POSTADO EM 05 DE JANEIRO DE 2014
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sexta-feira, 15 de novembro de 2013
quinta-feira, 14 de fevereiro de 2013
Olha ai a raivosa!...
Vapor e elétricos movidos por trens de passageiros e de carga nesta ferrovia de bitola estreita chinês.
José Raul Machado Ribas
Raul, obrigado e um abraço.
José Raul Machado Ribas
Raul, obrigado e um abraço.
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O trem passou e a gente ficou
quarta-feira, 30 de janeiro de 2013
O trem passou e a gente ficou
Não contei que meu avô Geraldo, que era ferroviário, aposentou-se como Agente de Estação (uma hora conto sobre ele algumas histórias bem interessantes) e seu irmão, Radamés Ribas aposentou-se também, mas como Agente Especial da Estação Presidente Roosevelt em São Paulo - Capital, e de resto, meu pai também quando se casou era ferroviário...
Como pode ver, tenho cheiro de trem!
José Raul Machado Ribas.
Globo Repórter a História das Ferrovias no Brasil
Raul, maravilha de vídeo. Complementa esta Seção do bloguito. Realmente não sabia da sua origem. A ferrugem do trem corre em suas veias. Obrigadão Raul e um grande abraço.
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domingo, 27 de janeiro de 2013
O Trem Passou e a Gente Ficou
Fernando Henrique Cardoso, dedico ao Senhor e aos seus asseclas o poema declamado por Rolando Boldrin, o qual discorre sobre um dos seus legados à nação brasileira.
Chore conosco estadista.
O trem passou e a gente ficou - Vídeos restabelecidos
Cliquem no link abaixo que abre esta seção. Após os nossos lamentos e comunicação à Cultura, mais abaixo estão todos os vídeos restabelecidos, felizmente.
===> http://ecoeantigos.blogspot.com.br/search/label/O%20trem%20passou%20e%20a%20gente%20ficou
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segunda-feira, 9 de julho de 2012
terça-feira, 8 de maio de 2012
sábado, 5 de maio de 2012
O trem passou e a gente ficou
Acima: associado José Carlos de Camargo vestido como chefe de trem da CPEF, sendo que o terno foi colaboração da UFA (União dos Ferroviários Aposentados) e o quepe foi doado por um associado da ABPF.
O bloguito sente-se prestigiado por receber do Renan Patrick Barbetta,
convite para conhecer o trabalho que eles desenvolvem em Rio Claro/SP, através da ABPF - Associação Brasileira de Preservação Ferroviária - Núcleo Rio Claro, através do Blog:
Por oportuna, transcrevemos a chamada que fazem para este final de semana, a saber:
SEXTA-FEIRA, 4 DE MAIO DE 2012
Fotos e dados da 1ª Exposição Memória do Ferroviário (parte 1)
Nessa postagem, vamos dar as informações gerais sobre a exposição e a repercussão que houve. Cerca de 400 pessoas visitaram o evento durante todo o dia de domingo (29/04), a despeito da chuva e do frio que fazia. Dessas, seis ou sete se interessaram em conhecer melhor o trabalho da ABPF Núcleo Rio Claro, bem como da ABPF Nacional.
Cinco associados da ABPF Campinas e São Paulo visitaram o evento, havendo uma grande interação entre os sócios do Núcleo e sócios das demais cidades.
