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.- A ÁRVORE QUE O SÁBIO VÊ, NÃO É A MESMA ÁRVORE QUE O TOLO VÊ! William Blake, londrino, 1800.
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sexta-feira, 18 de maio de 2012

CRIME ZERO: Monteiro Lobato é a cidade mais tranquila da região


Sei não, creio que a Globo não deveria mostrar estas coisas. Seria capaz de apostar que agora, meliantes desafiadores, para lá se dirigirão com a finalidade de transportar a pacata Monteiro Lobato para os padrões das demais localidades. Tomara  esteja eu errado.


{...} Você já imaginou morar numa cidade segura, sem crimes, que você pode deixar a porta de casa aberta? Parece mentira, mas essa é a realidade em algumas cidades da região. São cidades menores, que esse ano registraram poucos furtos ou até nenhum crime, como é o caso de Monteiro Lobato. Nos três primeiros meses desse ano não foi registrado nenhum tipo de crime na cidade.




sábado, 31 de março de 2012

Miserável rebanho! Uns grandes, outros pequenos...

                                  

{...} E viverão em guerra aberta com os animais, escravizando-os e matando-os pelo puro prazer de matar --esquecidos de que eu não criei o prazer de matar por matar.


- Essa inteligência apurará aos extremos a crueldade, a astúcia e a estupidez. Por meio da astúcia se farão eles engenhosos, porque o engenho não passa da astúcia aplicada à mecânica. E à força de engenho submeterão todos os outros animais, e edificarão cidades, e esfuracarão montanhas, e rasgarão istmos, destruirão florestas, captarão fluidos ambientes, domesticarão as ondas hertzianas, descobrirão os raios cósmicos, devassarão o fundo dos mares, roerão as entranhas da terra...




Miserável rebanho! Uns grandes, outros pequenos; estes louros, aqueles negríssimos --nada que recordasse a perfeição somática dos outros viventes, tão iguaizinhos dentro do tipo de cada espécie. Que feia variedade! Ao lado do Apolo, o torto, o capenga, o cambaio, o corcovado, o corcunda, o raquítico, o trôpego, o careteante, o zanaga, o zarolho, o careca, o manco, o cego, o tonto, o surdo, o espingolado, o nanico... 

Caricaturas móveis, com os mais grotescos disparates nas feições, era impossível apanhar-lhes de pronto o tipo-padrão. E Gabriel evocou mentalmente a linda coisa que é um desfile de abelhas ou pingüins, no qual não há um só indivíduo que destoe do padrão comum.

sábado, 7 de agosto de 2010

Sítio do Pica Pau Amarelo - Chácara do Visconde

O editorial do Jornal da Cidade de Pindamonhangaba, aqui, confirma o que afirmamos na postagem logo mais abaixo, infelizmente.

sábado, 31 de julho de 2010

Sítio do pica pau amarelo - Chácara do Visconde

Há anos circulei com esta inscrição no vidro traseiro do meu carro, extraída do livro Cidades Mortas, editado no ano de 1921. Chegaram a me perguntar de qual religião se tratava. Nunca esteve tão atual.Ontem fomos a Taubaté levar a netinha para conhecer a Chácara do Visconde ou o Sítio do pica pau amarelo, mantido pelo estado ou prefeitura, ou por ambos, não sei, só sei que o custo benefício deixa a desejar. Uma pena.A biblioteca, com pouquíssimos livros do autor, não pode ser consultada, pois os livros, pouquíssimos, estavam sendo reorganizados para melhor atender aos visitantes. Deve estar assim há um bom tempo, pois não vimos ninguém com a mão na massa. A segurança do local é bem feita, presume-se, pela quantidade de homens fardados circulando entre algumas poucas dezenas de criancinhas acompanhadas por seus responsáveis.Narizinho, Pedrinho, Tia Anastácia, Rabicó, Emília e Visconde, alegrando a pequena Juju que guardará este momento em sua memória e em seu álbum, principalmente após assistir a uma peça teatral com as personagens citadas que agradou plenamente a petizada.Folgamos em ver que as árvores do recinto foram preservadas e com cabeça, tronco e membros, sem receio dos responsáveis de que as mesmas venham a atingir em cheio seus visitantes, como infelizmente acontece nas cidades ultimamente, que preservam, quando o fazem, só o tronco das nossas árvores. Nas cidades então, cuja distribuidora de energia elétrica é essa tal de "bandeirante", inimiga nº um das nossas árvores, a destruição chega a beirar crime ecológico e não vi até agora nenhuma autoridade exigir que se façam podas racionais para a boa convivência destas com os fios elétricos, afinal, nossas árvores aí estão há décadas e décadas e esses destruidores chegaram há pouquíssimos anos.












terça-feira, 16 de fevereiro de 2010

José Bento Monteiro Lobato

Pra você RG