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domingo, 18 de abril de 2010

Alípio do Violão, um ano da sua ausência

Já faz um ano que o Alípio do Violão se foi, para sempre, deixando saudade entre seus amigos. Postaremos abaixo novamente uma das últimas canções que teve oportunidade de cantar, ofertando-a às Anjas, que por certo estão a seu lado, como sempre se referia.


Clicando aqui acessarão as matérias sobre o saudoso Alípio do Violão


segunda-feira, 8 de junho de 2009

Três coincidências seguidas

Ultimamente não tenho saído muito de casa. Aliás, saio bem pouco. Hoje precisei copiar uns rótulos da Tontola para evitar bronca do Senador, ir ao fotógrafo pegar as fotos da Ruth para levá-las ao Marcelo, não estava, as deixei na caixa de correspondência e finalmente, comprar uns pacotinhos de amendoim macio, pois estou pressentindo que meu amigo João virá me visitar por estes dias e Tontola com amendoim desce muito bem.
No fotógrafo, encontrei-me com meu netinho, Juquinha. Na bomboniere, encontrei-me com minha irmã Solange. Chegando em casa o Marcelo me liga.

- Ouvidor! (como costuma me chamar)
-Não sabe da maior.
-Liguei há pouco para São Paulo em determinado estabelecimento comercial, pois precisava de informações sobre equipamento eletrônico e o senhor que atendeu ao telefone ficou surpreso quando me identifiquei e disse a origem do telefonema, Pindamonhangaba.
-Estive aí no mês passado, fui enterrar meu cunhado, o Alípio, conheceu?
-Lógico, eu sou amigo do Sérgio.
-Áh, isso mesmo, ele fez uma bela homenagem ao Alípio no seu Blog, não sabíamos que era tão querido por aí, que bom, etc. e tal.
Quantos milhões de telefones existem na Capital? Tinha que cair justamente no cunhado?
O Marcelo tem explicação, com certeza.
A foto é minha e o post supra me foi enviado pela Cris e pelo Cataldi, a quem agradeço e por mais uma coincidência, o e-mail do Cataldi continha três imagens com as três aves no céu formando um sorriso, que a Cris chamou de sorriso de Deus, acho que a indicar que o Alípio já estava por lá.

terça-feira, 19 de maio de 2009

Vá com as “ANJAS” querido amigo Alípio do violão



Hoje de tarde brotou saudade do querido amigo Alípio do Violão. Há algumas semanas não aparecia, principalmente no barzinho de periferia onde ultimamente nos encontrávamos às sextas-feiras após o lusco-fusco.

Nesta última sexta, dia 15, estávamos nesse barzinho e comentei entre os freqüentadores que tinha a impressão de que o Alípio apareceria por lá naquela noite com sua Chevette Marajó, 1982, a álcool. Estacionou um carro parecido e logo disse. Oba! O Alípio chegou. Não, não era o Alípio, era o Souza.

Morava sozinho numa pequena casa cedida pelo Haras Paulista, órgão do governo do Estado de São Paulo, de onde era funcionário aposentado. Seus familiares residem em São Paulo e no município de Praia Grande.

Estava completamente enganado, o querido Alípio jamais poderia estar conosco na sexta-feira passada.


Ou melhor, estaria sim, mas a nós não nos era dado o privilégio de vê-lo. Ele sim, nos via. Estava feliz na sua nova morada rodeado de belas “ANJAS”, como sempre dizia, local para onde desejaria ir após sua derradeira viagem.

Pois bem, fui até o Haras Paulista e ao me anunciar ao guarda na portaria, este, de sopetão, me deu a notícia triste.

Vá com as “ANJAS” querido amigo Alípio do violão 2





- O seu Alípio?

- Morreu! Já faz alguns dias. Até já foi a Missa de sétimo dia. A dona Consuelo deve saber detalhes.

- E o Nei?

- O Nei também sabe, só que não está aí agora.

Havia entregado ao Alípio, para que entregasse ao Nei, o número do meu telefone para emergências. Infelizmente não fui informado e não pude comparecer à sua despedida. O guarda só soube informar que o Alípio passara mal numa noite, foi levado ao pronto socorro e não mais voltara.

Eu, que já andava meio triste, voltei com lágrimas nos olhos e foi por isso que te liguei há pouco Jaimão. Nada falei porque você estava com compromisso, senão estaríamos fazendo esta matéria a quatro mãos.

Assim que completar esta postagem vou ligar para sua irmã Sônia, mãe da Karen, para que saibam que o Alípio do Violão era bem quisto, aqui na nossa querida Pindamonhangaba.

Com certeza, o nosso Grande Chefe atendeu ao pedido do Alípio, que está, todo sorridente, ao lado das “ANJAS”, cantando Iracema, do grande Adoniran Barbosa.
Até qualquer hora, querido amigo Alípio.
Sérgio.

sábado, 28 de março de 2009

Bons momentos

Este é o nosso amigo, o Alípio do violão, em foto que colhi ontem, por volta das 23 horas num bar de bairro.
Este casal de amigos, o Jaimão e a Cidinha, auxiliaram o Alípio na execução da canção Iracema, do saudoso e inesquecível Adoniran Barbosa. Vamos assistir ao vídeo, de uns dois minutos, o qual enviarei à Sônia, irmã do cantor e à sua filha Karen, residentes na Capital: