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.- A ÁRVORE QUE O SÁBIO VÊ, NÃO É A MESMA ÁRVORE QUE O TOLO VÊ! William Blake, londrino, 1800.

sábado, 31 de agosto de 2013

José Carlos Cataldi, jornalista, tem sua Coluna Pensando em Você publicada no JP Regional



O Cataldi também administra a página Pensando em Você, indicada na barra lateral ===>

sexta-feira, 30 de agosto de 2013

André August Remi de Meijer; Quem estiver com planos para publicar algo: use este livro como modelo!

Caros amigos,

Na minha última visita à capital ganhei um belo presente na Casa da Memória, da Fundação Cultural de Curitiba. Trata-se do livrinho “Bosque da família Gallotti”, que acabou me proporcionando algumas horas de leitura instrutiva e deliciosa. A obra, que irradia simpatia, foi escrita e elaborada com amor evidente pelo Emilio Carlos Boschilia, ex-funcionário do IPARDES e do IPPUC. É um dos livros mais bem diagramados que tenho visto ultimamente; um verdadeiro encanto aos nossos olhos críticos. Quem estiver com planos para publicar algo: use este livro como modelo!
Contarem-me que a primeira edição está praticamente esgotada. Sugiro que vocês entrem em contato com a editora (http://www.fundacaoculturaldecuritiba.com.br/), suplicando que logo produzam uma segunda edição e que inclusive aproveitem para corrigir os erros ortográficos (principalmente nos nomes científicos) e terem todas as plantas, aves e borboletas devidamente identificadas. (Para que serve essa fartura de especialistas em Curitiba se não é solicitada a sua ajuda?).
Agosto tem sido o mês mais frio deste inverno e, consequentemente, vi poucos exemplares de borboletas no litoral, apesar do número total de espécies ainda ser razoável: umas trinta (sem contar os hesperiíneos, de identificação difícil). Entre as poucas plantas nativas floridas se destacam o mulungu e a pitangueira; a última está atraindo legiões de abelhas. Flores vistosas exóticas há em abundância: aqui na chácara se trata principalmente de azaléia, beijo-de-frade, camélia, esponjinha-vermelha, hibisco e malvavisco. Assim, agosto está sendo o mês das flores vermelhas e roxas.
Na noite de anteontem chegou uma nova onda de frio e hoje a temperatura baixou para um grau negativo na madrugada; é um acontecimento bem raro na planície litorânea. Logo depois vieram os raios solares e o som alegre das aves, entre as quais se destacou a voz fininha e simpática da risadinha (Camptostoma obsoletum). Esse passarinho costuma descer ao litoral no fim de abril, para passar o inverno aqui e voltar ao planalto no início da primavera.
As “aves de verão” estão começando a chegar: em Curitiba a primeira foi o saí-andorinha (Tersina viridis), em 15 de agosto (Marcelo Villegas Vallejos, com. pess.) e aqui no litoral foi o bem-te-vi-pirata (Legatus leucophaius), ontem! Nos próximos dias espero a volta dos primeiros exemplares da andorinha-serradora (Stelgidopteryx ruficollis) e andorinha-do-campo (Progne tapera). Fiquem de olho nelas também.
Um grande abraço,
   NdaR; Imagem do beija-flor meramente ilustrativa.

André August Remi de Meijer

REFERÊNCIA
Boschilia, E.C. 2011. Bosque da família Gallotti: uma história urbana de recuperação e regeneração da natureza no paradigma de gestão ambiental natural de Curitiba. Fundação Cultural de Curitiba. viii, 152 p.

André, muito obrigado por compartilhar conosco esta indicação. Um grande abraço.

quarta-feira, 28 de agosto de 2013

Aos amigos

video

Obrigado Admilson, um abraço.

terça-feira, 27 de agosto de 2013

Rodrigo Oliveira, de Herculândia, Estado do Paraná, conta sua história e quer saber da nossa

Balsa sobre o Rio Ivaí, em Herculândia, Estado do Paraná

Rodrigo Oliveira deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Herculândia é uma cidade pequenina, muito alegre e...":

Bom noite!

