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.- A ÁRVORE QUE O SÁBIO VÊ, NÃO É A MESMA ÁRVORE QUE O TOLO VÊ! William Blake, londrino, 1800.

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

domingo, 23 de agosto de 2009

SIDNEI ROSA, GENTE QUE FAZ A DIFERENÇA

O bibliotecário Sidnei Rosa: pequena revolução com medidas simples e constantes. (Foto: Gabriel Novaes)
O Dr. Eugênio de Camargo Leite, antigomobilista, expondo um de seus carros no passeio de autos antigos realizado nessa aprazível cidade, em setembro de 2006. Abaixo, imagem da exposição. Fotos colhidas pelo bloguinho.
O diferencial
{...} O volume de empréstimos de livros feitos na Biblioteca Solidária de São Francisco Xavier é um dado fora da curva em instituições similares e que, portanto, chama a atenção de forma positiva. Quem opina é Vera Lúcia Batalha Renda, professora do curso de Letras da Universidade de Taubaté.
Segundo a doutora em Estudos Comparados de Literatura em Língua Portuguesa pela USP, a média de 800 empréstimos mensais é um índice do bom trabalho de promoção de leitura feito na localidade.
"No Brasil, lê-se muito pouco e quando vemos um exemplo vindo de um distrito como o de São Francisco, com um hábito de leitura é tão alto, é animador", diz.
A especialista atribui os índices à existência de um bibliotecário especializado. De todas as bibliotecas da região, é a única que conta com um profissional com formação específica. "É perceptível a influência do bibliotecário. Ele influencia as pessoas a ler mais. Rosa cumpre bem a sua função, que é a de conversar com o leitor, perguntar o que achou de tal livro, e o principal, indicar novas obras para os frequentadores", diz Vera Batalha.
Além da atenção ao leitor, traduzida pelo contato e pelas sugestões de leitura, a Biblioteca Solidária de São Francisco Xavier tem outros projetos de incentivo à leitura, também pautados pela simplicidade e por essa relação de proximidade. Um dos de maior repercussão é o que promove encontros com os escritores da região do Vale do Paraíba e Serra da Mantiqueira. "O contato com o autor desconstrói aquela imagem de que quem escreve uma história é um iluminado. As pessoas percebem que o escritor é alguém que escreve também com muita transpiração, e não só com a inspiração", afirma a especialista.

sábado, 22 de agosto de 2009

O silêncio dos bons

O prezado amigo José Paulo Ferrari nos enviou mais uma colaboração, a quem agradecemos;

quinta-feira, 20 de agosto de 2009

Profissão mendigo

Imagens do Google e texto enviado pelo José Paulo Ferrari a quem agradecemos

A excelente matéria, publicada da última edição da Veja * São Paulo, em que aborda a antiga “profissão” que cada vez mais aumenta no mundo, revela o grau da deteriorizacão da ética e da formação moral de significativa parcela da população que se acostumou ganhar dinheiro fácil. Ela mostra, também, que a impunidade, nos mais diferentes níveis, como nos casos dos nossos maus políticos em Brasília, é – no nosso ver – um incentivo para a prática da contravenção e do crime.

Vale lembrar que o PT, orquestrado por Lula, acabou de dar o golpe fatal, no caso do Sarney.

A iniciativa da Veja – uma vez mais – repercutiu, tanto que outros órgãos da imprensa procuraram imitá-la e, também, abordaram o assunto com destaque, durante toda a semana, especialmente a televisão.

Sentimo-nos no dever de parabenizar a equipe da Veja São Paulo e queremos sugerir a ela e outros meios de comunicação a realização de outras reportagens investigativas, como é o caso de mais uma “profissão” que esta se tornando comum nas grandes cidades, qual seja as pseudas campanhas de arrecadação de roupas usadas por entidades falsas que, por seus “representantes”, passam de casa em casa distribuindo um pequeno informativo e depois retornam, normalmente em vãs para a coleta. Infelizmente, as roupas arreca dadas – geralmente - vão parar nos brechós, que a cada dia aumentam pelas cidades, sobretudo no interior.


