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segunda-feira, 10 de outubro de 2011

Segurança dos tribunais superiores tem mais homens que o patrulhamento das fronteiras do país


São 13,2 guardas para cada um dos brasileiros que alcançaram o topo da pirâmide da magistratura

{...} A mais alta esfera do Poder Judiciário, representada por cinco tribunais superiores, tem em Brasília mais seguranças e vigilantes que a Polícia Federal consegue manter nas fronteiras do país. Nos 15,7 mil quilômetros limítrofes, a PF tenta combater a passagem de armas e drogas, além de frear o contrabando, com um grupo que varia entre 900 e mil agentes. Nos tribunais, um batalhão de 1.211 vigilantes e seguranças cumpre uma missão bem menos engenhosa: garantir a proteção de 93 ministros e o controle do entra-e-sai nos prédios do Supremo Tribunal Federal (STF), do Superior Tribunal de Justiça (STJ), do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), do Tribunal Superior do Trabalho (TST) e do Superior Tribunal Militar (STM).



quinta-feira, 6 de outubro de 2011

Olá "stf"; NÃO FIQUE DE COSTAS PARA O POVO

Cliquem que a imagem aumenta

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

A indústria da Justiça do Trabalho

Na página de comentários do Blog do Villa, postada um pouco abaixo, encontramos este do Lucas. Pesquisamos, encontramos, selecionamos e disponibilizamos para leitura, a qual ainda não o fizemos, só quando sobrar um tempinho.

Villa,
Quando é que você vai nos brindar com um livro sobre as mazelas do nosso Judiciário, esta ilha de eficiência cercada de pompa,circunstância e frescura por todos os lados???Não sei se você conhece, mas há um livro - escrito por Josino Moraes e disponível para download em www.ebooksbrasil.org - com críticas interessantes à chamada "Justiça do Trabalho". O título (muito sugestivo, por sinal) é "A Indústria da Justiça do Trabalho: A Cultura da Extorsão".Pense nisso com carinho. O país desde já agradece.Ah, e parabéns pelo artigo! Gol de placa....Abraço,Lucas


terça-feira, 27 de setembro de 2011

stf - supremo tribunal federal detonado pelo bravo Mestre Marco Antonio Villa

{...} É um prêmio à paralisia do STF, onde processos chegam a permanecer décadas sem qualquer decisão. A lentidão decisória do Supremo não pode ser imputada à falta de funcionários. De acordo com os dados disponibilizados, o tribunal tem 1.096 cargos efetivos e mais 578 cargos comissionados. Portanto, são 1.674 funcionários, isto somente para um tribunal com 11 juízes. Mas, também de acordo com dados fornecidos pelo próprio STF, 1.148 postos de trabalho são terceirizados, perfazendo um total de 2.822 funcionários. Assim, o tribunal tem a incrível média de 256 funcionários por ministro.

{...} Ficam no ar várias perguntas: como abrigar os quase 3 mil funcionários no prédio-sede e nos anexos? Cabe todo mundo? Ou será preciso aumentar os salários com algum adicional de insalubridade? Causa estupor o número de seguranças entre os funcionários terceirizados. São 435! O leitor não se enganou: são 435. Nem na Casa Branca tem tanto segurança. Será que o STF está sendo ameaçado e não sabemos? Parte destes abuso é que não falta naquela Corte. Só de assistência médica e odontológica o tribunal gastou em 2010, R$ 16 milhões.

E concluiu, numa linguagem confusa, que “a sociedade confia na Corte Suprema de seu País. Fazer melhor, a cada dia, ainda que em pequenos mas significativos passos, é nossa responsabilidade, nosso dever e nosso empenho permanente”.

Se Bussunda estivesse vivo poderia retrucar com aquele bordão inesquecível:

“Fala sério, ministro!”

As mazelas do STF têm raízes na crise das instituições da jovem democracia brasileira. Se os três Poderes da República têm sérios problemas de funcionamento, é inegável que o Judiciário é o pior deles. E deveria ser o mais importante. Ninguém entende o seu funcionamento. É lento e caro. Seus membros buscam privilégios, e não a austeridade. Confundem independência entre os poderes com autonomia para fazer o que bem entendem.

Estão de costas para o país. No fundo, desprezam as insistentes cobranças por justiça. Consideram uma intromissão.




Historiador. Professor do Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal de São Carlos. Bacharel e Licenciado em História, Mestre em Sociologia e Doutor em História.




DIVULGUEM. REPASSEM.

segunda-feira, 26 de setembro de 2011

Marco Antonio Villa detonará o STF - Supremo Tribunal Federal tupiniquim


Historiador. Professor do Departamento de Ciências Sociais da Universidade Federal de São Carlos. Bacharel e Licenciado em História, Mestre em Sociologia e Doutor em História.

Daqui a pouco, no Jornal O Globo, do Rio de Janeiro. Aguardemos, pois.