Sempre tive curiosidade sobre essa nossa cidade irmã aí no estado de São Paulo com o mesmo nome da nossa daqui do Paraná, vai um pouco da história da paranaense:

Herculândia distrito de Ivaté localizada no noroeste paranaense com aproximadamente 2.000 habitantes, situa-se bem próxima ao Rio Ivaí, onde o pessoal pesca e se diverte. 
Terra dos Pegoraro, dos Felito, dos Becegatto. Ah, também dos fundadores, os "Francos" e principalmente com o sr. Herculano e seus filhos Clodomiro, Clóvis e Claúdio, com suas respectivas familias; e daí veio a homenagem ao sr. Herculano o nome da cidade.
Existem ditados que dizem: "Quem bebe da água de Herculândia, não se esquece" ou "Quem bebe a água de Herculândia sempre volta" ou "Herculândia, um lugar onde você vem de encontro com o sossego"

E a Herculândia paulista, qual é a história?

Rodrigo Oliveira


Olá Rodrigo, muito obrigado pela sua visita ao bloguito e pelo seu comentário, com certeza, a água da sua Herculândia é tão boa quanto à água da nossa, pois realmente quem toma dela não se esquece do  Torrão Natal.
Estou radicado em Pindamonhangaba, no Vale do Paraíba, próxima à Aparecida do Norte e não sou a pessoa apropriada para historiar a nossa Herculândia, então, socorro-me do órgão de comunicação Herculândia +, que resume seu histórico AQUI.

Um grande abraço a você, a todos os seus conterrâneos da cidade Irmã e visite-nos sempre.



Rodrigo Oliveira deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Rodrigo Oliveira, de Herculândia, Estado do Paraná...":

Boa tarde, Sérgio.

Gostei muito da história da nossa xara paulista a nossa Herculândia sempre teve esse nome, foi sugerido Franca e Francolândia, mas o seu Herculano foi o primeiro a desbravar e merecidamente a homenagem foi justa a ele, então a paulista já teve outros nomes Santana em homenagem ao dia que o fundador chegou para desbravar e Herculânia(agora não entendi bem porque a homenagem ao prof.Herculano de Freitas da Faculdade de Direito da USP, ele é muito conhecido aqui no sul, principalmente aqui no Paraná, muita gente acha que o nome da nossa cidade é em homenagem a ele, o primeiro nome dele é Uladislau, nasceu no RS e foi enterrado no RJ, então deve ter sido sugestão política porque ele foi um grande politico e jurista por SP, PR e pelo Brasil) e gostei também do site, obrigado pela gentileza e percebi que a nossa xara é uma metropole perto da paranaense e maior que Ivaté que só tem 7.524 habitantes e a cidade é fraquinha e a paulista 8.696 habitantes.
Na verdade, tanto Herculândia como Ivaté eram distritos de Umuarama e depois foi desmembrado, muita gente foi embora depois que Herculândia passou a ser distrito de Ivaté.
Um grande abraço
Rodrigo Oliveira


Bom dia Rodrigo, agora as nossas duas Herculândia, unidas pelos laços da amizade, graças à sua iniciativa. Um grande abraço a você e a todos os herculandenses, paulistas e paranaenses.
PS: Se sua Herculândia é um pouco menor que a nossa, em contra-partida, seu Rio Ivaí, que conserva a necessária mata ciliar, é muito maior que o nosso pobrezinho e tão maltratado Rio Iacri.

ZSylvio deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Rodrigo Oliveira, de Herculândia, Estado do Paraná...":

Herculano de Freitas era genro do Coronel Glicério que dá nome à cidade de Glicério, da qual Herculania (assim como Herculandia) fez parte e depois passou para a Comarca de Pompéia. Tupã também fez parte de Glicério, que pertencia à Comarca de Penápolis. Quando houve o desmembramento, Parnaso e Tupã passaram a fazer parte da mesma Comarca (Tupã) e Herculândia a de Pompéia.

Meu avô materno (Sr. Aristides Simões), cuja esposa e, por conseguinte, minha avó (Josephina Cornacchia) era italiana de Nápoles, sempre fazia alusão à coincidência desse tipo de ligação entre Herculândia e Pompéia, comparando com as vizinhas Herculano e Pompeia, vizinhas de Nápoles e que foram destruídas em 79 DC pelas cinzas do vulcão Vesúvio.
Poderia discorrer horas e horas sobre a história de nossa querida Herculândia, mas sei que geraria alguma polêmica, que não é o condão deste nosso bloguito.

