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segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

Chuvas

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Por e-mail

Passadas as águas de março, todos nós, em especial os políticos, mas também a mídia impressa e falada, esqueceremos as tragédias, as viúvas, os órfãos, os desabrigados... e estaremos prontos para enfrentar o Carnaval, o novo ano, a nova presidente, os novos governadores... "Preparados", portanto, para enfrentar as tragédias da próxima virada (2011-12) que certamente serão recorrentes.

LUIZ ANTONIO PEREIRA DE SOUZA, geólogo do Instituto de Pesquisas Tecnológicas do Estado de São Paulo - IPT (São Paulo, SP)


Vale a pena ver de novo

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ÁREAS DE RISCO NO LITORAL PAULISTA

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Por e-mail

Há anos observo as ocupações tanto em áreas de risco como em áreas de preservação permanente (mata atlântica) no litoral norte de São Paulo e sempre que tentei alertar a prefeitura de São Sebastião lá encontrei quem me dissesse que era questão de difícil solução por ser um " problema social". Sob esta míope perspectiva, assisti a sucessivas invasões realizadas sob a inércia dos agentes responsáveis em impedi-las, nas quais os invasores, bem industriados, entravam mata adentro para desmatar e construir, deixando uma cortina vegetal à beira das estradas a encobrir seus feitos. Para um bom observador, entre São Sebastião e Maresias existem centenas destes casos.

Agora, indignada, li que o sr. Luiz Teixeira, chefe da Fiscalização do Meio Ambiente em São Sebastião, na tentativa de justificar o malfeito, joga a culpa no número exíguo de agentes fiscalizadores (15) para cobrir uma área de 110 quilômetros de extensão. Bom, então eu digo a esse senhor que, se ele dividisse 110 quilômetros por 15 agentes, cada um deles ficaria responsável por pouco mais de 7 quilômetros a serem fiscalizados. Seria responsabilidade demasiada para esses funcionários públicos? A verdade é que se houvesse vontade política para realizar a retirada destes invasores certamente não haveria tantas famílias vivendo ilegalmente, sob risco de deslizamentos, nem tantas feridas abertas nessa área de preservação tão importante que é a mata atlântica!

Mara Montezuma Assaf montezuma.fassa@gmail.com

São Paulo

terça-feira, 18 de janeiro de 2011

MENSAGEM DE CONCLAMAÇAO ÀS RESPONSABILIDADES PÚBLICAS


Olá colegas e companheiros.

Mando-lhes em anexo um elucidativo texto de Lino Matheus, donatário da fazenda Boa Vista em apoio a Fundação Mantiqueira ( www.fundacaomantiqueira.com.br ), acerca das catástrofes ocorridas recentemente na região serrana do Rio de Janeiro.

Convido especialmente para a leitura do texto aqueles que insistem em afirmar que catástrofes como essas são "forças da natureza", e que, portanto, são imprevisíveis e incontornáveis.

Tendo em vista a pequeneza dos prejuízos ocorridos na região de Visconde de Mauá frente à catástrofe da região serrana (interrupção por desabamento de encosta da via de principal acesso por 16 dias consecutivos), vale a pena lembrar que esta região está cerca de vinte anos atrás no processo de "turistificação" frente à região calamitada, mas se começarmos a acreditar que nossos infortúnios são fruto de "casualidades naturais" e não irresponsabilidade e/ou incompetência dos órgãos públicos e políticas ambientais mal implementadas e sem fiscalização, teremos então, um provável futuro dantesco também nesse precioso lugar.

Cordialmente, mas atento! Daniel de Brito
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Em póstumo respeito à memória daqueles que foram vitimas das últimas catástrofes, sobretudo em nome daquelas centenas de crianças ali sacrificadas, como cidadãos, gostariamos de chamar a atenção e fazer urgente e grave apelo às nossas autoridades e à todos os responsáveis pela administração pública nos âmbitos Federal, estadual e Municipal.

É necessário, diante de mais esse ocorrido dramático, uma vez por todas e de forma imediata, cabal e efetiva, que o Poder público venha assumir a tarefa político-administrativa de estabelecer e impor a importante e fundamental ordenação da ocupação do solo e de prover instrumentos eficazes para zelar pelo cumprimento dos regulamentos e das leis ambientais existentes. Infelizmente, o que temos assistido é a rendição da governança, a colocar-se como réfem dos interesses imediatistas e muitas vezes espúrios da baixa política, do Agronegócio, das “ Monsantos “ transnacionais (feiticeiras dos agrotóxicos e dos transgênicos), da especulação imobiliária, etc.