Dos visitantes, houveram pessoas de Jundiaí, Piracicaba, Louveira, Joanópolis, São Paulo, Belo Horizonte e outras. Três pessoas se interessaram em doar material para o Museu Ferroviário de Rio Claro, futuro Museu Ferroviário Nacional.
Recebemos do associado Adriano Jordão a doação de um quepe da CPEF para usar nessas ocasiões. Por causa da intensa procura e pedidos, a exposição será prolongada até domingo, dia 06 de maio (vejam mais informações abaixo).
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sexta-feira, 4 de maio de 2012
O Trem Passou e a Gente Ficou!!!!!!!!!!
Tivemos a honra de receber este e-mail:
Saudações Sergio
Primeiro de tudo parabéns pelo seu blog ecos antigos,muito conteúdo de qualidade e utilidade.
Meu nome é Renan sou da ABPF núcleo Rio Claro e sou um apaixonado por ferrovias,e a algum tempo venho procurando o documentario O trem passou e a gente ficou.
Encontrei no seu blog o conteúdo completo acredito,porém quando dou play nos videos,aparece que é conteúdo privado e não me dá acesso.
Você sabe como posso fazer para assisti-lo,a quem tenho que pedir autorização?
Antecipadamente agradeço.
Att. Renan Patrick Barbetta
Saudações Renan,
Fico-lhe imensamente grato pelo bloguito merecer esta sua oportuna e útil comunicação.
Desconhecíamos que haviam bloqueado os excepcionais vídeos que aqui postamos, assim descritos pelo Ministério da Cultura:
"11 de janeiro de 2008
9º Programa DOCTV Carteiras Especiais: ‘O trem passou e a gente ficou’
Às margens de rodovia desativada, a denúncia do descaso e a investigação acerca da memória e cultura da população
Sem o trem, uma viagem pelo abandono e descaso na Ferrovia Paulista. O documentário O trem passou e a gente ficou, que será exibido pela Rede Pública de Televisão neste domingo, 13 de janeiro, às 23h, conta as memórias associadas à ferrovia e como os habitantes às suas margens assimilaram sua completa desativação. O filme faz parte da série viabilizada pelas Carteiras Especiais DOCTV do Ministério da Cultura."
Também descobrimos os autores do infeliz procedimento, o próprio pessoal do Ministério da Cultura, inclusive a motivação nos é revelada pelos editores ministeriais, a saber;
"Todos os 60 títulos produzidos pelos Programas DOCTV I e II já se encontram disponíveis para compra em home vídeo, em edições avulsas ou nos Packs Especiais com 3 DVDs Novos Olhares Vol. 1, Cultura Brasileira Vol. 1. Os títulos das duas primeiras edições do Programa DOCTV podem ser adquiridos pelo site www.culturamarcas.com.br, televendas (11) 3081-3000 ou ainda nas melhores lojas do ramo.
(Texto: Secretaria do Audiovisual)
(Edição: Clelia Araujo, Comunicação Social/MinC)"
Só tenho a lamentar, e muito, que para acessar vídeos produzidos a partir dos impostos que recolhemos, tenhamos que pagar novamente.
Grande abraço Renan e muito obrigado.
sábado, 15 de outubro de 2011
sexta-feira, 14 de outubro de 2011
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
O Trem Passou e a Gente Ficou

