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sexta-feira, 15 de novembro de 2013

Olhar de criança


Lá, nos tempos idos da minha infância, gravuras como esta eram colocadas,muitas vezes, diante das crianças, nas salas dos antigos grupos escolares, e sugerido redações que tanto podiam ser simples descrições ou narrações de histórias concebidas a partir de nossas próprias criações. 

Eram oportunidades e incentivos para a expansão da força das Almas das crianças de estavam em formação. Pois, passavamos muito tempo observando detalhes e buscando inspiração, antes de colocar no papel, com lápis ou canetas de penas, as ideias que brotavam em nossos pueris pensamentos através da imaginação. 

Ao contemplar, hoje, quadros como este de cenários simples e motivos naturais, que parecem quase não mais existir, vêm-me a convicção de que foram cenas como estas, enrequecidas pelas carinhosas atenções das professoras que faziam de suas profissões verdadeiras artes de intensa devoção, que plantaram em meu simples coração, de menino tímido do interior, as primeiras inspirações pelo respeito à Natureza e o amor pelos animais, como simples dever de compartilhar a existência, nesta maravilhosa Criação.

Sei, também, que – além dos ensinamentos do pai e da mãe – minha compreensão da necessidade do trabalho honesto, como forma de ganhar o pão, nasceu a partir destas belas contemplações.

Ainda creio que são coisas simples como estas que, apesar do tempo, forjam as almas e podem, também, nosfazer um pouco mais sensíveis, quase poetas e ousados descritores das humanas emoções. Além de nos conduzir por caminhos e profissões de cuidadores e, até mesmo, de intensos defensores das praticas das virtudes e do verdadeiro amor. 

Obrigado Mestre José Paulo, um grande abraço.

domingo, 22 de setembro de 2013

As últimas chuvas do Inverno

As águas descem do céu e purificam as plantas, num doce despertar.

Gotas de luz que suavemente nos preparam, para a bela Primavera que já esta no ar!

São lágrimas de despedidas da velha estação e de todos que se vão.

Momentos que promovem em nos significativos sentimentos de gratidão.

O tempo ainda não é o de muito falar, mas simplesmente de silenciar.

Em nosso olhar só o profundo contemplar. E, nos ouvidos, só o verdadeiro escutar.

Para muitas almas, são elas que trazem paz e promovemsempre recordação.

No meu coração, a cada pulsação, só esperança e sentimento de adoração.

Divinas gotas, eu te imploro, purifica minha alma e limpa meu olhar.

Para que a eu possa, além das coisas, tudo verdadeiramente enxergar.

Que teu poder seja, para muitos, como bênçãos de salvação.

Pois, teus movimentos são como batismo de reconhecimento e conversão.

Águas Eternas que, sempre, se movimentam para a Vida manifestar.

Elemento sagrado, de divino poder, que esta sempre a tudo criar.

Dá, a todos, tuas maravilhosas energias da renovação.

E, deixa fluir em meu ser a eterna e divina gratidão.

José Paulo - (Final de inverno, 19 de setembro de 2013)

Salve meu Mestre. Muito obrigado e um grande abraço.

sábado, 21 de setembro de 2013

CLÁSSICOS NO ELDORADO; 22 DE SETEMBRO

Salve, caro amigo! 
Isto te interessa! 
Carinhoso abraço; 
José Paulo


Salve, meu caro amigo José Paulo! Obrigado pela informação. Fosse mais perto, com certeza iria apreciar e colher umas fotos, entretanto, sendo na Capital, já dificulta um pouco para dois velhinhos, eu e meu Fusqueta. Um grande abraço a você.

segunda-feira, 19 de agosto de 2013

Imagens entram pelos olhos, mas mexem mesmo é com a mente e com o coração!

E lá, sobre o fogão, o café quentinho sempre esperando gente para compartilhar emoção.

Podia ser o vizinho, família, visita ou até mesmo o patrão. O que importava era a conversa, adoçada com o pretinho feito pela mãe com carinho e muita dedicação.

Mãe, que era ótima cozinheira, bem verdade de somente alguns pratos, fazia café passado no coador de manhã, á tarde e, até mesmo, de noitinha, esperando alguém para formar roda e prosear de montão.

Pai, por sua vez, chegava de mansinho no entardecer lá do trabalho, chapéu na cabeça e já com cigarro na mão. E, com a desculpa de roubar fogo da lenha, tomava uma, duas e até três canecas, com muita satisfação. Ele tinha uma habito de rodar a caneca no ar para esfriar o café, que nos chamava muito a atenção.