NdaR; Para sorte nossa, não temos vulcão em Herculândia, apesar dos mistérios da Serrinha, na divisa com Quintana.
Obrigado ZS 


Washington Adams Bonifácio deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Rodrigo Oliveira, de Herculândia, Estado do Paraná...":

Olá Rodrigo, minha família é da época que Herculândia era popularmente chamada de Sant'Anna, nome escolhido pelo fundador, sem entrar em pormenores, pois você já leu na sugestão do Sérgio que por sinal, muito coerente.
Meu avô me contou com o mesmo foco do Sr. José Sylvio, diferentemente das coisas absurdas que já li por aqui, mais detalhes como ele narrou:
Muitos povoados estavam se tornando distritos e no caso de Sant’Anna que pertencia a Glicério precisava de um nome histórico com fundamento político e o nome sugerido pelo assembleia paulista foi fazer uma homenagem ao Dr. Herculano, pois a sua esposa era filha do grande General Francisco Glicério que foi o desbravador daquelas terras e o povoado se tornou distrito do próprio, meu bisavô disse que o Pereirinha ficou muito magoado, mas como era um homem de grande coração, calmo e paciente, não se opôs no momento porque todos ignoravam o tal nome, até a ferrovia, mas tinha esperança que com a emancipação voltasse a chamar Sant’Anna, até sugeriu Sant’Anna de Herculânia, mas prevaleceu com uma pequena mudança de HerculânIA para HerculânDIA, pois segundo meu avô Joaquim Bonifácio Filho, o único distrito que se chamava Juliápolis passou a ser Juliânia, então Herculânia deveria mudar e mudou como já citado.
Espero ter contribuído para a história do município de Herculândia e esclarecido sua dúvida com a iniciativa do Sr. José Sylvio, neto do grande Sr. Aristides Rodrigues Simões o qual meu avô era muito amigo.
Washington Adams Bonifácio


NdaR; Washington, muitíssimo obrigado pela oportuna participação e feliz por tê-lo como frequentador do bloguito.


ZSylvio deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Rodrigo Oliveira, de Herculândia, Estado do Paraná...":

Como citei Sergio e Washington, não entrei em maiores considerações. Nem antes (tempos de Sant'Ana) e nem depois, quando perdemos a importância para a EFP que preferiu dar foco para Tupã. É aqui que começam algumas polêmicas, quais as razões e porquês! Bem deixemos para lá! 

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Rodrigo Oliveira  deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Rodrigo Oliveira, de Herculândia, Estado do Paraná...":

Boa tarde, Washington.

Com certeza que esclareceu minha dúvida e agora sei o porque da Herculândia paulista ter esse nome e o mais importante para quem mora na paulista muito mais, para evitar ignorancia.
Obrigado
Rodrigo Oliveira 

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Joel Teixeira deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Rodrigo Oliveira, de Herculândia, Estado do Paraná...":

Pode ter certeza que depois da leitura do seu comentário não serei mais um herculandense ignorante sobre a origem do nome: Herculândia e até aprendi que o distrito de Juliânia chamava Juliápolis...boa, muito boa!!
Obrigado Washington!
Joel Teixeira 

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Dulce Fernandes Stangari deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Rodrigo Oliveira, de Herculândia, Estado do Paraná...":

O que faltou no Histórico do município foi, o que evitaria supostas indagações, incertezas e dúvidas, inclusive minha família e do meu marido, mesmo sendo antigos moradores, achávamos uma outra coisa como a maioria dos herculandenses:
Ao invés de:
"...com o nome definitivo de Herculândia, uma homenagem ao Prof. Herculano de Freitas..."

Poderia ser:
"...com o nome definitivo de Herculândia, uma homenagem da assembleia paulista ao Prof. Herculano de Freitas..."

Pois pelo que percebi, esse nome não foi uma sugestão dos moradores como na Herculândia paranaense.
Abraços a todos os frequentadores deste ótimo bloguito
.
Dulce Fernandes Stangari 
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Carmem Novaes deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Rodrigo Oliveira, de Herculândia, Estado do Paraná...":

Boa tarde!

Que interessante e esclarecedora esta página, só mesmo o Sérgio para nos proporcionar tal esclarecimento, obrigada. Joel,seu avô e minha tia-bisa não estavam errados, o povão não fazia a menor ideia de onde vinha tal nome e por isso o ignoraram. Agora não entendi porque a ferrovia ignorou, ela não era do governo?
Minha tia-bisa confirmou que naquela época Juliânia era conhecida por Juliápolis.
Bom feriado a todos!
Carmem Novaes. 

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Caio Moreira deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Rodrigo Oliveira, de Herculândia, Estado do Paraná...": 

NR; Capela Santo Antônio- Vila Campante - Quintana - São Paulo

Boa noite, sempre que posso navego por aqui, pois tenho parentes em Herculândia que me indicaram.
Quintana era para ser chamada de Campante em homenagem a um dos fundadores, o fazendeiro Fortunato da Cruz Campante(hoje temos a vila Campante), mas por influencia da Ferrovia com a imposição da letra Q, prevaleceu Quintana, agora não sei como Herculândia conseguiu driblar.
Caio Moreira

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Thomás Buque deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Rodrigo Oliveira, de Herculândia, Estado do Paraná...":

Alguém já ouviu esse nome "Otomânia"? Então...
Foi o primeiro nome da hoje, Pompeia. Em homenagem a esposa de um dos fundadores Aretuza Pompeia da Rocha Miranda, esposa do sr Rodolfo Nogueira da Rocha Miranda.
Thomás Buque 
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Plinio Mendes deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Rodrigo Oliveira, de Herculândia, Estado do Paraná...":

É muito simples, Carmem, porque a ferrovia ignorou o nome Herculânia: "A estação de Herculândia foi aberta em 1941 como Santana, seguindo o S do alfabeto da Paulista.", ou seja, M - Marília, N - Nóbrega, O - Oriente, P- Pompéia, Paulópolis, Q - Quintana, S – Santana, T - Tupã, U - Universo... E também pelo que dizem os mais antigos, o nome HERCULÂNIA era muito ignorado oralmente, pois as festas feitas em honra à Santa Ana eram com grandes procissões, folguedos, comidas, bebidas etc. E tinha um significado real e presente para a população.
Plinio Mendes
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Luís Nepomuceno deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Rodrigo Oliveira, de Herculândia, Estado do Paraná...":

"Otomânia", será que tinha alguma coisa a ver com o Império Otomano? Ou seja, será que os primeiros habitantes do povoado eram turcos?
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Thomás Buque  deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Rodrigo Oliveira, de Herculândia, Estado do Paraná...":

Olha Luís, acho que isso caberia para Oriente. Na história oficial de Pompeia não há nenhum registro de turcos ou sírios, mas vou consultar o historiador da cidade, apesar de minha família ser antiga moradora, não sabe de onde veio esse nome.

Thomás Buque 
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Thomás Buque  deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Rodrigo Oliveira, de Herculândia, Estado do Paraná...":

Segundo o historiador Sr.Armando Gumercindo Feitosa, Pompeia recebeu este nome Otomânia foi realmente em homenagem à Turquia, ou seja, pela paisagem com vales/planaltos profundos, precipícios ingremes, lembrando as belas paisagens daquele país.
Thomás Buque 

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João Paulo Bomfim - Bauru - SP deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Rodrigo Oliveira, de Herculândia, Estado do Paraná...": 

Boa noite a todos e em especial ao dono do blog
Sérgio Garcia, sou neto de um antigo chefe de trem o Sr. Alcebiádes Cheberle Bomfim, mais conhecido como Bia, ele trabalhava na linha Bauru - Marília e chegou a trabalhar na de Marília - Tupã e ele nos contava sobre a famosa Santana que não era mais, mas a Companhia não aceitou o nome Herculânia, só mais tarde com a emancipação nas passagens, mas mesmo assim, meu avô dizia que no trem os passageiros falavam Santana(e ele anunciava: PRÓXIMA ESTAÇÃO/PARADA - SANTANA) e ele nos contou que o guichê da estação não durou muito tempo, pois a Companhia "desprezava" a cidade. como já foi dito, o foco era Tupã, que despontava como a Califórnia Paulista.
Alguém já disse também não entender como isso aconteceu, meu avô também não porque não era só uma imposição do alfabeto da Paulista, meu avô disse que era um decreto estadual que determinava que as estações de trem tinham que ser em ordem alfabética, ou seja, ao contrário, seria uma desobediência.

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Carlos César de Souza - Tupã - SP - SP deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Rodrigo Oliveira, de Herculândia, Estado do Paraná...": 

CORREÇÃO:

A região de Tupã já foi considerada a "califórnia" brasileira(é só pesquisar no GOOGLE/YOUTUBE, chegou até a superar Marília, na época). A comparação foi feita pela revista Manchete, publicação de maior conceito em todo o país nos anos 1950, em que ampla reportagem de duas páginas publicadas na época, com o título "O progresso vive em Tupã", trazendo textos de Artur de Souza e fotos de Ishida Sakae.
Portanto, não seria lógico a Ferrovia estacionar naquele vilarejo, ou melhor, distrito!

