrou a solução para poder gerar impostos, os quais carrearão aos salários, mais às supostas propinas, de algumas "otoridades" tupiniquins. Sim, o Sebastião compra suas mercadorias nos supermercados da cidade, os quais emitem os cupons fiscais, carregados de uns 40% de incidentes.

Estado democrático de direito é isso aí, o resto é conversa mole pra boi dormir, né não?

Quem sabe, um dia, o Humberto de Alencar retorne em um "cavalo", para nos libertar novamente dos sanguessugas de tudo quanto é espécie.

Prost!


"Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto-sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada".

Ayn Rand



Miserável rebanho! Uns grandes, outros pequenos...

                                  

{...} E viverão em guerra aberta com os animais, escravizando-os e matando-os pelo puro prazer de matar --esquecidos de que eu não criei o prazer de matar por matar.


- Essa inteligência apurará aos extremos a crueldade, a astúcia e a estupidez. Por meio da astúcia se farão eles engenhosos, porque o engenho não passa da astúcia aplicada à mecânica. E à força de engenho submeterão todos os outros animais, e edificarão cidades, e esfuracarão montanhas, e rasgarão istmos, destruirão florestas, captarão fluidos ambientes, domesticarão as ondas hertzianas, descobrirão os raios cósmicos, devassarão o fundo dos mares, roerão as entranhas da terra...




Miserável rebanho! Uns grandes, outros pequenos; estes louros, aqueles negríssimos --nada que recordasse a perfeição somática dos outros viventes, tão iguaizinhos dentro do tipo de cada espécie. Que feia variedade! Ao lado do Apolo, o torto, o capenga, o cambaio, o corcovado, o corcunda, o raquítico, o trôpego, o careteante, o zanaga, o zarolho, o careca, o manco, o cego, o tonto, o surdo, o espingolado, o nanico... 

Caricaturas móveis, com os mais grotescos disparates nas feições, era impossível apanhar-lhes de pronto o tipo-padrão. E Gabriel evocou mentalmente a linda coisa que é um desfile de abelhas ou pingüins, no qual não há um só indivíduo que destoe do padrão comum.

Brava gente brasileira...




sexta-feira, 30 de março de 2012

Tempo, senhor da dor e da transformação


Olá, saudações! 

Como bens sabes, a Quaresma, este peculiar período de reflexão, nos trás momentos de comunhão e de interiorização. Pois, é ela que deverá conduzir nossas Almas à travessia, o transpor, do velho para o novo que nos levará a reafirmação da Antiga Aliança com o Deus que habita nossos corações. 

Para o renascimento, a chamado ressurreição, como queira os cristão. 

E, também, libertação para os povos judeus, crentes das Antigas Tradições! 

De qualquer forma, é uma caminhada...uma jornada de Alma, para os mais sensíveis, despertos à evolução. E, especialmente, para os dispostos à comunhão, independente de crenças ou até mesmo de religião. 

Ao menos esta é minha compreensão, seja verdade ou não! 

Assim, o tempo vai passando em meio a tantas celebrações. Veja você que já estamos perto da grande comemoração do Sábado da Aleluia e do Domingo de Páscoa ou da Divina Confraternização! 

Não importa muito as razões, contanto que seja sempre uma forma de devoção. Aqui, acolá. Nas igrejas, nos templos, nas mesquitas e nas sinagogas, mas sempre de veneração. 

Ainda, de respeito pelo sagrado e por tudo que foge um pouco da racional compreensão, já que tudo que nela se encerra diz muito mais ao coração. 

Minha Alma, já meio antiga pelo passar das idades, traz lembranças dos tempos de criança no interior. Quando a Quaresma, para todos, era um intenso período de respeito e devoção. 

Comer carne, nem pensar. Cantar então, só as mais simples canções que mais lembravam as orações. 

Tudo era quieto, quase parado. Se bem que ao longe, todo mundo ouvia o canto da cigarra, com muita atenção!...Hoje, como já não sou menino, sei que era o período do acasalamento, da procriação. 

E o roxo, esta cor que não me sai da mente desta época de recordação, estava por todos os lugares em que faziam preces e se exaltava o perdão. 

Era esta cor que impedia o olhar da gente de contemplar as imagens dos santos. Menos daquelas que retratavam as significativas passagens da Paixão. 