Para não perder o cheiro que invadia a cozinha, pai também puxava um banquinho e sentava baixinho, bem próximo do chão. Puxava conversa, alisava nossas cabeças e nos ensinava a fazer oração. Eram momentos maravilhosos de pura inspiração.

Que belos e inesquecíveis momentos, estimulados pelo café quentinho, fora os bolinhos feitos com carinho, só pra mim e para meu irmão.

Ouvir história de assombração, lendas da mula-sem-cabeça e corpo-seco, causava medo de tirar o sono. Mas, tomando café, então, mexia muito mais com nossa imaginação que, aos poucos ia compondo, moldando nossas almas de meninos caipiras, lá no nosso rincão.

Que tempo bom!...

Café quentinho, lenha no fogão, amizade sincera, alegria, simplicidade, histórias e muita emoção, nos momentos que hoje são só recordação!

O tempo já se foi. Mas, no ar o cheiro atraente e estimulante do café fresco sobre o fogão, para mim e para o meu querido irmão, com certeza, é muito mais que simplesmente força da imaginação.

Eu garanto... é saudade, é lembrança. É divina recordação, de um tempo que não se apaga da mente da gente e, muito menos, de nosso coração.

 (JPF: 18/8/2013)

Mestre, obrigado e um abraço.

domingo, 23 de junho de 2013

Graças a São João Batista

Neste momento em que te reverenciamos, oh grande conversor, nos te reconhecemos uma vez mais como o percursor, a quem nossas almas devem o primeiro chamamento. Pois, foste tu inicialmente que voltou os olhos para Jesus e o chamou de Salvador, designando-o o Cordeiro, o Divino Libertador. E, por Ele próprio, na sua época, anunciado como o maior entre os nascidos da mulher. 

Neste momento, em que reunimos nossos corações em comunhão, nos lhe rendemos graças e, com amor, te expressamos toda a nossa gratidão. Pois, foste tu, também, que entre todos primeiro se ofereceu em holocausto e ao mundo deu, pelo pecado da mulher, tua própria cabeça como símbolo da importância do sacrifício da Inteligência, para que todos os homens pudessem, a partir de então, abrigar o Cristo em seus corações.


Nos te agradecemos por teu brado forte e conversor, fazendo de nossas preces, nossas lagrimas, hoje nosso óbolo, nosso deposito em tua homenagem aos pês do Reparador.
Aceita, pois, oh grande Elias, nossa gratidão em reconhecimento ao supremo sacramento que tu nos deste e pelo teu sangue que verteu, pelo ato malicioso do Invisível Adversário que, inicialmente, a mulher corrompeu.

Acolhe favoravelmente nossas preces, neste momento de reconhecimento, e contemple em nossos humildes corações a chama e o calor da eterna fogueira que neles se acendeu pelo Espírito Regenerador, que se fez presente na terra, também, pela tua sublime contribuição.

Obrigado, obrigado querido João!

(José Paulo Ferrari - 03h30min – 22/06/2013)

Olá Salve, caro José Paulo. Muito obrigado e um grande abraço.

sábado, 22 de junho de 2013

Reverência a São João, o batizador

São João Batista, como legitimo representante da Antiga Tradição, nasceu da velha mulher no berço sacerdotal de Zacarias, enquanto que o Divino Mestre Jesus, o Grande Transmissor da Nova Tradição, veio ao mundo pelo ventre da menina celestial, da mesma extirpe de David, o antigo rei dos Filhos de Israel. Porém, ambos foram anunciados pelo divino anjo Gabriel, como confirmação da possibilidade da encarnação da Alma da Consciência no seio da humanidade e estabelecer, assim, entre os povos a verdadeira Evolução.

Um bradou, lançando sobre os homens - como as águas que descem dos céus - o balsamo da conversão, que propôs o arrependimento como fruto da compreensão da necessidade de todos se relacionarem como irmãos. 

O outro se ofereceu como caução, num ato de mortificação, para a salvação do Mundo e redimindo, assim, os pecados do homem primordial, ensinando a todos o caminho da verdadeira Reconciliação. 

Eles foram quase irmãos. Completaram-se por suas ações e promoveram efetivamente, entre o humano e o divino, a Eterna Aliança da Salvação. 

Um trouxe a Água da Purificação, com propósitos de preparar as Almas para a verdadeira Reconciliação. Enquanto o outro trouxe o Fogo da Regeneração, que possibilitou aos homens trilhar conscientemente um Novo Caminho pleno de Iluminação. 