Esta pratica negativa contrapõe, sem dúvida, as verdadeiras campanhas desencadeadas, normalmente, pelas prefeituras, através das Secretarias de Assistência Social, ou pelas entidades sérias que na época da estação fria conta com o apoio da população para atender os mais ne
cessitados.

Há também aquelas pessoas que “compram” impressos de entidades, no geral de instituições de amparo aos portadores de deficiências, como são os casos de cegos, ou de asilos, e, depois, batem nos portões solicitando contribuições em dinheiro. Em muitos casos, quando percebem a boa fé dos incautos moradores, aceitam qualquer tipo de doação, como móveis, roupas e alimentos que vão para as suas casas ou colocados no comércio ilegal.

A matéria da Veja e dos canais de televisão é uma forma de conscientizar a população.

É importante ter em mente que a prática da Caridade é um dever de todos nós, uma vez que esta presente nos princípios das mais variadas religiões. Mas, é - também - um ato de justiça e deve ser dirigida as entidades sérias e responsáveis, quando não praticadas por nós diretamente a aqueles, realmente, sabemos que necessitam.

José Paulo Ferrari - psicólogo

*

http://vejasaopaulo.abril.com.br/revista/vejasp/edicoes/2126/profissionais-esmola-491734.html

BONDINHO DE SANTA TEREZA

Vejam a argumentação dessa infeliz senhorinha. Questão cultural. Quer acabar com uma tradição de mais de 100 anos, uma das únicas restantes neste país desmemoriado e mal cuidado, em razão de probleminhas corriqueiros de seu bairro. Se esquece a infeliz de que acidentes como o relatado ocorrem aos milhares, não só na cidade maravilhosa, como em todo o território nacional, vitimando umas 36.000 pessoas por ano, ou 3.000 por mês, ou 100 por dia, ou 4 por hora.
Tomara que os politiqueiros de plantão sejam iluminados e não cometam mais esta barbaridade, mesmo porque, os bondinhos já estavam lá antes dessa infeliz nascer e lá ir residir.
Se mude minha senhora, vá para o morro do Alemão, lá não tem bondinho para tirar a sua tranquilidade e te garanto que o aluguel é muito mais barato.
http://noticias.uol.com.br/ultnot/multi/2009/08/19/04023472C0A90366.jhtm?moradores-reclamam-da-reforma-no-bondinho-de-sta-tereza-rj-04023472C0A90366

quarta-feira, 19 de agosto de 2009

Bobby McFerrin

O cantor americano Bobby McFerrin, vencedor de oito Grammys e conhecido no mundo do jazz tanto pelo clássico “Don’t Worry, Be Happy”, como por sua enorme extensão vocal (no bom sentido, por favor), foi convidado para participar do debate “Notas & Neurônios: Em Busca de um Refrão em Comum” no Festival Mundial da Ciência.

Em determinado momento, ao falar sobre “expectativa”, resolveu demonstrar o sentimento usando a plateia como um instrumento musical.

Edgard

Obrigado Edgard pela interessante matéria.

CLIQUEM AQUI

terça-feira, 18 de agosto de 2009

ECOEANTIGOS NO CTA c

Ecoeantigos registrando a transmissão de cargo dos excelentíssimos senhores Major Brigadeiro do Ar, Ronaldo Salamone Nunes, ao Tenente Brigadeiro do Ar, Cleonilson Nicácio Silva, perante o Comandante da Aeronáutica, Brigadeiro Junichi Saito, agora há pouco, no CTA - Centro Tecnológico Aeroespacial, em São José dos Campos.