Mãe dizia, logo cedo quando eu acordava: “Menino cuidado! Não vá pescar no ribeirão, nem ande sozinho pelo mato, em busca de frutas ou de estilingue na mão. Pois, é chegada a hora de muita emoção e das lembranças da dor causada pela Crucificação”. 

Ela insistia, quase todos os dias: - “Cuidado, para não cometer mais pecado! Pois, este mundo danado é feito para a nossa expiação. Aproveita então, menino levado, para se livrar dos erros e fazer caridade de montão”! 

Pobre de mim ou rico de mim, que nasci no meio desta bela tradição? 

Certo é que se aqui cheguei com a Alma rica de lembranças e gratidão, foi por que, quando menino, ainda havia muito respeito por todas as Leis da Criação! 

Carinhoso abraço, com desejos de momentos de Paz e Devoção!


Tempo, senhor da dor e da transformação 

A Terra gira no espaço. 

A Lua se movimenta no céu. 

E o Sol, então, caminha no infinito, lentamente, demarcando as estações. 

É este astro rei que nos dá a vida e carrega consigo todo o nosso sistema, rumo a outras constelações. 

Tudo isto tem haver com a luz, em suas varias manifestações. Especialmente, com a energia, esta força comentada por muitos e justificada por outros, mas ainda sem muitas razoáveis explicações. 

Isto é o Tempo, na minha leiga e simples concepção. 

Tempo danado que, desde sua primeira expressão, vem devorando silenciosamente sua própria criação. 

Mesmo que alguns para ele orem e o julgue aprisionado no passado, em um templo numa afastada região, ele está sempre presente, com suas várias formas de ações. 

Ele não se importa com a energia e a luz. Muito menos com a opinião da gente ou com nossas dores e aflições. 

É impassível, pra não dizer temível. 

Lento, quase sutil. 

Mas, profundamente devastador, causa sempre dolorosa transformação. E, tudo consome, por sua inexorável manifestação. 

Além de nos envelhecer, é ele que permite o isolamento e, normalmente, afasta das pessoas o que lhes são mais caros, mais amados, e de suas belas realizações. 

Oh tempo, danado! Sempre povoando, nossos corações, de inesquecíveis recordações. 

Encontrei, finalmente, uma forma de não sofrer sua ação. Ainda que no universo de minha própria ilusão. 

Aprendi isso com a Lua, rainha da imaginação. 

Pois, basta fechar os olhos, buscar uma melhor forma de concentração, relaxamento e meditação. 

Pronto, você poderoso Cronos, ou Saturno como queiram outros, não pode invadir mais minha solidão, meus sonhos e recordações. 

E, depois, descobri também que pela ação do Sol, este grande e fiel iluminador, podemos todos nos eternizar, bastando para isso nossas obras, sob sua inspiração, realizar. 

Tu mesmo, grande devastador, ao longo de tuas influencias terá, pelas nossas obras, que nos imortalizar. 

(Verão – Quaresma, Guarulhos, 23 de março de 2012 – José Paulo)


Pobre de mim ou rico de mim, que nasci no meio desta bela tradição? 
Sem sombra de dúvida; RICO DE TI!
Abração José Paulo e outra vez, obrigadíssimo.

quinta-feira, 29 de março de 2012

Dr. Alessandro de Souza Lima, juiz da 3ª Vara da Comarca de Pindamonhangaba (SP), criou uma espécie de Poupatempo da Justiça em parceria com a OAB local


O juiz Alessandro de Souza Lima, da 3ª Vara da Comarca de Pindamonhangaba (SP), criou uma espécie de Poupatempo da Justiça em parceria com a OAB local. Trata-se do projeto “OAB Concilia”, inédito no Brasil. A ideia surgiu quando o magistrado foi renovar a sua Carteira Nacional de Habilitação no Poupatempo da cidade e, em apenas trinta minutos, tudo que era necessário foi feito. No dia seguinte o documento já estava pronto.

Lima saiu do local com o pensamento de que o Poder Judiciário tinha que conseguir um procedimento rápido para questões mais simples. O magistrado tem como preocupação “a necessidade de buscar um meio de resgatar a imagem do Poder Judiciário, que virou sinônimo de demora”. O juiz lembra que “essa fama não é de hoje, já no século XVI o jurista inglês Francis Bacon proferiu a seguinte frase ‘se a injustiça da sentença a faz amarga sua demora torna-a azeda’”.