No primeiro momento, a ação purificadora da Água, como sacramento, fez a ligação das Almas com os verdadeiros Princípios Universais, já professados nas antigas escolas gregas e de outras importantes civilizações. No segundo, cinquenta dias após a crucificação, o Fogo desceu do Céu, como um Espírito que traz iluminação, e veio habitar o interior de todos os corações. 

Neste momento de reverência a João, o batizador, possam nossas almas ser plenas de gratidão, afim de que possamos, também, reconhecer todos nossos semelhantes como verdadeiros irmãos.                                                        

(José Paulo Ferrari – Inverno de 2013)

Salve, meu bom amigo! Muito obrigado e um abração a você.

domingo, 2 de junho de 2013

A Alma é um ser consciente e tem um único dever.


Quando a Criatura fora colocada no centro da Criação ela foi criada a imagem e semelhança do Criador e, portanto, concebida como um ser perfeito, tal qual seu próprio idealizador.
Quando lhe foi insuflado em suas narinas a Essência da Vida, Ela tornou-se um ser vivente. Mas, quando lhe fora informado que poderia de tudo se alimentar e que deveria auxiliar na nomeação das coisas, tornou-se consciente de seu dever perante a Criação e superior a tudo que fora criado anteriormente a si.

Mas, ainda, quando se tornou sabedora de que havia uma única árvore da qual não poderia se alimentar transformou-se em um ser com poder de escolha, do livre-arbítrio.
E, assim, naquele momento, tornou-se também senhor do seu destino que, a princípio, era glorioso.

Portanto, como Criatura majestosa, sem igual e consciente, ao tomar para si o alimento proibido, contrariou a única lei que garantia a harmonia da Criação, sobre a qual deveria, simplesmente, reinar de forma justa e consciente.
Logo, após este doloroso ato, toda a descendência da Criatura Primordial trouxe para si, junto com a Centelha Divina, também a consciência de seu dever e, portanto, senhorio de seu próprio destino, jamais podendo – a partir de então – alegar inconsciência da lei.
É, por essa razão, que compreendemos que antes de exalar seu último suspiro, do alto do seu supremo sacrifício, Ele disse: “Perdoai-os Pai, eles não sabem o que fazem!”. Assim dizendo, Ele não nega que nos sabíamos que fazíamos, embora não exatamente “o que”, a exemplo da Primeira Criatura que, embora não soubesse das consequências da Lei Única, fora informado de sua existência e que não deveria jamais infringi-la.

Lembremos, pois, que embora o Bom Pastor cuide de suas ovelhas, zelosa e permanentemente, são elas mesmas que, ainda que sabedoras da existência das feras, insistem em se afastar do rebanho. E, portanto, por si mesmas, se expõem aos riscos de suas escolhas.
Diz a Tradição que, diante do tribunal supremo do julgamento final, à Alma não é dado o direito de alegar inconsciência da Lei, já que esta foi criada juntamente com ela e unicamente para a preservação de sua natureza primordial.
É obvio que - como dizem as alegorias - as ovelhas que aprendem a conviver com as feras em feras se transformam. Tal qual também está escrito que há aqueles que agem como bois e – como afirmou Paulo – “dos bois Deus não se ocupa”.
É, sob esta ótica, que penso que devemos compreender também que o processo ao qual chamamos de “encarnação” é o meio ou a forma pela qual as Almas têm a possibilidade de reparar seus erros e se conscientizarem, cada vez mais, de seus direitos e deveres e, também, a partir dai concordarem em se submeter novamente às Leis Originais que lhes garante a Eternidade, no objetivo de exercer seu livre arbítrio e, consequentemente, traçar para si mesma um novo destino.
Interessante se faz lembrar que, como mostra as antigas tradições, todas as vezes que a Divindade estabeleceu para com o Homem uma nova aliança, a ele – também - apresentou um novo dever ou até mesmo novo código moral, no objetivo de auxiliá-lo a garantir o exercício correto de seu próprio livre arbítrio. E, ainda, com a efetivação da ultima e Eterna Aliança afiançada pelo Redentor, o único dever, a única missão, além da busca de sua própria perfeição, passou ser a Prece, ou seja, a ação do Amor Universal que, partindo do cento do homem, do seu coração, deve se irradiar por toda a Criação e, consequentemente, para todos os homens nossos irmãos de Humanidade.
- José Paulo Ferrari -

(Uma reflexão durante as comemorações de Corpus Christi, de 2013).