http://www.youtube.com/watch?v=E2bit3LNMFc


ECOEANTIGOS NO CTA b








http://www.youtube.com/watch?v=Pa1-jcX_lgQ

ECOEANTIGOS NO CTA a

segunda-feira, 17 de agosto de 2009

ECOEANTIGOS VIVENDO BONS MOMENTOS

Exposição de automóveis antigos na 33ª Feira da Apae em Pindamonhangaba.Vemos o Sérgio Banhara, feliz da vida, dando explicações de como deixou o Fusca 66 em estado de zero.
AQUI, O MC JAIMÃO ENTREVISTANDO O S.T. HALLEY, REGENTE DA BANDA DO EXÉRCITO DE CAÇAPAVA, DURANTE SUA APRESENTAÇÃO NA 33ª FEIRA DA APAE EM PINDAMONHANGABA
Este é o Ford Maverick 1975, na família desde zero quilômetro, do Engº Luis Sávio Neto, ex-Secretário da Educação local, esposo da Inês, competente professora do meu netinho Rafinha, um dos pioneiros na implantação da Villares em Pindamonhangaba. Luis, vamos botar placa preta no carrão? Te apresento no CAAT - Clube de Autos Antigos de Taubaté e tenho certeza de que será bem recebido, pois lá só tem gente boa, a única exceção é este que vos tecla.






Estas entrevistas serão levadas ao ar no próximo domingo, dia 23, no programa 33, 45, 78 (rotações), na Rádio Super Pop FM, 97,9, das 9,00 às 10,00 hs.

domingo, 16 de agosto de 2009

Parabéns Cris

Oi Cris:

Parabéns pelo seu aniversário. Mostre para a Juju a foto supra, você com seu irmão, ao lado da bisavó Marya, em Herculandia, em 1976.
Beijos e clique aí;


Gostou? Então clica aqui e escuta mais!




Músicas de 1950 a 1989, num clique

Transferimos as músicas para a coluna à direita-->

quinta-feira, 13 de agosto de 2009

Meu velho

Salve!
O tempo é passado. Mas, sempre vale à pena lembrar.
Pois, no presente estamos, sempre, os bons momentos recordar.
Depois, é preciso tributos pagar, aàqueles que tudo fizeram para nos formar
No caminho da Vida, boas lições sempre a nos ensinar
Nos atos simples muito amor sempre a nos dar!
Eternas lembrancas podem, também, nossas almas imortalizar.
E aqueles que nos antecederam haveremos sempre de amar!
Já que somos frutos do passado, mas é no presente que estamos sempre um bom futuro a criar.
Razão pela qual, nossos filhos, nossos netos e os filhos deles, nossos pais eles haverão de reconhecer e adorar!
Carinhoso abraço!
José Paulo Ferrari


http://www.youtube.com/watch?v=WUn6iqUI58M

A história deste Fordinho 1929

Ao perceberem que esta foto é de arquivo pessoal, me perguntaram a origem desse Fordinho.
Era o carro do meu pai na minha adolescência. Foi nele que, apesar de menor idade, realizava meus passeiozinhos lá pela querida Herculâ
ndia. Na época o Brasil era desregulamentado, não tinha tantas chatices, o povo e autoridades, camaradas e não topavam tudo por dinheiro. Felão, eu e o seu cunhado Toninho padeiro temos histórias. Lembra do Padre #$&*¨#*, que o João minhoca chamou de vigário vigarista? Pois é.
Esta foto deve ser do ano de 1958, pois o caminhão Chevrolet Brasil estalando de novinho estacionado ao lado era dos Laticínios Alta Paulista Ltda e seu motorista o Augustão preto (hoje seria senhor Augusto grande, afrodescendente. Fosse o Augusto anão teria de chamá-lo, Augusto verticalmente prejudicado. Tenham dó, né?

O Augustão preto está ainda firmão, casou-se com a Santa, secretária da minha saudosa mãe e estive com eles no ano passado por ocasião do falecimento da tia Espéria.
Esse Fordinho, o sr. João o comprou do sr. Martinelli, já tinha quase 30 anos de uso e funcionava que era uma beleza. Veio com uma adaptação, pois a rodagem era do Ford 1934, se não me falha a memória, aro 16", enquanto a original, 21", porisso mais macio que os demais, apelidados de Pé-de-bode.
Depois, em 1961, fui para a Capital trabalhar na Villares, que produzia os Elevadores Atlas, olhem eu aí fazendo pose na vespa emprestada para a foto, na rua Alexandre Levy, no Cambuci, um dos focos de agitação preferidos dos sindicatos e cia., cujo ponto de ebulição ocorreu em 1964, marcha da família com Deus pela liberdade, etc. e tal.
Vivi de perto este burburinho, que por sinal, voltou a fervilhar com intensidade redobrada.
Tive apoio fundamental dos Tios Carlos, Bezinha e Beta e deixei o Fordinho em paz.

quarta-feira, 12 de agosto de 2009

Lá vem ela com mais velharias. . .