O processo de ocupação desordenada e irregular das áreas de risco, geotécnicamente inadequadas, seja pela favelização, pelo lado das carências, seja pela “condominização“, pelo lado das ganâncias, e que está na origem maior dos desastres que vêm se agravando e se multiplicando nos últmos tempos, é uma constante e nefasta característica presente nas diferentes regiões brasileiras, consequência de desmandos políticos, omissões administrativas, desrespeito às leis do País e, principalmente, ausência de fiscalização ágil e efetiva.

Esse mesmo processo, neste momento, por exemplo, vem se reproduzindo, aceleradamente, em diversas e importantes áreas rurais e montanhosas do Sudeste, como é o caso da Mantiqueira, que tem visto suas áreas serranas serem transformadas em focos de “ turistificação “ intensiva e desregulada ( a “campos-de-jordanização “do hinterland brasileiro..) , como acontece com Santo Antonio do Pinhal ( SP ) , Monte Verde ( MG ), Visconde de Mauá ( RJ ), entre outras.

Alí, como na maioria dos municípios da Região, que são parte da Área de Proteção Ambiental da Mantiqueira ( similar àquela existente entre Petrópolis e Teresópolis...), a abertura indiscriminada de acessos e asfaltamentos agressivos ao Meio Ambiente, a ocupação ilegal das ( APPs) Áreas de Preservação Permanente ( exatamente como em Nova Friburgo ...) , em margens de cursos d’água, encostas íngremes, etc., através da expansão irregular dos loteamentos turísticos, é uma realidade óbvia e preocupante, a anunciar a repetição desses anunciados desastres.

Como fator agravante, constata-se o completo despreparo, a desinformação ou a indiferença das administrações municipais dessas zonas rurais, alheias a qualquer forma de planejamento urbanístico ou ambiental.

Além disso, perpetuando um estado crônico de desinformação, a grande mídia continua escamoteando informações vitais com respeito à reconhecida gravidade e iminência da Crise Climática , já em andamento. Sempre servil ao Sistema, ao Poder e, sobretudo, ao bom andamento dos “ negócios”, a Imprensa prefere noticiar e alardear o delírio dos megaprojetos ufanistas, como este do famigerado “trem-bala” ou Copas do Mundo e Olimpíadas ( a velha fórmula política do “Pão & Circo “ ), a abordar temas estratégicos para a nossa sobrevivência, ciosa que é de que “ Business must go on...”como de costume.

É chegado o momento da população, agora alertada e mais atenta pelo trauma sofrido, cobrar, enérgicamente, o melhor uso do dinheiro público. Os muitos bilhões de dólares a serem destinados a tais projetos desnecessários e cosméticos, se bem empregados, poderão representar não só um resgate da sua qualidade de vida, como a diferença entre a Vida e a Morte.

Núcleo de Estudos Sócio-Ambientais / Fundação Mantiqueira

Por e-mail, do Gabriel Bertran, a quem agradecemos.

sexta-feira, 23 de julho de 2010

quinta-feira, 15 de julho de 2010

Rrepasse do ICMS para quem tenha maior área verde


(...) Um exemplo de como é possível, através de uma legislação enérgica, coibir este tipo de destruição.

Levando em conta que o desmatamento ocorre também em áreas menores, atingindo pequenos e médios municípios brasileiros (em especial no Estado de São Paulo), resolvi criar um Projeto de Lei que, além de reduzir a devastação de áreas verdes, pode trazer lucro para aqueles que as preservarem e para os que promoverem o reflorestamento.

O PL451, apresentado por mim na Assembleia Legislativa de São Paulo, pretende garantir maior repasse do ICMS (Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços) para aqueles municípios que possuem mais áreas de reflorestamento ou que tenham maior área verde.
Acredito que este Projeto de Lei permitirá uma distribuição mais justa do imposto em vários aspectos.

