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sábado, 31 de março de 2012

"OTORIDADES"; deixem o Sebastião trabalhar em paz


Estão lembrados do post sob o título supra da semana passada?

Pois é, o Sebastião apelou para o jeitinho, a criatividade do brasileiro e já pode trabalhar com um mínimo de tranquilidade, apesar de "micronésimo" empresário informal. 

Tendo em vista que sua clientela é conhecida e habitual, passou a trabalhar com as portas fechadas. Distribuiu  "SENHA" para seus frequentadores, inclusive a mim, e somente estes terão acesso ao recinto.

Muita gente poderá não acreditar nesta informação, mas é a mais pura realidade.  Ontem à noite lá estivemos, levei dois amigos e o papo correu solto, muito agradável.

Isto é incrível! Autoridades envolvidas em escândalos, com processos tramitando em juízo, tentando impedir cidadão aposentado e de bem, de ter um complementozinho de renda com trabalho duro, até altas horas.

O Sebastião ontem estava tranquilo, feliz da vida, pois encontrou a solução para poder gerar impostos, os quais carrearão aos salários, mais às supostas propinas, de algumas "otoridades" tupiniquins. Sim, o Sebastião compra suas mercadorias nos supermercados da cidade, os quais emitem os cupons fiscais, carregados de uns 40% de incidentes.

Estado democrático de direito é isso aí, o resto é conversa mole pra boi dormir, né não?

Quem sabe, um dia, o Humberto de Alencar retorne em um "cavalo", para nos libertar novamente dos sanguessugas de tudo quanto é espécie.

Prost!


"Quando você perceber que, para produzir, precisa obter a autorização de quem não produz nada; quando comprovar que o dinheiro flui para quem negocia não com bens, mas com favores; quando perceber que muitos ficam ricos pelo suborno e por influência, mais que pelo trabalho, e que as leis não nos protegem deles, mas, pelo contrário, são eles que estão protegidos de você; quando perceber que a corrupção é recompensada, e a honestidade se converte em auto-sacrifício; então poderá afirmar, sem temor de errar, que sua sociedade está condenada".

Ayn Rand



terça-feira, 27 de março de 2012

Era uma vez um belo Jeep Willys ano 1955


 Estamos na periferia, um bairro pobre de Pindamonhangaba,  à margem da Rodovia Presidente Dutra, calçadas de terra, casas poucas e sem acabamento, terrenos baldios cheios de mato, etc. e tal. Estão vendo esta minúscula edícula, cuja porta de entrada mede 0,82m x 2,10m?


Vocês imaginam o que pode conter lá dentro? Não? Não acreditarão, porém mostrarei as fotos a seguir. Erguida nos fundos de um terreno, onde tem um minúsculo coberto que abriga uma micro oficina, cujo proprietário, homem trabalhador, labuta diuturnamente para conseguir seu pão de cada dia. Seu e da família.


Claro, informal. Seu sonho é fazer um galpão um pouco maior, com telhas de aço, acertar a papelada para poder trabalhar com absoluta tranquilidade, mas não deu tempo. Os homens da lei, implacáveis, chegaram antes e acabaram com a brincadeira do moço. Fecharam a oficina. E agora José?

                    

Quando o flagraram, estava procedendo à reforma de um Jeep Willys igual  ao desta foto colhida no Google.


Bom, o que ele fez foi juntar os pedaços e acondicioná-los no cômodo supra. Até agora não entendi como conseguiu, sozinho, enfiar tudo lá dentro.







PEDIREI AJUDA AO FILÓSOFO OLAVO DE CARVALHO PARA MANIFESTAR A INDIGNAÇÃO DAS PESSOAS DE BEM DA NOSSA BELÍNDIA.

FALA OLAVO, QUE EU TE ESCUTO;





sábado, 24 de março de 2012

"OTORIDADES"; deixem o Sebastião trabalhar em paz

Não me conformo com a máquina estatal, nos três níveis de governo, nas últimas duas décadas, perseguir com vigor ferrenho os pobres dos trabalhadores informais. Por que não os ajudam, ao invés de combatê-los? A burocracia é odiosa! Arrogante! Maldosa! Insensível! 
Sempre fui e sempre serei um reacionário à proteção da causa. 
Esta semana encontrei um discurso de um dos mais renomados  filósofos, Olavo de Carvalho, que me deixou feliz, pois defende exatamente esta lógica e o reproduzi abaixo com algumas ilustrações da Net.