E-mail enviado pela Marli do http://maryvillano.blogspot.com/ a quem agradecemos
O caderno que a gente tinha, era o de brochura (capa impressa numa única folha, cujo conteúdo é grampeado pelo centro.
Era arrancar uma folha e, despencar o caderno inteiro.

Tinha o caderno de lição, de desenho e de caligrafia... todos em brochura.
Slide 6



Quem não foi alfabetizado por essa cartilha, hein?
A garotada de hoje talvez nem saiba da existência dessa cartilha...(risos)
Mas muitos de nós somos o que somos hoje... graças a ela.
Bons tempos... tempo em que a professora era nossa segunda mãe.
Mas.. na vida tudo se renova... inclusive os conceitos.

PRÍNCIPE POETA Alexandre Lemos - APAE


Imagem do Google e texto enviado pela Ângela Míriam de Salvador, a quem agradecemos

Peço que divulguem para prestigiá-lo.
Se uma pessoa que encontra tantas barreiras ainda acredita
tanto no amor, por que a maioria das que se dizem 'normais' procuram, ao contrário, negar sua existência?

A. Míriam.

"Ilusões do Amanhã"

'Por que eu vivo procurando um motivo de viver,
Se a vida às vezes parece de mim esquecer?

Procuro em todas, mas todas não são você.

Eu quero apenas viver, se não for para mim que seja pra você.

Mas às vezes você parece me ignorar, sem nem ao menos me olhar,

Me machucando pra valer.

Atrás dos meus sonhos eu vou correr.

Eu vou me achar, pra mais tarde em você me perder.

Se a vida dá presente pra cada um,

o meu, cadê?

Será que esse mundo tem jeito?

Esse mundo cheio de preconceito.

Quando estou só, preso na minha solidão,

Juntando pedaços de mim que caíam ao chão,

Juro que às vezes nem ao menos sei, quem sou.

Talvez eu seja um tolo,

Que acredita num sonho.

Na procura de te esquecer,

Eu fiz brotar a flor.

Para carregar junto ao peito,

E crer que esse mundo ainda tem jeito.

E como príncipe sonhador...

Sou um tolo que acredita, ainda, no amor.'

terça-feira, 11 de agosto de 2009

Desta para melhor

Imagem do Google e texto enviado pela grande jornalista pindamonhangabense Doca Ramos Mello, a quem agradecemos:

{...} Eu dizia que não pretendo ter velório. Decidi isso escolada nas caras de mosca de padaria que fazem as pessoas em torno de um morto, a louvar-lhe os feitos, o caráter, ah, excelente figura, que amor, tão bonzinho... Esta última parte é a que mais me assombra o espírito - imagine alguém falando de minha ilustre pessoa desse jeito, ali, à beira do meu caixão, e eu sem poder fazer nada...?! Nem vem. Seria mais apropriado se dissessem "ah, mas era tão ruinzinha"... E alguém se atreveria? Duvido. Porque a Morte tem essa coisa meio solene, é fechar os olhos e passa o morto a ser um anjo de candura, ah, morreu tão cedo, coitado, não merecia, ainda ontem estava ali, de repente, olha só, puf, que vida... Não quero isso p'ra mim, de jeito nenhum. Não desejo que me fiquem escrutinando a cara falecida nem fazendo comentários... E como sofro de claustrofobia, também não me disponho a ser enterrada porque vai que eu acordo lá embaixo da terra, Santa Maria Madalena, que terror, eu morro de vez! Tenho pesadelos com isso, sabiam? Então, serei cremada. Estou deixando tudo isso escrito aqui para que ninguém venha fazer gracinhas comigo na hora H, heim? Prometo puxar a perna de todo mundo, se não me obedecerem às ordens, e devo começar isso ali mesmo no tal velório, ah, acreditem...

Aí está João Batista, a receita que solicitou