Pensando assim, Alessandro Lima criou o “OAB Concilia” e o submeteu à apreciação do presidente da OAB local, Antônio Aziz Boulos, que aceitou a proposta prontamente e implantou o projeto em junho de 2011, passando a realizar as reuniões de conciliação no prédio da OAB. 

Funcionamento – O procedimento extrajudicial se inicia no momento em que a pessoa comparece na triagem realizada na OAB e solicita a indicação de advogado para representar seus interesses. Verificando a possibilidade de propositura da ação, a pessoa responsável pela triagem designa data e horário para reunião de conciliação, a ser realizada na Casa dos Advogados, saindo o reclamante com uma carta-convite, que ele irá providenciar sua entrega à parte contrária.

A parte contrária ao receber a carta convite, também pode comparecer à OAB para ter um defensor, caso necessário. Na reunião, havendo acordo, os advogados redigem a petição conjunta para homologação do acordo extrajudicial. A petição é distribuída, ouvido o Ministério Público em casos em que for necessária sua intervenção, segue para a sentença homologatória e a expedição imediata da certidão de honorários advocatícios, mandado de averbação e demais documentos necessários. Tudo isso gera um ganho extraordinário de tempo.

O magistrado assegura: “conseguimos algo aparentemente inacreditável e excelente para a imagem do Poder Judiciário, pois os advogados já sabem que todas as ações do projeto protocoladas em um dia, no final da tarde do dia seguinte já estão julgadas, bem como expedido tudo o quanto for necessário para o cumprimento. Eis o “poupatempo” da Justiça!”, completa Lima.

Estatística – A estatística da OAB local já comprova o êxito do projeto. Nos primeiros seis meses de atividade, de julho a dezembro de 2011, foram agendadas 187 reuniões de conciliação, com 162 acordos, 20 ausências e apenas cinco reuniões infrutíferas. Portanto, o índice alcançado foi de 97% de acordos nas reuniões conciliatórias realizadas e o número de acordos só cresce mês a mês. 

Ressalta-se também nesse período foram realizadas somente reuniões na área de família. Entretanto, em virtude do grande sucesso da iniciativa e de pedido dos advogados, em 2012 foram incluídas também as ações cíveis, inclusive as de natureza particular sem assistência judiciária gratuita.

O projeto está possibilitando uma mudança significativa na forma de atuar dos advogados, que passaram a tentar acordo em reuniões prévias na OAB antes de ajuizar a demanda, o que em alguns casos tem evitado até mesmo o ajuizamento de ações desnecessárias. Em decorrência do OAB Concilia, há possibilidade de realização de reuniões na OAB a respeito de processos em andamento, evitando pedir a designação de audiência de conciliação ao juiz.

Centros judiciários – O magistrado salienta que “cuida-se de projeto complementar e que pode coexistir perfeitamente com os Centros Judiciários de Solução de Conflitos e Cidadania, previstos na Resolução nº 125 do Conselho Nacional de Justiça. Isso porque se for ajuizada ação por não ter havido acordo na reunião de conciliação realizada previamente na OAB, nada obsta que seja realizada em juízo audiência de mediação ou conciliação”. 

Foi constatado que o Projeto não causaria prejuízo algum a demandas urgentes. Para dar cumprimento aos processos do “OAB Concilia” foi destacada uma única escrevente, desonerando os demais escreventes desses processos, mas como o cumprimento é tão simplificado a escrevente investe cerca trinta minutos diários para atender à demanda. O magistrado finaliza: “não se pode esquecer ainda que se trata de projeto totalmente gerido e patrocinado pela OAB, havendo custo zero para os cofres do TJSP”. 

A Corregedoria-Geral da Justiça (CGJ) concedeu parecer favorável ao projeto, relatando que a proposta pode vir a ser futuramente um Projeto Piloto da CGJ e determinou que fossem prestadas informações trimestrais sobre os resultados do projeto com a finalidade de implantação futura em outras comarcas do Estado de São Paulo. 