Olá meu caro Sérgio - boa noite
Dar-lhe os parabéns é muito pouco. Não sei de onde você trouxe a matéria sobre a ferrovia (em especial a nossa ferrovia), mas podes ter certeza, essa encaixou perfeitamente no ecoeantigos.
Assisti minuciosamente a cada trecho da reportagem muito bem feita e, emocionei-me a cada trecho dos trilhos abandonados. Sou um amante dos trens e das locomotivas e por conta disso (desculpe a falta de modéstia) até a Transiberiana - 10.500 quilômetros, fui conhecer por conta disso, vivendo cada estação e cada detalhe do que seja um trem; assisti a troca de bitola do próprio trem em que eu viajava com vinte e dois vagões (entre a Mongólia e Rússia) ao vivo e à cores, em apenas duas horas - é simplesmente fantástico). É apoixonante e indescritível ver, parar e descer em cada uma daquelas estacõezinhas.

Há cerca de um ano e meio, chegou a circurlar cerca de 2 (dois) trens de carga por semana por lá, mas, me parece que não vingou a ideia e hoje, nem mesmo os velhos trilhos podem ser vistos. Será que o nosso Prefeito não tem conhecimento desse plano do Prefeito de Dracena sobre a preservação pelo menos da estação e Armanzém?

Me parece que não, porque, no nosso caso, a estação só tem algumas paredes de pé (não sou engenheiro,mas penso que seria possível recupera-la) - isso ajudaria dar um pouquinho mais de vida para a cidade. Quero crer que para isso, talvez simples contato com a atual concessionária e apresentar algum projetinho de preservação, por humilde que fosse.

PARABENS MESMO PELA BRILHANTE REPORTAGEM. Abraço - Absalão.Absalão de Souza Lima Advogados AssociadosR. Sta. Cecília, nº. 102 - B. Matriz - Mauá - SPCEP. 09.370-110 - Fone/Fax (011) 4555.6617e-mail = absalaolima@uol.com.br


Bilhões e bilhões de reais em infraestrutura foram ao lixo. Nós pagamos a conta e a maioria dos contribuintes ainda aplaude essa gente.


As fotos que ilustram seu texto me foram enviadas pelo amigo comum Luiz Prince em 26 de julho de 2010.
Já as fotos abaixo foram colhidas por mim em uma lan house da cidade de Paulicéia, em dezembro de 2009, quando esta moça, a qual não conheço e nem seu nome sei, as deixou para sua promoção quando, provavelmente, estava produzindo seu álbum e como também sou amante da causa ferroviária e só porque estas foram colhidas na abandonada estação de Paulicéia {importante ressaltar, eu estava focado no abandono do patrimônio histórico, que fique bem claro} eu as guardei e hoje chegou o momento de utilizá-las.
Meu caro Absalão, muito obrigado por participar ativamente do nosso bloguito.
Um grande abraço.



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O Trem Passou e a Gente Ficou

Caro amigo Sérgio,
Como não consigo acesso aos comentários, aqui vão os que gostaria de fazer a respeito da matéria em destaque.
Estou achando muito bacana a postagem da sequência do "O TREM PASSOU...". Hoje pela manhã assisti aos 12 primeiros vídeos. À tarde tentarei assistir aos demais. Vou também enviar um e-mail ao meu primo Mário Eugênio que é vidrado em trens e tudo o que se relaciona com eles.
É um material histórico e muito rico. Merece um quadro na lateral do bloguito para, de vez em quando, matarem as saudades.
Sou também muito ligado em trens. Me senti nos anos 50 e 60 quando utilizava para as viagens a SP e depois o trajeto Marilia-Herculândia que, numa certa época fazia semanalmente para jogar pelo HC.
Hoje, pouco resta das estradas de ferro brasileiras (estou falando de transporte de pessoas). Tudo foi colhido pela má gestão, pela politicagem e pelo lobby dos adeptos pelas rodovias.
Uso bastante o trem em minhas andanças mundo a fora, principalmente na Europa. Na maioria dos casos, independentemente do tempo de viagem, não tenho que acordar muito cedo, pagar uma fortuna por um táxi pois os aeroportos são fora dos grandes centros, chegar com antecedência, fazer check-in e aguardar na sala de espera, geralmente dando um cochilo enquanto os atrasos normais acontecem.
O voo, quando empreendido é rápido, mas na chegada, outro martírio: Esperar pelas malas, enfrentar a fila dos caros táxis e suportar os congestionamentos.
Com o trem, no velho mundo, chego apenas 15 minutos antes, coloco minha mala no compartimento, o trem é pontual, o serviço de bordo é tradicionalmente bom e a viagem é para os olhos, passando por paisagens maravilhosas e imperdíveis, enquanto lá de cima, estou num canudo, como recheio de caneloni e, se me colocam à janela, vejo infindáveis nuvens.
É isso aí meu amigo! Na última viagem fiz Amsterdam-Paris num trem ultra rápido (Thales) e me encantei com as tulipas holandesas, os vinhedos franceses, belíssimas paisagens campestres e uma chegada pontual, a tempo de assistir pela TV do hotel, a final da Eurocopa entre Inter de Milão 2X0 Bayern de Munique naquele 22/05/2009.
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E viva o trem!!!
Um grande abraço,
José Sylvio