Na quarta-feira, por volta das 22 hs,  estava com uns amigos em um informal botequinho da periferia de Pindamonhangaba, cujo proprietário Sebastião (nome simbólico) é aposentado do inss e recebe aquela merreca por mês e para complementar a rendinha, vende, no salãozinho 4X4, umas cervejinhas, umas cachacinhas, língua  ensopada (credo!) e derivados, quando passou bem devagarzinho, em frente, uma Kombosa com o desgastado logotipo da prefeitura, com três "otoridades" aboletados. Foram, voltaram, pararam nas proximidades, observaram, foram, voltaram de novo... Pobre Sebastião, já estava chamando o Genário de Genésio, de tão apavorado que ficou. 

-E se fecharem isto, como vou sobreviver? E a minha netinha que mora comigo? Terei de virar assaltante? Terei de vender crack?

Acalmamos o Sebastião, fechamos a porta e permanecemos no interior do barzinho até que as "otoridades" se fossem. E se foram, sem a devida abordagem. Acho que ficaram receosos, pois estávamos em meia dúzia, dentre os quais, um "guarda-roupa" e creio, aguardavam a viatura da guarda municipal para inibir eventual reação irada do Sebastião ou dos clientes, dentre os quais um exaltado e eu com a filmadorinha a postos.

Enquanto isso, passava para lá e para cá, pelo menos umas 10 vezes observamos, motoqueiro+garupa, suspeitos de entregarem drogas. Isto pooooooode, né não companheiros?

Tem algo de errado no reino da donamarta.

Fique esperto Sebastião, elles voltarão e desta vez, mais bem preparados.

PS: Indagarão alguns, por quê o Sebastião não legaliza o boteco? Com que grana meu filho? Vende o almoço pra comer o jantar! E a tal da vigilância sanitária, aprovaria um puxadinho mambembe?  

Aqui alguma coisa do que já escrevi sobre trabalho informal===> http://ecoeantigos.blogspot.com.br/search/label/Empregos



quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

"OTORIDADES"; deixem a Sebastiana trabalhar em paz


 Neste carnaval, por uma coincidência, conhecemos a Sebastiana, (nome trocado para que a mesma não sofra maiores perseguições) vendedora ambulante numa cidade do Vale do Paraíba, de um produto baratinho, legalizado, de grande aceitação. Ganha de comissão alguns poucos centavinhos por unidade vendida. O primeiro contato foi na sexta-feira quando retirava os produtos no seu revendedor, pois fomos buscar alguns desses artigos e percebemos em ambos uma preocupação enorme, pois temem que seus ganha-pão lhes sejam subtraídos porque a lojinha, tamanho 2 por 6, seja fechada porque não possui um banheiro para cadeirantes. Se ocorrer, serão 10 empregos, os quais permitem um ganho de quase um salário mínimo por mês.


No domingo a encontramos novamente em um supermercado com essa listinha nas mãos, cujo valor da compra totalizava R$ 31,80, sem incluir a Coca-Cola, pois o dinheiro que ganhou no sábado à noite dentre os carnavalescos, apesar de ser por várias vezes ameaçada pelo "Senhor Fiscal" de ter sua mercadoria apreendida, não lhe permitia este luxo.

A Sebastiana estava tão revoltada que insistiu em posar para as fotos colocando a "cara para bater." Eu que, por prudência, recortei sua identificação.

Essas pessoas que se acham, todas cheias de razão,  que querem subtrair seu emprego e de suas 9 colegas, não têm o mínimo alcance de perceber que essas moças são fantásticas geradoras de impostos, os quais permitem pagar seus salários, senão vejamos; Os produtos são fabricados na Baixada Fluminense, geram centenas de empregos por lá, vêm por rodovia cheia de postos de pedágios, com díesel absorvendo uns 50% de contribuições governamentais, capeados com notas fiscais devidamente tributadas e mais uma infinidade de recolhimentos devidos à reposição, por desgaste, dos componentes dos veículos, sem contar os encargos sociais dos motoristas e seus ajudantes, etc., etc., etc..