PARAIBUNA - Fazenda da Comadre

Foto do Jouvani -  http://www.jouvanireis.com.br/site/  - Passat 1979 chegando ao local

O passeio organizado pelo CAAT - Clube de Autos Antigos de Taubaté no último domingo já conta com grande gama de ilustrações através de quase 300 fotos, quatro filmetes (mais dois estão em produção) no site do Clube, cujo link está abaixo.

http://www.antigostaubate.com.br/


1º Festival de Antigomobilismo em Caçapava/SP

Caros amigos e associados do CAAT, 

Em primeiro lugar que agradecer a todos que compareceram na Fazenda da Comadre ontem. tivemos o comparecimento de colecionadores de várias cidades e segundo me contaram tinham 88 carros expostos na hora do almoço, num show de modelos, cores e marcas.

Pelo sucesso deste e de outros anos é que nos sentimos motivados a repetir este encontro nos próximos anos. 

Agora alguns avisos:

1) Ônibus para Lindoia dia 29 de Abril. Ainda temos alguns lugares. Só R$ 40,00 por pessoa.

2) Neste fim de semana haverá em Caçapava o "Festival Roberto E. Lee", com uma grande exposição de carros do acervo do antigo museu e também de vários colecionadores que, a partir de sexta feira, deixarão seus carros lá expostos. Terá grande cobertura da imprensa local e também da especializada como a revista Classic Show , que deverá fazer reportagem .

Para os que quiserem expor seus veículos, informo que o local é coberto, fechado e que terá segurança 24 horas. 

Estamos organizando uma grande caravana de carros dos sócios e amigos do CAAT para o domingo, saindo de Taubaté as 09:00 hs, do Posto Alty e indo diretamente para o local do evento, no Centro Cultural de Caçapava. 

Neste dia, domingo, será feita uma homenagem ao CAATpor isso, peço aos que puderem ir, que prestigiem esta solenidade, indo em grande número e com a camisa do clube. 

O CAAT será homenageado pois fomos nós que iniciamos o movimento para a preservação e restauração do que sobrou do acervo de Roberto Lee, o precursor, juntamente com o Sr. Og Pozzoli do antigomobilismos no Brasil. 

Foi a diretoria do CAAT, por exemplo, que fez o levantamento do acervo, nas péssimas condições em que estava guardado no prédio que servia de depósito, com todos os carros imundos, com várias partes e peças roubadas, sem nenhuma estrutura de conservação. Este trabalho de levantamento do acervo, consumiu vários dias de trabalho e compilação de dados, além da feitura do relatório final que serviu de base para o tombamento do que sobrou daquela coleção, outrora maravilhosa, por parte do CONDEPHAAT. 

Resumindo: neste domingo, dia 01, as 09:00 hs no Posto Alty, para irmos até Caçapava, no Festival Roberto E. Lee.
Almoço, opcional, em restaurante na estrada de Caçapava Velha, "Canto Verde", a R$ 30,00 por pessoa.

Segue em anexo a programação e o mapa do local. Os que vierem de S. José e Jacareí, se encontrarão conosco no local. 

Qualquer dúvida entre em contato no 12 9757 5859 

Aldo



Mais um antiguinho roubado


RECEBI DO GLAUCO E REPASSO.

CUIDADO COM SEU VELHINHO. ESTÃO DE OLHO NELE.

ALDO


Marilda Alves Nogueira Fukuciro, faleceu às 18,00hs de ontem

Foto: Perfil News - Correio do Estado/MS

Três pessoas ficaram feridas após um Fiat Punto de Herculândia (SP) bater na traseira de um caminhão Baú Scania com placas de São Paulo (SP) na manhã de hoje (28) na rodovia BR-262, em Três Lagoas (MS). O veículo de passeio era conduzido por Toshio Fukuciro, de 74 anos, e ocupado por duas passageiras, Marilda Alves Nogueira Fukuciro, 67, e Irani Emeb Nogueira de Lima, 72 anos. Eles estavam indo para Campo Grande. 

O Corpo de Bombeiros e o Samu prestaram os primeiros socorros às vítimas que foram encaminhadas ao Hospital Nossa Senhora Auxiliadora. 

A Polícia Rodoviária Federal (PRF) esteve no local do acidente para registrar a ocorrência e sinalizar as duas pistas. O acidente provocou três quilômetros de congestionamento. 