E viva o trem!!! Um grande abraço, mais uma vez obrigado e está criado o quadro "O TREM PASSOU E A GENTE FICOU", na barra lateral. ===>
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terça-feira, 4 de outubro de 2011
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
FERROVIAS; César Mori Júnior discorre com amor e alma sobre sua preservação

VF – Atualmente, o senhor preside o Circuito Ferroviário Vale Verde (CFVV), através do projeto “Expresso Vale Verde”, em Lavras-MG. Por favor, nos fale um pouco dessas iniciativas e seus objetivos.
César Mori – Ocorreu quando eu voltei para o Brasil... Cheguei aqui e encontrei uma ferrovia completamente sucateada, esquecida, depredada. E isto me causou um impacto muito grande. Como já disse, sou filho de ferroviário e cresci entre os trilhos, entre os trens, uma inesquecível experiência que acredito me tornou o homem que sou. Ao passar do tempo, este impacto visual da destruição, do abandono e a perda de toda aquela magia, incomodava minha alma, pelas lembranças dos tempos de glória, de poder, que significava a ferrovia para quem a conheceu no passado. Não era possível de entender tudo aquilo que eu estava presenciando. Realmente inacreditável que aquela grande empresa estatal, símbolo do poder de uma nação que se ergueu pela ferrovia, estivesse assim, tão decadente e esquecida, como se fosse simplesmente um objeto estragado. A partir daí, depois deste choque visual, uma força se ergueu em meu âmago e me fez como do nada, descobrir em mim uma força interior capaz de sustentar uma luta pela preservação ferroviária e pela sua revitalização. E hoje estamos a um passo de conseguir nosso objetivo, que só foi possível pela cooperação mútua, determinação, busca incansável por conhecimento e sem dúvida alguma, do trabalho em conjunto de todos que lutam pelas ferrovias brasileiras. A eles, só tenho a agradecer, pois sozinho ninguém chega a nenhum lugar...

VF – Como o senhor vê o processo da privatização das companhias ferroviárias, ocorrido no governo do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso?
César Mori – Não houve privatização das ferrovias no Brasil, mas um contrato de comodato, uma concessão de uso por um período. Isto foi ruim porque as empresas ganhadoras, elas abandonaram a ferrovia brasileira, simplesmente porque não interessava a elas o transporte de passageiros, ou cargas de baixo valor. Então vimos aos poucos que muitos trechos de ferrovia foram abandonados a própria sorte e completamente pilhados pelos ladrões que viram então uma ótima oportunidade para vender os trilhos que eles mesmos cortavam a noite, às vezes, até durante o dia. Assim pudemos todos ver a decadência da ferrovia no Brasil a olhos nus... Para muitos de nós, preservacionistas, um momento de tristeza e reflexão tudo que temos encontrado pelo país afora. Então, tudo que se vê é fachada e a realidade é outra muito diferente do que passam para o povo brasileiro.
'O Brasileiro destrói sua história, destrói a sua memória de um passado de glórias,
de trabalho e, sobretudo, de muito amor pela nossa pátria'
César Mori Júnior, um entusiasta das ferrovias no Brasil.
César Mori Júnior nasceu em 1960, na cidade Lavras, na região Centro-oeste de Minas Gerais. Filho de servidor ferroviário, ele se formou como técnico em informática e web designer, mas desde cedo se apaixonou pelo mundo dos trilhos e das locomotivas. Atualmente dirige o Circuito Ferroviário Vale Verde

(CFVV), através do projeto “Expresso Vale Verde”, que visa fomentar o turismo em um trecho de linha férrea na região de Lavras. Nessa entrevista, ele nos conta como foi levado a se transformar num preservacionista das ferrovias nacionais e, entre outros assuntos, ele nos imprime também as suas considerações sobre o colapso a que passa o transporte coletivo pelos trilhos do Brasil.

'Os bilhões de reais que utilizaríamos para este TAV poderiam
criar vários trens regionais de média velocidade no Brasil'
'O Brasileiro destrói sua história, destrói a sua memória de um passado de glórias,
de trabalho e, sobretudo, de muito amor pela nossa pátria'
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