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domingo, 11 de dezembro de 2011

Paraenses; parabéns e em homenagem ao bom senso de vocês, ouçamos...



Com mais de 10% das urnas apuradas, rejeição à divisão do Pará lidera plebiscito

Até aqui, tudo bem.

Com 12% das urnas apuradas, a rejeição à proposta de criar os Estados de Carajás e Tapajós liderava o plebiscito sobre a divisão do Pará por volta das 18h50 deste domingo (11), segundo informações do TSE (Tribunal Superior Eleitoral).

Os eleitores tiveram de responder “sim” ou “não” a duas perguntas: uma sobre a criação de Tapajós e outra sobre a criação de Carajás. Até o horário, 62 % dos eleitores havia rejeitado a ideia de criar o Estado de Carajás e 61 % haviam rejeitado a fundação de Tapajós, ainda segundo a apuração do TSE.



Paraenses, votem NÃO, motivo...

Cliquem no link abaixo;

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Paraenses, votem "NÃO", pelo amor dos nossos suados impostos

Com deficit de 11,5 mil leitos, Pará dividido criaria Estados sem estrutura de saúde

{...} Uma possível divisão do Pará poderá criar três Estados sem estrutura de saúde para atender aos 7,5 milhões de habitantes da região. Segundo um levantamento feito pelo Idesp (Instituto de Desenvolvimento Econômico, Social e Ambiental do Pará), o atual Pará tem, hoje, uma carência de 11.539 leitos nos mais de 200 hospitais construídos. A situação também seria caótica nos novos Estados: 7.063 vagas faltariam no Pará remanescente, 2.035 no Tapajós e 2.441 em Carajás.

Ao contrário de outras áreas, em caso de divisão, o maior problema ficaria com o Pará remanescente. Com o maior deficit e menor quantidade de leitos (1,6 para cada 10 mil habitantes--contra 1,8 de Tapajós e 2,7 de Carajás), o "novo Pará" é responsável pelo tratamento de média e alta complexidade de pacientes de outros municípios, especialmente da região oeste --onde ficaria o Estado de Tapajós, caso a população decida pela divisão no próximo domingo (11).

Leiam tudo no link infra:

Obs. deste blogueiro;

Para a copa do mundo não faltam verbas. Vejam pedacinho de no
tícia do site Portal da Copa, do gov. federal:

{...} O Mangueirão passou por uma revitalização geral, recebeu pintura, pavimentação no entorno e no estacionamento, estofamento de couro no banco de reservas, placar de última geração, novo sistema de irrigação do gramado, piso de grama sintética no espaço de aquecimento e reativação das banheiras de hidromassagem dos vestiários, além de dois ambulatórios equipados. “Quando o torcedor chegar, vai encontrar uma casa arrumada, uma casa com dono.


terça-feira, 6 de dezembro de 2011

Paraenses, votem "NÃO", pelo amor dos nossos suados impostos

Pará:

Decisão nas mãos de poucos milhares de eleitores poderá gerar ônus de bilhões de reais a quase duzentos milhões de pessoas, em proveito de poucos milhares de espertalhões.

Que democracia é esta?


Por e-mail;

Plebiscito

Oportuníssimo o artigo de Gaudêncio Torquato (4/12, A2) sobre esse golpe indecente de políticos idem.

Como só se fala do mais recente corrupto no Ministério, o caso Pará vai passando em brancas nuvens. E o inacreditável está a ponto de ocorrer: só podem votar nesse plebiscito indecoroso os paraenses! Nós, brasileiros de outros Estados, não vamos tugir nem mugir. Só teremos de pagar a conta de mais uma imoralidade.

NELSON PENTEADO DE CASTRO
São Paulo

quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Criação de novo estado no Pará tem um custo bilionário



Caro amigo paraense - ROBERTO POMPEU DE TOLEDO


REVISTA VEJA - 27/11/2011

{...} No dia 11 de dezembro, você votará sim ou não à partição do Pará em três unidades. A proposta é que toda a metade oeste do atual estado se transforme no estado do Tapajós e a parte sudeste no de Carajás, continuando com o nome de Pará a região onde fica Belém e um pouco mais. Essa história de criação de novos estados, como você bem sabe, é controvertida. Chovem argumentos por todo lado, todos altamente especulativos e por isso altamente discutíveis. O que escapa à controvérsia é que se trata de ótimo negócio para os políticos, dada a orgia de novas instituições a criar, de novos cargos a preencher e de dinheiro a gastar. Tudo isso você sabe. O objetivo destas mal traçadas é falar de um personagem que depois de muitas peripécias, Brasil afora, agora apartou por aí, metido na campanha do plebiscito. O nome dele é Duda Mendonça. Gentilmente ele ofereceu seus serviços à causa separatista, ele que, se não vive no estado, pelo menos tem bois que vivem, na fazenda de sua propriedade no território candidato a virar Carajás. Oferta aceita, e ei-lo no comando da campanha do sim.