Olá Sergio td. ok. abços a vc e tds amigos e familiares, saudades de tds vcs., Sérgio a Marilda faceleu em torno das 18 horas em Três Lagoas t+, qualquer coisa de um alo ok abços. Edmir.
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Prezado amigo Edmir, mais uma vez muito obrigado por suprir o nosso bloguito com notícias de interesse dos nossos conterrâneos.

Infelizmente, esta  de agora nos traz muita tristeza, terrível acidente envolvendo três amigos de juventude, Toshio, Irani e Marilda, com consequência fatal à última.

 Os três, este teclador e dezenas de amigos, viajávamos na saudosa Jabiraca, dirigida pelo Sr. Bigode, com destino a Tupã, onde estudávamos no Colégio Dom Bosco e Instituto Índia Vanuire.

O Toshio, que acabou por ser Delegado de Polícia de Herculândia, casou-se com a Marilda, irmã do Geraldo Nogueira, saudoso, esposo da Irani.

Nos resta, a solidariedade a todos neste momento de grande aflição e suplicar a compreensão através da mensagem que nos veio, através de Chico Xavier;

quarta-feira, 28 de março de 2012

MILLÔR; até...





terça-feira, 27 de março de 2012

TV BANDVALE cobriu o evento do CAAT no domingo passado



Era uma vez um belo Jeep Willys ano 1955


 Estamos na periferia, um bairro pobre de Pindamonhangaba,  à margem da Rodovia Presidente Dutra, calçadas de terra, casas poucas e sem acabamento, terrenos baldios cheios de mato, etc. e tal. Estão vendo esta minúscula edícula, cuja porta de entrada mede 0,82m x 2,10m?


Vocês imaginam o que pode conter lá dentro? Não? Não acreditarão, porém mostrarei as fotos a seguir. Erguida nos fundos de um terreno, onde tem um minúsculo coberto que abriga uma micro oficina, cujo proprietário, homem trabalhador, labuta diuturnamente para conseguir seu pão de cada dia. Seu e da família.


Claro, informal. Seu sonho é fazer um galpão um pouco maior, com telhas de aço, acertar a papelada para poder trabalhar com absoluta tranquilidade, mas não deu tempo. Os homens da lei, implacáveis, chegaram antes e acabaram com a brincadeira do moço. Fecharam a oficina. E agora José?

                    

Quando o flagraram, estava procedendo à reforma de um Jeep Willys igual  ao desta foto colhida no Google.


Bom, o que ele fez foi juntar os pedaços e acondicioná-los no cômodo supra. Até agora não entendi como conseguiu, sozinho, enfiar tudo lá dentro.







PEDIREI AJUDA AO FILÓSOFO OLAVO DE CARVALHO PARA MANIFESTAR A INDIGNAÇÃO DAS PESSOAS DE BEM DA NOSSA BELÍNDIA.

FALA OLAVO, QUE EU TE ESCUTO;

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REFLEXÃO

(GeraldoMiguel)

26/03/12

Relendo a história de alguns dos maiores empresários do mundo, deparei com um texto do americano David Rockefeller, quando uma de suas empresas foi à falência: “Não me deixo abalar com um desastre. Estou vivo; é o que importa. Para me reerguer preciso de talentos   que se mostrem comprometidos com os meus ideais. Me dêem talentos que reconstruo tudo de novo, e melhor, uma vez que máquinas eu mando buscar na Alemanha, mas talentos não se encontram para comprar. Eles se fazem, acreditam em si mesmos, buscam oportunidades por si e para si, se sentem co-responsáveis pela construção de uma empresa vencedora, pois eles são a própria essência da habilidade de vencer no negócio a que se dedicam...

