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sábado, 6 de abril de 2013

Cantoria no túmulo de Amácio Mazzaropi em Pindamonhangaba




A D. Eufêmia, mãe deste "escrevinhador", repousa nas imediações da morada do grande Mazzaropi, local em que também repousarei. 

Esta lichieira, cuja muda ganhei há algum tempo e, com a ajuda do administrador local,  a replantamos em substituição a uma árvore que havia secado, assim, quando alguém lá comparecer para uma "precezinha",
tão necessária para aplacar os meus pecados, saboreará algumas deliciosas lichias. 

Minha ideologia, ratificada além túmulo.




Carol deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Cantoria no túmulo de Amácio Mazzaropi em Pindamon...": 

linda a sua mae sergio,nunca deveria partir quem a gente ama,sinto muita falta do meu avo
que cemiterio bem cuidado,o daqui de herculandia so parte antiga tem passarela a parte nova se vc for em dias de chuva fica atolado kkk
muita gente diz que solo de cemiterio é contaminado,se fosse assim nenhuma planta nascia lá
Carol. 


Olá Carol, obrigado pela visita e comentário. No cemitério de Herculândia tenho vários parentes descansando, inclusive meu pai.
Hoje fui até o cemitério de Pinda para ver como está a minha lichieira, já tem quase dois metros. a fotografei e colhi duas poses do túmulo do Mazzaropi.
Grande abraço e obrigado Carol.









terça-feira, 10 de abril de 2012

MAZZAROPI - Cineasta que se tornou lenda do humor completaria 100 anos de vida nesta segunda



Terra - Como a carreira dele se tornou o sucesso que conhecemos?

Paulo - Eu costumo dizer que o Mazzaropi era o cara certo no lugar certo em todos os momentos. Quando aconteceu a Revolução Constitucionalista, ele morava em Taubaté, que era onde as tropas descansavam. Então, para animá-las, tinha que ter teatro, circo, música. Naquela época, na década de 1930, Taubaté acabou virando um pólo muito efervescente de cultura. E ele viu muitos artistas importantes do Brasil passarem pela cidade. Já de primeira, ele estava no lugar certo. Depois, começou no teatro porque o Oscarito teve um problema com uma das peças, precisaram de alguém e colocaram Mazzaropi. No dia da estreia da televisão, ele estava lá. Outros cômicos não puderam ir, então também tem aquela coisa da sorte. Foi ele o cara que conseguiu mostrar a cara primeiro na televisão.



ALGUNS FILMES COMPLETOS:

Jeca e o seu filho preto  ===> http://www.youtube.com/watch?v=6jC8PJSS_j4


A banda das velhas virgens ===> http://www.youtube.com/watch?v=KmIndxVd4HI






segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012

Instituto Mazzaropi comenta no ecoeantigos

1 comentário

  1. Um bom caminho para conhecer a história de Amacio Mazzaropi, o imortal Jeca do cinema nacional, é o Instituto Mazzaropi ( www.institutomazzaropi.org.br ), responsável pela administração do Museu Mazzaropi e por outros projetos como a biografia “Sai da Frente! A vida e a obra de Mazzaropi”, de autoria de Marcela Matos, publicado pela editora Desiderata após 5 anos de pesquisas, entre outros. São quase 20 anos de coleta de dados, depoimento de anôminos e famosos, professores, historiadores, apoio no desenvolvimento de monografias, dissertações de mestrado e teses de doutorado; e mais contínua coleta de dados, fotografias e documentos. Um acervo valioso para quem quer conhecer mais detalhes da carreira, da história e do sucesso de Mazzaropi.
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Olá Instituto Mazzaropi:

Obrigado pelo comentário no bloguito.  A propósito, recentemente colaboramos com vocês levando o Osvaldo Leonel, o qual trabalhou em quase todos os filmes do Mazzaropi na condição de dublê, para  dar seu depoimento em trabalho que vocês realizaram em parceria com a UNITAU - Universidade de Taubaté. (vide link abaixo)



sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

quinta-feira, 19 de maio de 2011

Osvaldo Leonel, o Mazza, depõe no Museu Mazzaropi em Taubaté

Já dizia Charles Chapplin; "ser feliz é fazer os outros felizes". Ontem fomos imensamente feliz. Conhecíamos o Mazza há alguns anos, nos foi apresentado pelo saudoso amigo Rubens Garcia Jr., entretanto não o víamos há anos. Encontrei-o recentemente num supermercado e batemos um papão. Prometeu-me a revista supra que o entrevistou. Fomos buscá-la e lhe demos uma garrafinha de Tontola.
Vimos na TV Vanguarda que o Museu Mazzaropi procurava antigos colaboradores daquele famoso cineasta para colher depoimentos. Telefonamos ao Mazza, o convidamos para a empreitada e lá fomos cumprir esta satisfatória tarefa.
Bem, a historieta está retratada no filmete abaixo que acabamos de elaborar. Saiba Osvaldo, que ontem nos foi um momento de enorme felicidade. Muito obrigado por nos tê-lo proporcionado.
Um grande abraço.