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João J. Pinto deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Rodrigo Oliveira, de Herculândia, Estado do Paraná...":

Seria bom lembrar o que é um decreto.
Decreto não é lei. Regulamenta apenas a lei com mais minúcia, ou seja, acerta, estabelece norma descendo aos detalhes administrativos.
Os decretos não podem de forma alguma contrariar a lei, ou fixar exigências por ela não previstas. Nem sempre regulamentam a lei, pois são também atos normais de administração, como por exemplo quando decidem sobre a nomeação ou a demissão de um funcionário ou a criação de uma escola.
Os decretos são baixados pelo chefe do Executivo. As autoridades administrativas de grau inferior, por sua vez, podem baixar avisos, portarias, circulares, ordens de serviço etc.

segunda-feira, 26 de agosto de 2013

Bicampeão nas Copas de 58 e 62, Gilmar dos Santos Neves, que já tomou um gol do Álvaro Staut, morre aos 83 anos. Que o "Senhor" o tenha





Morreu hoje Gilmar da *Costa Neves – Uma lenda – Veja quem foi... 
José Raul Machado Ribas
*NdaR; Gilmar dos Santos Neves


Mestre,
O vídeo me fez chorar. Meu falecido pai (1918/1960) fazia uma brincadeira e dizia que ao assitir um jogo de futebol, o cara ficou tão revoltado que jogou um tijolo na TV e normalmente alguem dizia: quebrou a TV? meu pai respondia não o Gilmar voou e mandou pra escanteio....


Quando eu morava na Moóca em SP, jogava nos veteranos do Juventus e disputávamos um campeonato entre clubes. Fomos jogar no Clube Sírio à noite e o Gilmar era o goleiro do Sírio. Ganhamos de 1 x 0 com um gol meu de sem pulo. Após a partida fomos para o famoso 3º tempo (churrasco x cerveja) e o Gilmar me cumprimentou dizendo: Belo chute garoto e eu respondi: Foi sem querer, pois a luz me atrapalhou e eu chutei sem querer. Foi mais em respeito ao Grande Goleiro que ele era.
Álvaro


Álvaro Staut Neto, o tenho em boa conta. Claro, ele não se lembrará, mas no início dos anos 80, em reunião na planta da Volkswagen de Taubaté, onde este era alto executivo da área de Recursos Humanos, nos convidou para o almoço. Era uma quarta-feira, o cardápio, feijoada e na entrada nos serviu uma caipirinha. Isso, na fábrica, durante o expediente, tomamos um cálice do aperitivo. Detalhe, a todos os operários era o líquido ofertado. Um cálice para cada um. Clima de camaradagem, uma das razões de produzirem veículos de alta qualidade, tanto que no dia 04 de fevereiro de 2009 o nosso Volkswagen Passat, 1979, ali produzido, juntamente com outros veículos, ficou exposto durante o programa Qualidade: A força da nossa marca através do tempo, ocasião em que gravei vídeo amador, sem edição.
Grande abraço ao Álvaro, ao Mestre Raul Ribas e que o Gilmar dos Santos Neves seja acolhido pelo Mestre dos Mestres.


Caro Sérgio,
Você me surpreendeu com a história e o vídeo.
Realmente quando viemos para Taubaté, não existia mão de obra qualificada. Nossa alternativa foi preparar uma simulação da linha de montagem e com os Passat treinamos uma boa parte da mão de obra operacional. Quando iniciamos a produção do Passat, tínhamos uma boa parte treinada e pudemos dar sequência a produção.
Bons tempos.
Um abraço,
Álvaro
PS: Hoje não é servida a caipirinha na VW


Caro Álvaro e eu também não tomo mais caipirinha, pois estou em guerra com o açúcar, desde que li ESTE livro.
Também não fumo, o visual foi só uma brincadeira com meus netinhos.
Abração e obrigado.

domingo, 25 de agosto de 2013

Herculândia é uma cidade pequenina, muito alegre e prazenteira, tem um lago e uma igreja na colina...

Engº agrônomo Francisco Eduardo Bernal Simões 

Matérias deste quilate causam-nos  satisfação em postá-las.
Quem compartilha da minha intimidade sabe que sou adepto da meritocracia e abomino o almoço grátis. 
A nossa pequenina Herculândia, município da Região da Alta Paulista, distante a uns quinhentos quilômetros da Capital do Estado, vez ou outra, é destacada na mídia como modelo de vocação produtiva. Em algumas oportunidades este bloguito se manifestou a respeito, como na data de 05 de julho p.p. ao demonstrar a produtividade cafeeira, AQUI, em 27 de junho de 2012 na cobertura junto ao IAC - Campinas, do reconhecimento ao trabalho deste mesmo profissional em prol da cafeicultura paulista, AQUIdentre outros.

 Retornamos desta feita para o registro e divulgação, ao Brasil e ao mundo, sim, sem falsa modéstia, ao mundo, pois o bloguito é lido por brasileiros residentes por paradas longínquas e sabemos em razão das visualizações madrugada a dentro pelo fuso horário, pena que não se manifestam, mas aí já é querer de mais. O Blog do meu amigo virtual, taxiemmovimento.blogspot, que consta com mais de quatro milhões e duzentos mil acessos, tem um nº incrível de leitores do exterior, os quais também não interagem. Qual seria a razão?

No Encontro de Produtores de Amendoim da Região de Tupã, ocorrido no dia 19 de agosto, o nosso prezado amigo e conterrâneo, Engº agrônomo Francisco Eduardo Bernal Simões foi homenageado pelo seu trabalho de mais de 20 anos, para conseguir mudar por completo toda a cadeia produtiva do amendoim na região, a qual passou  a produzir em apenas uma safra, o que se tentava produzir em duas safras no ano (águas e seca). Obteve-se o dobro da produtividade, sem perdas e com mais qualidade. Destacou o homenageado que o resultado deve-se ao trabalho em grupo, colegas da CATI , IAC , Cooperativa CAMAP de Tupã e produtores rurais.

Indagado por este blogueiro, o Eduardo assim se pronunciou;
O meu objetivo é realmente compartilhar este momento especial da minha vida com meus amigos. Depois de três anos e meio aposentado eu realmente não esperava por isto. Mas creia vc este foi meu projeto de trabalho mais importante em toda minha vida profissional. O objetivo foi tornar uma cultura de alto risco em atividade de grande produtividade e segura. Mudamos de duas safras no ano para apenas uma e com o dobro da produtividade . O resultado foi a melhoria da renda e qualidade de vida do produtor. Toda a colheita foi mecanizada e feita a granel. A mão de obra na colheita já não existia mais. Colhedeiras , arrancadores  e secadores foram inicialmente importados e graças ao resultado, surgiram industrias nacionais na região de Tupã. Tudo realmente muito gratificante . Felizmente o Santo de Casa e toda nossa equipe foram reconhecidos. É importante dividir o sucesso com todos os colaboradores da CATI , IAC e Cooperativa CAMAP de Tupã.

Pronunciou-se também por e-mail ao bloguito o engº Alberto Issamu Honda;
Amigo Chico Herculândia!
A República Arado sempre hospedou excelentes agricolões.
Tá aí mais um grande case.Parabéns pela homenagem.
Muito merecida.
Um forte abraço.
Honda

Show Eduardo! 
Parabéns......todos aqui estão contentes com o premio...Abs.
Mensagem do Luis Felipe Moura Pinto, filho do amigo comum ZSylvio.

 E para alegria de todos ouçamos o Hino de Herculândia, postado no Youtube pela herculandense ROSE, em 03 de dezembro de 2010, pois percebeu a necessidade do bloguito desta referência, a qual deixou comentário na Seção Saudade de Herculândia. Já a agradeci pela feliz iniciativa e reforço minha gratidão, enviando um grande abraço à Rose e sua comunidade, parece-me evangélica.

Parabéns Eduardo, o Brasil que produz fica-lhe muito agradecido.

sábado, 24 de agosto de 2013

VISITAMOS A FÁBRICA DA NESTLÉ EM CAÇAPAVA



















 Mais 340 fotos, AQUI.


Não, não, dr. Fagundo, não reside aí nenhuma contradição, continuo firme na fé, tanto que do grupo composto por cinquenta pessoas, fui o único a não provar o chocolate e não senti nenhuma falta. Creio que nosso cérebro procede as devidas adaptações. Observei que a fábrica é totalmente automatizada, vi poucos operários. Aroma de chocolate não percebi. Mas a animação do guia (ih! esqueci seu nome) alegrou todo mundo. Foi boa a experiência.
Pensei no João Raul e no Douglas, porém, o controle foi rígido e não consegui mais estes dois ingressos.