Mestre Ferrari, mais uma vez, os nossos melhores agradecimentos. Um grande abraço a você.

sexta-feira, 31 de maio de 2013

Mês de Maio, momento significativo para a mente e o coração

O mês de Maio, o quinto em nossa tradição, parece possuir peculiar características pelas suas significativas comemorações e, por essa razão, existem muitos registros e histórias sobre o nome do mês. Mas, tudo indica que sua origem está relacionada ao de Maia, a deusa romana da primavera e do crescimento. Se assim for, não é difícil de compreender, também, o nome Maria e sua derivação.

Chamado, também, do mês das noivas e das mulheres, ele exalta em nossa cultura diversos acontecimentos como, por exemplo, no dia 3, o “Dia Internacional do Sol”, uma reverencia mundial à nossa principal fonte de Vida e Luz, que é, também, uma estrela de quinta grandeza e se constitui o centro do nosso sistema planetário. Embora o Sol, em varias tradições, esteja ligado ao arquétipo do pai, é preciso lembrar que, em verdade, ele é uma estrela, um corpo celestial, que oferece a tudo e a todos, como uma eterna mãe, uma sutil nutrição.

O segundo domingo, deste peculiar mês, é reservado às mães. Só por isso já valeria ser lembrado como especial, uma vez que nossas vidas têm em seus ventres suas origens e nossas sobrevivências com elas particular vinculação.

Nele, também, sempre acontece, segundo a tradição Cristã, o Dia da Ascensão do Senhor e o Corpus Christi, datas de extrema importância para aqueles que buscam a compreensão dos Mistérios Divinos. E, ainda, pelas tradições Judaica e Cristã, quase sempre o Pentecostes, onde – na primeira - estão velados os significados da entrega dos Dez Mandamentos ao Libertador Moisés, no Monte Sinai, e – na segunda – os segredos da descida do Espírito Santo sobre os Apóstolos, cinquenta dias após a crucificação.

Já o seu dia 13, também, apresenta momentos especiais, como a aparição de Maria para os pastorinhos em Fátima, no ano de 1917 em Portugal. E, também, o ato da assinatura da Lei Áurea no ano de 1888, pela princesa Isabel que assumiu o trono provisoriamente no lugar do pai e tornou-se a grande libertadora dos escravos no Brasil. Este foi um ato marcante para a humanidade ainda que na esfera de nosso país e - vale lembrar - promovido por uma mulher.

Neste mês, exatamente no dia 15, acontece também outra data internacionalmente conhecida em que se comemora, desde 1994, o “Dia da Família”, em reverência a data em que a ONU celebrou o Ano Internacional da Família, através do tema “Família, Capacidades e Responsabilidades num Mundo em Transformação”. Ora, coincidência ou não, referenciar a família no mês das mães parece-nos, no mínimo, possuir uma estreita relação.

Ainda, no dia 25 de maio é comemorado o “Dia da Adoção”, que foi criado em 1996 no I Encontro Nacional de Associações e Grupos de Apoio à Adoção, quando foi defendida a ideia de que a adoção é uma realidade social que se concretiza através de ato jurídico, que “cria entre duas pessoas vínculo de parentesco semelhante à paternidade e filiação”. Aqui outra curiosa relação, pois adoção esta vinculado a um sentimento profundo de acolhimento e, sobretudo, de proteção, muito natural ao espírito da maternidade.

Enfim, além de estar estreitamente ligado à Alma da Mulher ou acontecimentos que revelem características de natureza feminina, talvez para finalizá-lo não deve ser sem razão que, em seu último dia, é comemorado o Dia de Nossa Senhora da Visitação, uma antiga tradição que lembra o encontro das duas supremas Almas Femininas que trouxeram ao Mundo a Esperança da Redenção de toda a Humanidade.

Para muitos - sobretudo aqueles que têm os olhos voltados para o Conhecimento Universal e a percepção aberta aos símbolos como instrumentos de profundas revelações - esta comemoração marca um peculiar momento na história dos homens, onde está representado o encontro, o reconhecimento, entre a Antiga e a Nova Tradição.

Assim, de forma simbólica ou não, podemos reverenciar neste acontecimento um profundo significado, onde Isabel - nascida entre os Essênios e ainda que mulher velha e estéril - traz para Mundo a chave que encerrou o movimento da descida da Alma ao Precipício da Evolução. Enquanto que Maria - a virgem da mais sublime história de concepção - vem representar a jovem Sabedoria que se curva diante da sagrada Tradição, para cumprir sua suprema missão. Ou seja, anunciar ao Mundo a possibilidade da Salvação, abrindo assim o primeiro selo da dolorosa Via da Paixão.

Que este peculiar mês, no seu terminar, seja ainda um profundo motivo de nossas reflexões.
Fraternalmente;

José Paulo Ferrari, 31 de maio de 2013! 