Colaboradores são, compreensivamente, pilares que encantam, sustentam e perpetuam a ‘frágil’ engrenagem que viabiliza uma Empresa: o cliente e suas rápidas mudanças de interesse. Mas precisam ser competentes, comprometidos, dispostos a mudanças pessoais.
Como escreveu o incomparável poeta clássico Luis Vaz de Camões: “mudam-se os tempos, mudam-se as vontades. Muda-se o ser, muda-se a confiança. Todo o mundo é composto de mudança, tomando sempre novas qualidades”.
Nesse avançar desproporcional da tecnologia e das opções modernas, os clientes também mudaram  suas exigências, seus conhecimentos e suas atitudes. Não é mais um simples receptor. O consumidor se redireciona num simples aceno persuasivo dos concorrentes.        O mercado mudou suas lições; o ser humano mudou seus valores, critérios e confiança em outros seres humanos.  A lei da sobrevivência  tritura os pregadores da acomodação, exige profissionais habilidosos – talvez semelhantes àqueles procurados por Rockefeller, na década de 1950...
Assisto, perplexo, a inúmeras empresas que têm ido à bancarrota, por falta de  compreensão de que o mundo dos negócios oferece excelentes oportunidades, mas as pessoas têm que correr atrás, identificar e ter consciência da dimensão da própria capacidadepoder e empenho para alcançar essas oportunidades. Mercearias (ou Armarinhos à antiga – aquelas em que o dono ficava pitando um cigarro de palha esperando à porta a chegada de clientes com caderneta para comprar fiado e pagar no final do mês – desapareceram faz tempo... Hoje os verbos imperativos são: sentir, criar, buscar, cativar, ganhar, manter e permanecer atento às idiossincrasias do mundo e dos clientes, e, se necessário, atualizar-se, mudar, até o fim do tempo em que for concedido a cada um viver sobre a Terra...

Talvez esse alerta reflita a premissa de que uma empresa não se garante com a simples e questionável gestão dos negócios atualmente praticada por diversas empresas. Há de se refletir sobre atitudes e sistemas de gestão e mudar, e mudar, e mudar de novo.  
Aqueles que trazem maiores lucros (talentosos e argutos) devem ser publicamente reconhecidos e servir de espelho aos céticos e mal posicionados em suas ambições individuais, pois não servem para desobstruir as imensas,  sofisticadas e  dilacerantes muralhas dos desafios do mundo atual.
Espero que a minha reflexão seja de utilidade.



Muito obrigado prezado Gêmiguel por mais esta reflexão que enobrece o bloguito. 
Grande abraço a você.

segunda-feira, 26 de março de 2012

...quando ser de esquerda dava cadeia, só alguns poucos assumiam essa posição; já agora, quando dá até emprego, todo mundo se diz de esquerda


Da fala ao grunhido

Ferreira Gullar, Folha de S. Paulo
Desconfio que, depois de desfrutar durante quase toda a vida da fama de rebelde, estou sendo tido, por certa gente, como conservador e reacionário. Não ligo para isso e até me divirto, lembrando a célebre frase de Millôr Fernandes, segundo o qual "todo mundo começa Rimbaud e acaba Olegário Mariano".

Divirto-me porque sei que a coisa é mais complicada do que parece e, fiel ao que sempre fui, não aceito nada sem antes pesar e examinar. Hoje é comum ser a favor de tudo o que, ontem, era contestado. Por exemplo, quando ser de esquerda dava cadeia, só alguns poucos assumiam essa posição; já agora, quando dá até emprego, todo mundo se diz de esquerda.

De minha parte, pouco se me dá se o que afirmo merece essa ou aquela qualificação, pois o que me importa é se é correto e verdadeiro. Posso estar errado ou certo, claro, mas não por conveniência. Está, portanto, implícito que não me considero dono da verdade, que nem sempre tenho razão porque há questões complexas demais para meu entendimento. Por isso, às vezes, se não concordo, fico em dúvida, a me perguntar se estou certo ou não.




PARAIBUNA - FAZENDA DA COMADRE - CAAT - CLUBE DE AUTOS ANTIGOS DE TAUBATÉ

O passeio do CAAT - Clube de Autos Antigos de Taubaté, ocorrido ontem na bucólica Paraibuna, na Fazenda da Comadre, já está parcialmente documentado no site do Clube, cujo link segue abaixo.

As posições móveis estão em fase de processamento e serão postadas na medida em que estas forem concluídas.

Acompanhem;




domingo, 25 de março de 2012

PARAIBUNA, lá vamos nós outra vez

Posto de combustíveis de Paraibuna - Imagem do bloguito 15 04 2007

Caros amigos e associados do CAAT,

Esta tudo pronto para o nosso encontro de autos antigos em Paraibuna neste domingo.

Como havia dito, teremos algumas boas surpresas e muitas atividades, além do convívio entre os colecionadores. Mais de 80 carros confirmaram a presença e como sempre muitos aparecerão na hora, não sendo exagero prever em torno de 100 veículos na estrada indo até o evento. Vai ser muito bonito ver a diversidade de modelos e cores andando juntos na Tamoios. Só um comboio de autos antigos proporciona isto.