A pobre Sebastiana, com sua listinha de compras totalizando R$ 31,80, sem a Coca-Cola, (cá pra mim, sorte dela não poder comprar esse produto) deixa aos governos, nos seus três níveis, aproximadamente mais uns R$ 11,00 de impostos embutidos, levando para casa, após todo esse trabalhão, apenas uns R$  20,00. 

O QUE QUE É ISSO COMPANHEIROS?

Deixem a Sebastiana, suas 9 colegas e seu heroico patrãozinho em PAZ e por favor, não venham mais à mídia alardear que criaram não sei quantos "minhões" de empregos, pois estes são criados por empreendedores, apesar de todas as dificuldades burocráticas que vocês impõem a todos quanto se propõem a trabalhar nesta terra.


segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

CÃO PESCADOR poderá complicar a vida fiscal de seu dono


{...} Um cachorro que vive em um pesqueiro de Presidente Venceslau (611 km de São Paulo) virou o “salvador da pátria” dos frequentadores com pouca sorte na pescaria. Para não deixar os clientes voltar para casa de mãos vazias, Thor, um labrador de 14 meses, faz ele próprio a pesca, e nunca falha. (vejam o filme abaixo)

{...} Segundo Cação Neto, passam entre 800 e mil pessoas por semana no pesqueiro, que funciona de terça a domingo. Entre os fãs do cachorro pescador estão principalmente as crianças, devido à docilidade do animal.



Ali, no destaque poderá residir o perigo ao Sr. Cação Neto, pois deu a dica de seu faturamento; média de 900 pessoas por semana, aproximadamente 40.000 por mês, que cada um leve uns dois quilos de peixe, a R$ 10,00 reais... Poderá perder a tranquilidade companheiro. 


Por aqui havia na periferia uma cooperativa informal de catadores de lixo gerando 20 empregos informais de trabalhadores sem a mínima qualificação, completamente fora do mercado de trabalho, mas sobreviviam dessa atividade. Foram expostos na mídia televisiva como história interessante digna de ser imitada. (Pesquisando há pouco encontrei este link da jornalista Deniele Simões, nossa amiga, onde deixei um comentário;  http://denielesimoes.blogspot.com/2003/09/projeto-arara.html )



Bingo! Na segunda-feira apareceram os federais, isso no início do governo que se diz defensor dos pobres, exigiram a formalização e a cooperativa informal quebrou em poucos meses. A poderosa rede de tv que causou tamanho estrago, simplesmente se omitiu e todos os homens públicos que tinham por dever de ofício apoiar esta nobre iniciativa, simplesmente aplicaram os rigores da lei. Como diz o boris casoy, o qual deixei de admirar após ter ofendido garis, 
ISTO É UMA VERGONHA!

sábado, 7 de agosto de 2010

Empregos, Desenvolvimento, apesar de vocês! II


Sobre esta matéria, dois leitores deixaram interessantes comentários, um que nos enviou um link de artigo da Revista Veja demonstrando a dificuldade de se criar empregos no Brasil e outro leitor que nos enviou interessantíssimo vídeo de como a vida corre leve, livre, solta, desembaraçada, na pequena Itabirito, do Estado de Minas Gerais.
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Este vídeo chega a emocionar. Por incrível que pareça, agora, após a exposição na mídia, correm o risco de desaparecer, porque estão na informalidade. Todos os procedimentos conflitam com as exigentes normas promulgadas pelos pais da pátria.
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Prato cheio para essa tal de vigilância sanitária. Vocês não acreditam no que escrevo, não? Aqui em Pindamonhangaba aconteceu o que afirmo. Estão lembrados do Projeto Arara, lá do Bairro do Araretama? Pois é, escafedeu-se. Era uma cooperativa informal de catadores de lixo, 20 companheiros que ficaram desempregados após a história deles ter sido narrada no quadro "Retrato Falado", do programa Fantástico, da Rede Globo de Televisão, no dia 7 de setembro de 2003.
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Pesquisei na Net e só encontrei pequena referência, entretanto, por acaso, tenho o filme em vídeo, já meio mofado. Tentarei, assim que me der na telha, encontrar profissional que o "desmofe", converta o conteúdo para dwd, daí para o Youtube e depois torcer para que não me processem por apropriação indevida de obra protegida por direitos autorais.
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Chega de prosa (que o Senhor o tenha Gioia Júnior) e vamos ao filmete, lindo, lindo, lindo, senão antes um recadinho aos senhores, donos de nós:
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Vivam e deixem-nos viver.
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quarta-feira, 4 de agosto de 2010