Saudações Mestre. Muito obrigado e um grande abraço.

quarta-feira, 15 de maio de 2013

"O meio de fazer mudar uma opinião é o afeto, não a ira."

Salve, meu querido amigo!
Carinhoso abraço!
José Paulo 


uma bela mensagem

Era uma vez um chinês que estava absorto em sua prática físico-espiritual de tai-chi e seu cãozinho o convidava a brincar e ele se deixou levar pela raiva e...
A história tem uma bonita mensagem.
Dalai Lama disse:
"O meio de fazer mudar uma opinião é o afeto, não a ira." 

CLIQUE NO CACHORRO

Salve, meu querido amigo! Perdão caro José Paulo, o e-mail ficou perdido aqui no "bacalhau" (v. sabe o que é isto?) e só o revi agora, porém, sempre é tempo. Obrigado e um grande abraço.


Salve, meu querido! 
Sempre é tempo...sempre é tempo, quando avida vale a pena! 
Abraços!
Jose Paulo Ferrari

sábado, 4 de maio de 2013

Paulo Emílio Vanzolini, vamos fazer uma simples homenagem para este imortal?


Saudações meu bom e querido amigo!

Recentemente, partiu para o Oriente Eterno uma das "cabeças pensantes" deste pais. O inesquecível Paulo Emílio Vanzolini, cientista,poeta e compositor.
Paulo contribuiu efetivamente com a ciência brasileira e do mundo, com suas descobertas e catalogações. Na arte, inúmeras são suas imortais canções.
Vamos fazer uma simples homenagem para este imortal?

Ai vai, anexo, uma imagem que criei para reverenciá-lo!
.'. 
Salve...coração de poeta, mente de cientista, alma de brasileiro e artista natural.
Você, querido Paulo, botou nomes nos bichos, escreveu poesias, se embrenhou nas matas e compôs canções!
Por seus feitos e simplicidade de coração, você é homem para toda a Nação respeitar e os brasileiros se orgulharem.
Dono de um sotaque que vai sempre na minha Alma ressoar!...Pois, como muito de nós, nasceu lá no interior, há mais de oitenta anos atrás.
Suas falas, querido Paulo Vanzolini, faziam nossas mentes se despertarem e nossas vozes se calarem, pois em cada história um grande "causo" pra brasileiro admirar e muita gente te reverenciar!
Foste agora chamado, pelo Patrão Celestial, em outros mundos ensinar e cantar.

Na certeza que um dia vamos te reencontrar, aceita nossos respeitos e nossas orações!
.'. 
Gratidão, querido Sérgio!

Abração, com desejo de um ótimo final de semana.

José Paulo
Saudações meu bom e querido amigo! Para que se complete a homenagem, clique na imagem que você criou. Grande abraço, muito obrigado e um excelente final de semana.

sexta-feira, 3 de maio de 2013

Que este seja o teu momento!

*Andre Léon Marie Nicolas Rieu, ou simplesmente Andre Rieu, em uma apresentação memorável do violinista em New York. É de chorar, de tão bonito!!!

Olá, bom dia! 

Sempre é bom, quando podemos, nos darmos momentos bons. Momentos de Paz ou de simples emoções. 
Há quem utilize ou lance mão de técnicas tradicionais, como a própria meditação ou outros processos de relaxamento e de concentração, onde a respiração revitaliza nosso corpo e a serenidade, a plenitude, acalma nossas Almas, trazendo tranquilidade para os nossos sofridos corações. 
E, a música, é um dos caminhos mais maravilhosos para nos colocar em conexão com os mais divinos e sublimes sentimentos que, geralmente, nos conduz ao mundo das lembranças, das memorias e boas recordações. 
Ao ouvi-las, nem sempre, temos controle sobre os nossos pensamentos. Pois, muitas vezes, explodem em nossas memórias imagens de profundas lembranças que jamais concretamente julgávamos possuir. 
E, assim, nossas Almas empreendem um suave e delicioso passeio por mundos que, muitas vezes, até o momento desconhecíamos. 
Ao percorrê-los, suave e magicamente, vamos transformando nossas duras realidades em imagens maravilhosas que possuem, inclusive, extraordinários poderes de cura, de recuperação, de transformação e, sobretudo, de quietude e de paz. Portanto, meditar, relaxar ou simplesmente ouvir músicas extraordinárias, que nos permita entrar em contato conosco mesmo, pode-se constituir num desses momentos maravilhosos, que tantos necessitamos e que pouco nos damos neste mundo que nos aprisiona no tempo e nos conduz, constantemente, ao passado e ao futuro. Mundo que não nos permiti a comunhão com o presente. Com a mais pura e intensa consciência do aqui e do agora, onde o Supremo Criador, a Mente Infinita ou qualquer que seja o nome que queiramos dar ao que convencionamos chamar de Deus, pode ser percebido no todo. 

Que este seja o teu momento! 

Fraternalmente; 

José Paulo
* Cliquem na imagem e comprovem

Olá, bom dia! Grande abraço meu amigo e muito obrigado.

sexta-feira, 29 de março de 2013

HOUVE UM MOMENTO... José Paulo Ferrari



Salve, querido Sérgio!

Ficou maravilhoso....obrigado pelo presente!

Que o Amor Fraternal seja sempre entre nós!

José Paulo

Meu Mestre, muito obrigado e um grande abraço.

terça-feira, 26 de março de 2013

Uma Especial Semana de Luz e Reflexão

José Paulo Ferrari  deixou um novo comentário sobre a sua
postagem "A semana que não pode ser esquecida.":

Saudações, meu caro e bom Sérgio!

Grato pela tua publicação.

Esta semana, pela sua peculiar natureza, sempre toca nossos corações de cristãos e, além de nos trazer à lembranças momentos de tão profunda dor, faz nossos corações transbordarem de gratidão. Pois, como eleitos de somos pela Graça da Divindade, em poder possuir inteligência, saúde e disposição, reconhecemos a Obra do Divino Mestre que, por todos nós, se ofereceu em holocausto no monte da expiação. 
Possa tu, também, meu bom e querido irmão, ser abençoado junto dos teus nestes momentos de consagração, quando reverenciamos a Suprema Paixão.
Com fraternal e saudoso abraço, desejo - também - a todos nossos queridos "companheiros" do Ecoeantigos uma especial semana de Luz e Reflexão, almejando que o Verdadeiro Cristo, independente de nossas crenças ou religiões, renasça em nossos corações! 


Saudações, meu caro e bom José Paulo!
Restabeleçamos a ordem das coisas; Nossos leitores e eu,  quem ficamos felizes e agradecidos quando Você, o Gêmiguel e a Rosinha nos honram com suas preciosas crônicas e poesias.
Agradecemos e retribuímos ao amigo os votos  de especial semana de Luz e Reflexão.
Grande abraço José Paulo.

domingo, 24 de março de 2013

A semana que não pode ser esquecida.



No primeiro dia da semana, entre o povo de Israel, reconhecido e, entre os profetas, escolhido, para como rei entre todos ser aclamado. 
Pois, assim a profecia já havia anunciado.


No segundo, terceiro e quarto dias, somente amor expressou entre os pobres e abandonados e, pelo poder de sua misericordiosa palavra, a todos tornou bem-aventurados. 
E, embora ensinamentos e milagres tenha operado, não permitiu em um único momento ser exaltado e só humildade e caridade exigia de todos que fossem consagrados.

No quinto dia, caluniado. Logo, foi ofendido, vendido e aprisionado, para entre o povo ser humilhado e de blasfemo ser, pelos ambiciosos e invejosos, efetivamente acusado!

No sexto, embora não tenha sido reconhecido verdadeiramente culpado, teve as carnes rasgadas e os músculos dilacerados, para logo ser crucificado. 
E, apesar de ter sido na sua própria dor, solitariamente, abandonado, como verdadeiro supliciado fez todos os homens pelo Pai serem perdoados.

No Sabath, porém, como também já se fazia anunciado, de entre os mortos se fez ressuscitado e pelo seu infinito amor, além de seus algozes ter perdoados, a nos todos tornou eternamente abençoados!


José Paulo Ferrari – Domingo de Ramos, 2013 – 15:15hs.



Meu caro e bom irmão! Muito obrigado e um grande abraço a você.

segunda-feira, 4 de março de 2013

JOSÉ PAULO FERRARI, sua página no site Recanto das Letras

===> http://www.recantodasletras.com.br/autor_textos.php?id=89123&categoria=7


Alguns nascem perto de nós, mas logo se vão!

Saudações! 
Nesta época, marcada por momentos de profundas reflexões, é natural vivermos significativas emoções que nos colocam mais próximos de nossa natureza interior. Nos levam a ter contato com tudo aquilo que povoa nosso inconsciente ou se constitui em nossas riquezas ou quimeras de nosso ser. 
Hoje, um fato me dez refletir sobre pessoas que passam pela nossa vida e se vão. Certamente, não existe ninguém que não tenha conhecido um "Cometa", ao longo de sua vida. A eles minhas homenagens. 
Fraternal abraço; 
Ferrari


Alguns nascem perto de nós, mas logo se vão!