Logo após o almoço, teremos o sorteio dos brindes oferecidos pelo CAAT, pela Fazenda da Comadre e por um patrocinador. Para ter direito ao prêmio, o sorteado deverá estar presente. 

Como vamos juntos, este ano vamos tentar voltar juntos. É mais seguro e em caso de pane, sempre tem quem ajude. Foi sugerido que voltemos as 16:00 hs . Sócio do CAAT já sabe: se o carro precisar de transporte, é só avisar que providenciamos sem custo algum para o associado. Anote meu telefone e ligue se precisar: 9757 5859.

São Pedro também está a fim de ver este belo espetáculo na rodovia e vai providenciar um belo dia de sol. As previsões estão confirmando isto, chuva fraca no sábado e sol no domingo.

Na Fazenda da Comadre foi providenciado estacionamento suficiente para todos carros: siga sempre a orientação dos monitores e muita calma, principalmente na chegada. Terá lugar para todos.

Foi também reservado no restaurante local  e mesas para todos, sendo que peço que todos sentem-se nas mesas indicadas, para não tumultuar o serviço de atendimento a outros clientes do restaurante. Evitem se espalhar pelo restaurante: isto além de facilitar o contato entre todos participantes, ajudará na hora do sorteio dos brindes.

E por fim: não se esqueçam de verificar a documentação do carro, extintor de incêndio, estepe e macaco. E abastecer ( já teve gente que esqueceu deste pequeno detalhe ).

Um bom passeio para todos nós.

Até domingo.

Aldo




sábado, 24 de março de 2012

"OTORIDADES"; deixem o Sebastião trabalhar em paz

Não me conformo com a máquina estatal, nos três níveis de governo, nas últimas duas décadas, perseguir com vigor ferrenho os pobres dos trabalhadores informais. Por que não os ajudam, ao invés de combatê-los? A burocracia é odiosa! Arrogante! Maldosa! Insensível! 
Sempre fui e sempre serei um reacionário à proteção da causa. 
Esta semana encontrei um discurso de um dos mais renomados  filósofos, Olavo de Carvalho, que me deixou feliz, pois defende exatamente esta lógica e o reproduzi abaixo com algumas ilustrações da Net.

Na quarta-feira, por volta das 22 hs,  estava com uns amigos em um informal botequinho da periferia de Pindamonhangaba, cujo proprietário Sebastião (nome simbólico) é aposentado do inss e recebe aquela merreca por mês e para complementar a rendinha, vende, no salãozinho 4X4, umas cervejinhas, umas cachacinhas, língua  ensopada (credo!) e derivados, quando passou bem devagarzinho, em frente, uma Kombosa com o desgastado logotipo da prefeitura, com três "otoridades" aboletados. Foram, voltaram, pararam nas proximidades, observaram, foram, voltaram de novo... Pobre Sebastião, já estava chamando o Genário de Genésio, de tão apavorado que ficou. 

-E se fecharem isto, como vou sobreviver? E a minha netinha que mora comigo? Terei de virar assaltante? Terei de vender crack?

Acalmamos o Sebastião, fechamos a porta e permanecemos no interior do barzinho até que as "otoridades" se fossem. E se foram, sem a devida abordagem. Acho que ficaram receosos, pois estávamos em meia dúzia, dentre os quais, um "guarda-roupa" e creio, aguardavam a viatura da guarda municipal para inibir eventual reação irada do Sebastião ou dos clientes, dentre os quais um exaltado e eu com a filmadorinha a postos.

Enquanto isso, passava para lá e para cá, pelo menos umas 10 vezes observamos, motoqueiro+garupa, suspeitos de entregarem drogas. Isto pooooooode, né não companheiros?

Tem algo de errado no reino da donamarta.

Fique esperto Sebastião, elles voltarão e desta vez, mais bem preparados.

PS: Indagarão alguns, por quê o Sebastião não legaliza o boteco? Com que grana meu filho? Vende o almoço pra comer o jantar! E a tal da vigilância sanitária, aprovaria um puxadinho mambembe?  

Aqui alguma coisa do que já escrevi sobre trabalho informal===> http://ecoeantigos.blogspot.com.br/search/label/Empregos

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