Empregos, Desenvolvimento, apesar de vocês!

A nota publicada hoje no Jornal da Cidade de Pindamonhangaba, enaltecendo artigo do presidente da Associação Comercial e Industrial de Pinda - ACIP, Jorge Samahá, retrata uma realidade incontestável.

Tenho um amigo cuja filha e genro tentam tirar da clandestinidade uma lanchonete localizada numa vizinha cidade, cujo faturamento não permite a ambos a retirada de um salário mínimo cada, apesar de trabalharem mais de 10 horas diariamente.

Que sufoco!!!

O que estes burocratas de mierda estão fazendo com ambos é caso de polícia. Cada vez que vou lá e me relatam as exigências dos poderes públicos para que possam funcionar sem a necessidade de "favores", me deixa indignado. Ambos estão pensando em escrever um livro sobre a enorme dificuldade em se trabalhar e gerar empregos "nestepais". Sim, gerar empregos porque trabalham também com sistema de entregas e têm dois motoqueiros a seu serviço. Tudo, por ora, na clandestinidade. Estão anotando detalhadamente todos os obstáculos que lhe são colocados, isto, numa micronésima empresoca, cujo salão mede uns 5 metros de frente por uns 15 de fundos.

Apesar da informalidade, geram uma série de impostos, pois compram seus produtos na rede atacadista de Taubaté, que fornece nota fiscal, sem contar os impostos, uns 50%, incluídos nas ligações telefônicas, inclusive dos dois celulares, cujas tarifas são as maiores do mundo, água, tarifa de energia elétrica, que gera imposto sobre imposto. Sabiam? Sim, não são 25% de ICMS sobre o consumo, como determina a Lei. A esperteza do guloso governo paulista o transformou em 30%. Duvidam? Peguem a conta e calculem. Vejam, se nós consumimos R$ 100,00 de energia, 25% dariam R$ 25,00, mas nós pagamos R$ 30,00, porque cobram 25% sobre o imposto também. Caso único no mundo. Gerou até um protesto de um leitor do site do Claudio Humberto hoje, vejam abaixo.

O que esses burocratas, de todos os níveis, dos três poderes e de todas as instâncias, têm que se conscientizar, é de que os que produzem geram cifras para pagar seus salários. O produtor não deve ser tratado como um estorvo, como um inimigo. Deve ser tratado com carinho, muito carinho, pois é sobre o resultado do que eles produzem que os parasitas vivem, salvo aí, algumas poucas e honrosas exceções.

Portanto, caro leitor, quando um pai da pátria aparece na mídia alardeando que criou não sei quantos empregos, lembrem-se desta nota, pois os empregos foram, são e serão criados, apesar de todas as dificuldades que essas pessoas nos criam.

Tenho dito.

Sérgio.

PS: Ro e La; se sintam desagravados. Beijos.



04/08/2010 | 08:27

TELEFONIA E ELETRICIDADE

Para baratear o custo da telefonia fixa e movel, e também da eletricidade, basta acabar com a irregularidade do imposto sobre imposto. Qualquer uma pessoa que saiba somar pode conferir como está sendo surrupiada todos os meses pelas operadoras de telefones e de eletricidade. É um verdadeiro escandalo e ninguem toma providência. Há anos reclamo, envio cartas para jornais, que não as publicam, email para deputados e senadores.Procon, Anatel, Embratel. Ninguem é responsável, um orgão joga para outro e nada de solução.
Tarcisio Martins
Londrina - PR