Nós Céus da Criação há vários tipos de "Corpos Celestes".
 Uns brilham intensamente, outros irradiam calor.
Uns nos oferecem Verdades, outros nos propiciam o Amor.
Alguns se destinam a orbitar entorno de grandes estrelas. Outros, com mais poder de atração, logo criam seus próprios sistemas ou formam até mesmo constelações.
Claro, tem aqueles que, talvez, por que lhes faltam luzes as tiram de nós. Ou, ás vezes, nos fazem sombras ou nos roubam o calor.
Há, também, aqueles que orbitam temporariamente entorno de nós. Valorizam-nos, nos admiram, por algum tempo. Mas, depois crescem e vão buscar seus próprios sistemas bem longe de nós.
E, ainda, existem alguns outros - muitos especiais – que somente passam por nós.
São os chamados Cometas, os "Mensageiros do Criador"!
Geralmente, são anunciados por sinais e muitos esperados. Quando não, profetizados pelos mais sensíveis e desejados pelos crentes de corações.
Suas naturezas são muito especiais. Muitas vezes, de forças devastadoras que deixam em nós marcas profundas e sem iguais.
São designados de “Mensageiros”, por que nos trazem grandes lições. 
Seus brilhos, seus calores revelam, quase sempre, profundas Verdades que se eternizam em nossas Almas e nos levam a obter, sobretudo, maior fé e convicção.
Estes “Astros Errantes”, geralmente, passam muito rapidamente perto de nós. Mas, sempre, deixam rastros luminosos, cintilantes, de brilho do mais puro Amor.
É preciso, também, nunca esquecer que estes astros especiais vêm e vão! E, certamente, seria egoísmo aprisioná-los ou força-los orbitar entorno de nós.
 Mas, suas presenças, suas passagens nunca são sem razão.
E, por suas qualidades, através de nossas memórias e corações, perto de nós sempre estarão!

José Paulo
(Quatro de março, Quaresma de 2013).
Mestre  Ferrari, muito obrigado e um grande abraço.

quinta-feira, 28 de fevereiro de 2013

Homens são como construções


Uma antiga professora de psicanálise me dizia, durante minha graduação, que Freud comparava a aplicação da Psicologia ao trabalho da Arqueologia. Que tudo era uma questão de escavação. E, foi assim que logo descobri que o que iria se encontrar sempre era um mistério, já que muitos tesouros poderiam estar ocultos no interior da “terra”. Mas, também, surpresas desagradáveis e dolorosas, sem dúvida, viriam à tona e teriam que ser trabalhadas, catalogadas - para não dizer nomeadas - limpas, separadas e transformadas para futuros usos, uma vez que nada é em vão, tudo tem um uso e uma razão. 
De qualquer forma, aprendi com ela e tenho comprovado na prática que realmente é assim. Pois, a natureza humana é extraordinariamente rica e não existe um único tesouro, na sua grande maioria ainda soterrado, que seja igual a outro, embora possamos compará-los para admirá-los e com eles aprendermos e aperfeiçoarmos a “técnica da escavação”.
Assim, penso que Homens sejam como construções. Quando se olham para eles, em quaisquer fases de suas vidas depois da infância, não se vem seus passados, não se sabe como foram forjadas suas almas. E, muito menos, quem contribuiu, de uma forma ou outra, com sua formação. Tudo esta no passado. No inconsciente, no fundo de suas Almas, soterrados pelo tempo e aprisionados pelo medo. Embora, como bases, sempre podem ser pontos frágeis que fazem estremecer até os pontos mais elevados, de qualquer construção. 
As construções em geral, sejam belas ou desarmoniosas, suntuosas ou simples, que perduram ao longo do tempo, também são assim. Foram iniciadas a partir dos alicerces. Mas, tão logo ficaram prontas, esqueceram-se suas bases, suas fundações. Pois, logo as enterram abaixo do nível do solo, longe dos olhos!... Mas, elas continuam lá, dando suporte para a "grande construção" ou as tornado frágeis, expostas a quaisquer vendavais. 
Ao caminhar pelas ruas e contemplar os mais diferentes seres humanos, estou sempre a me recordar que há casas simples e, também, enormes e extraordinários castelos. Mas todas as construções, independe de suas formas, possuem uma particular beleza e uma incontável riqueza que na verdade, a olhos nus, é impossível de ver. Nunca esqueço que cada uma delas tem uma missão que, de maneira simples, é sempre para acolher, abrigar e compartilhar. Pois, lá “fora” – no geral – é muito frio ou faz muito calor, quando não chove demais. 
Muitas construções quando vistas, às vezes, podem encantar por suas decorações. Fazendo esquecer que elas são passageiras e que podem se modificar. 
É claro que, por outras vezes, as decorações, dependendo da forma que foram instaladas, também, causam marcas profundas nas paredes e se tornam difíceis de serem alteradas ou nos obrigam a convivermos com elas por muito tempo. É óbvio, ainda, que tudo que adorna dá um toque especial à construção, já que a diferencia e a faz particular. 
Muitos se encantam com os decoradores e arquitetos que conhecem ao longo da sua existência, de tal forma, que acabam por esquecer o “Engenheiro”! 
Ora, mas se os homens são como as construções, que tem suas várias dependências e utilidades, é preciso, pois, valorizar todas as suas dimensões. Afinal, não somos somente corpos. Temos inteligência, sensibilidade e razão, para não falar da Alma e do Espírito que deve habitar em nossos corações. 