Todo mundo o conhece. Sabe de seus triunfos eleitorais, como mago do marketing, bem como do lado menos aprazível de réu no processo do mensalão. Já o que ele andou aprontando em eleições de São Paulo o amigo paraense não deve saber. Permita um breve relato. Na eleição de 1996 para a prefeitura de São Paulo, Duda Mendonça fez o marketing do candidato Celso Pitta. Quatro anos antes ele fizera o do mentor de Pitta, Paulo Maluf. Pitta era um político desconhecido. O marqueteiro julgou que a campanha necessitava de alguma pirotecnia. Saiu-se então com um trem voador, um mágico bólido que, suspenso em vias elevadas, catapultaria a cidade para um serviço de transporte até então só acessível à família Jetson. Nas animações para a propaganda na TV, ficou uma beleza. Para transformá-lo em realidade o custo seria assombroso, a logística complicada, a utilidade discutível, mas e daí? Importava ganhar a eleição. Celso Pitta ganhou.

Duda Mendonça já foi de Paulo Maluf a Lula. Se um marqueteiro deve manter a coerência política, é algo que escapa a este missivista. É curioso, em todo caso, lembrar que nos anos 1980 ele esteve à frente da campanha que se opunha a um projeto de divisão do estado da Bahia. Um texto por ele composto, e que era lido por Maria Bethânia na TV, afirmava que dividir a Bahia era como separar o Jorge do Amado, o Dorival do Caymmi, o Rui do Barbosa, o Gilberto do Gil. Já separar a Fafá do Belém, o Paulo Henrique do Ganso, o Billy do Blanco e o Jayme do Ovalle, isso pode. Em São Paulo, ao arriscar-se no urbanismo, Duda Mendonça deixou sua marca indelével no ônibus pendurado à beira do rio. Agora se aventura na engenharia política e calca a mão pesada no mapa do Brasil. Leve isso em conta, amigo paraense.


Fafá de Belém chora para defender um Pará sem divisão



sábado, 7 de maio de 2011

Preparemos os bolsos, pra variar. Interesses de grupos serão debitados na conta do combalido contribuinte tupiniquim



1) GERAL Blog do Ricardo Noblat

Se dividido, Pará perderia a Vale para novo Estado

Câmara aprovou plebiscitos para criar Estados de Carajás e Tapajós

Usina hidrelétrica de Belo Monte, obra que é prioridade do governo federal, ficaria na área destinada a Tapajós

Felipe Luchete e Pedro Fonseca, Folha de S. Paulo

O Estado de Carajás, que ainda depende de um plebiscito para ser desmembrado do Pará, herdaria as maiores reservas minerais e os principais empreendimentos da Vale instalados na região.

Anteontem, a Câmara dos Deputados aprovou a realização de plebiscitos nos quais a população do Pará votará pela possível criação dos Estados de Carajás, no sul e sudeste paraense, e de Tapajós, a oeste. A votação tem um prazo de seis meses, mas ainda não foi definida pelo Congresso.

Caso a população confirme a criação de Carajás, ele teria a maior mina produtora de minério de ferro em operação no mundo, em Parauapebas, explorada pela Vale. Em 2010, Parauapebas, Marabá e Canaã dos Carajás, que integrariam o novo Estado, responderam por 80% de todo o CFEM (royalties de mineração) arrecadado no Pará.

Importantes reservas de cobre e níquel, exploradas pela Vale, também ficariam no novo Estado. A Tapajós e Pará sobrariam reservas de bauxita, como as do Rio do Norte, Juruti e Paragominas.

Assinante do jornal leia mais em

Se dividido, Pará perderia a Vale para novo Estado

2) Leitor no Blog do Cláudio Humberto:

07/05/2011 | 00:54

Proposta indecorosa criará novos currais eleitorais

CH. Sobre mais esta patifaria dos nobres deputados federais, a criação de mais dois estados com a divisão do Pará. O Brasil precisa de reformas política e previdenciária, dentre muitas outras. Mas os pulhas pensaram apenas em criar mais currais eleitorais, e as

sim poderão se juntar, à gentalha existente na fétida pocilga do Congresso, mais uma leva de degenerados e usurpadores. Qual a necessidade de se criarem mais estados? Nenhuma. Se não existem recursos, ou eles são, como de hábito surrupiados, a criação de novos estados aumentará apenas as despesas, o que sobrará para os novos es

tados? Imaginem só a alegria destes pervertidos discutindo com governadorezinhos igualmente salafrários os milhares de carguinhos e CC’s com salários indecorosos. Se os estados estão com problemas financeiros ou estruturais é no Congresso que as ações de aju

da e reformas estruturais poderão ser propostas e aprovadas. Porém, o corporativismo asqueroso típico de Brasília falou mais alto. O Brasil e seu povo que se danem, eles só querem mesmo é se locupletar, e o mais loucamente possível.

Luiz Antonio Escaramuzi Garcia Estância Velha - RS