José Paulo FerrariQuaresma de 2013, 19 de fevereiro.

Mestre José Paulo Ferrari, muito obrigado e um grande abraço.

sexta-feira, 22 de fevereiro de 2013

RECONHECIMENTO: Paz e Prosperidade entre os homens.


(Detail from Peace and Prosperity. Mural by Elihu Vedder)

Não importa a raça, o momento na história. Não importa o povo, a nação ou a sociedade, sempre houve e sempre haverá entre os homens almas destemidas, providas dos princípios de Justiça, de Igualdade e Liberdade. Almas que, naturalmente, se rebelam e insurgem contra as injustiças sociais, o autoritarismo e a corrupção, lançando mão de suas próprias habilidades, crenças ou convicções.

E, embora, possa até mesmo lançar mãos, em alguns momentos, da violência, suas ações repercutem através dos tempos, como uma efetiva contribuição para a humanidade. Como um ensinamento ou exemplo. Um alerta ou um apelo para o futuro.
Sejam pelos exemplos de suas ações ou pelas suas palavras, que encontram ecos nos corações mais sensíveis e abertos às causas sociais, tais Almas são como sementes de Paz que se nutrem do Amor Incondicional e espalham o sentimento da Esperança por todos os cantos da Natureza.

A grande marca, o quilate – talvez - de tais das Almas que fazem história, além do ideal, seja a fé em um porvir e a convicção em suas ações. Pois, eles - de maneira geral - sempre acreditam em um sonho que vagueiam em seus corações e que sem mantem vivo e perene em suas mentes, como um ideal de liberdade a ser conquistado em prol de outros.

Obviamente, tais Almas passam pelo crivo do julgamento social e seus ideais ou formas de ações podem ou não encontrar apoio, referendo, na compreensão popular em um momento ou outro. Já que muitos, em determinados momentos são vistos como heróis e, em outros, como mercenários, bandidos ou simples revolucionários. Mas, o certo é que suas vidas são marcadas não pelos seus interesses pessoais, mas pela busca do bem, da liberdade do outro, além dos sacrifícios e das renúncias pessoais.
Algumas fizeram história com frases e orações. Outros, com atos e ações.

De alguma forma, sempre nos ensinam que é, pois, preciso acreditar para realizar. E, se preciso for, morrer, através do sacrifício consciente, para a Justiça prevalecer.
Muitos, embora sacrificados em benefício de outros, jamais foram conhecidos ou reconhecidos e, portanto, não podem ser lembrados. São os chamados heróis anônimos ou desconhecidos.
Outros são exaltados eternamente ou em um período ou outro, já que a compreensão humana sobre justiça muitas vezes, também, podem se afastar da Ética e compreender ou não as ações ou atos sociais.
 O mundo em que vivemos esta longe daquele que sonhamos ou desejamos para todos os nossos irmãos de humanidade. Mas, não há como nãos sermos gratos, ao menos, aqueles que de alguma forma contribuíram para as verdadeiras conquistas e avanços sociais. Aqueles que construíram, até mesmo com suas vidas, estado de liberdade e de paz.
As imagens que ilustram este simples textos é uma evocação a alguns heróis que constituem minha memória de simples menino do interior, nascido no final dos anos quarenta neste país e que viveu a década de 60 na esperança do encontro com a Paz.
Bem sei que muitos - como eu - também almejaram e continuam a sonhar com o momento em que nunca mais o homem precise pegar em uma arma para defender os direitos de cidadania, ou simplesmente lutar para sobreviver.

José Paulo Ferrari – Quaresma de 2013, 20 de fevereiro.

Mestre José Paulo, muito obrigado e um grande abraço.