Aqui o texto na íntegra

terça-feira, 22 de junho de 2010

terça-feira, 15 de junho de 2010

EDP - Energias do Brasil

Maria de Jesus - Portugal disse...
AMIGO SÉRGIO,
LI O SEU BLOGUITO COM INTERESSE. ESTOU DE ACORDO, MAS, DEVO DIZER-LHE QUE, FUI FUNCIONÁRIA DA EDP-ENERGIAS DE PORTUGAL, DURANTE CERCA DE 40 ANOS. SOU APOSENTADA DA MESMA EMPRESA. CONCORDO COM O QUE DIZ SOBRE OS MALEFÍCIOS CAUSADOS, MAS A LEI DO PROGRESSO, LEVA OS GOVERNOS A ESTAS SITUAÇÕES.
UM ABRAÇO A TODOS

MAJU

Minha querida amiga, leitora e colaboradora do bloguito, Maria de Jesus, que muito nos honra com sua participação diretamente de Portugal, contribuindo sobremaneira para a valorização deste nosso espaço.
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Noto que quando se dirige à EDP Portugal, onde trabalhou por 40 anos, se refere com enorme carinho. Isto é lindo, pois se ficou a vida toda a trabalhar numa única empresa, não resta a menor dúvida de que a organização valoriza seus colaboradores e por outro lado, somente uma pessoa indubitavelmente exemplar permaneceria por 40 anos ininterruptos a prestar relevantes serviços. Também me refiro com muito carinho à empresa onde me aposentei, a Villares. Devo parabenizá-la por esse exemplo de vida e reforço o que escrevi acima, a sua presença aqui gera enorme prestígio.
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Permita-me, entretanto, discordar do posicionamento de que "CONCORDO COM O QUE DIZ SOBRE OS MALEFÍCIOS CAUSADOS, MAS A LEI DO PROGRESSO, LEVA OS GOVERNOS A ESTAS SITUAÇÕES. "
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O seu País, a que também tanto ama, é progressista, desenvolvido, modelo para o mundo, principalmente porque não se deixou contaminar pelo progresso a qualquer custo. Progrediu, se desenvolveu, preservando suas histórias, seus valores, sua cultura , seu meio ambiente...
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Não o conheço pessoalmente e nem mais terei tempo de fazê-lo, pois meu prazo de validade esta a vencer, entretanto, pelos belos arquivos PPS que tem me enviado, extraí algumas fotos que comprovam minhas afirmativas. Essa mescla entre o passado, o presente e o futuro ,numa convivência harmônica é exemplo a ser imitado por todos.
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No filmete supra, no final, coloquei só algumas poucas imagens da querida terra onde vivo, onde nasceram meus três netos, onde ganhei uma nora e um genro, onde está sepultada minha mãe e por onde ficarei para a eternidade, entretanto, as mesmas são bem diferentes das daí do seu Pais, e muitas dessas imagens estão sendo produzidas pela EDP eletricidades do Brasil, não só em Pindamonhangaba como em todas as cidades onde distribui energia. Há soluções alternativas ecológicas, só que, custarão alguns dólares a mais.
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Talvez não saiba, mas as tarifas de energia elétrica do Brasil são as maiores do mundo, estão ganhando muito dinheiro, porque então não retribuir com um pouquinho mais de cuidado com o nossos meio ambiente? Não precisa muito não, basta agirem como pregam no setor ecológico do seu site, como aliás, nos ensinou a pensadora Cora Coralina; "
Feliz aquele que transfere o que sabe e aprende o que ensina."
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Bom, prezada Maju, espero ter esclarecido o meu posicionamento e enquanto tiver forças, lutarei para que pratiquem o que ensinam.
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Um grande abraço, muito obrigado pela participação e continue a nos prestigiar. Respeitosamente, Sérgio.

segunda-feira, 14 de junho de 2010

A bandeirante energias do Brasil tem no seu site uma seção ecológica, mas pelas suas ações, creio, tratar-se de "greenwashing"

No domingo comecei a me sentir muito aborrecido e sequer acompanhei meus companheiros no passeio de autos antigos, em razão do anúncio das podas radicais das árvores na bela Praça Monsenhor Marcondes de Pindamonhangaba.
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Cedinho lá estava de plantão. Nada poderia fazer, senão, documentar e assim o fiz. Filmei e fotografei as ações. Como me é doído ver uma árvore ser mutilada ou extirpada. Não entendo como botaram esse chipzinho em mim. Só levo bordoadas.
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Lá pelas 14,30 hs. fui surpreendido pelo Eng° Arthur Ferreira dos Santos, Secretário de Governo e Integração, que muito gentil me explicou o trabalho que pretende fazer com as árvores de uma das mais belas Praças da interlândia paulista. Me tranquilizou, pois estão limpando as ervas de passarinho que colocavam em risco a sobrevivência das mesmas. Não deixei de falar que esta ação fazia parte do plano de governo há uns seis anos, não o fizeram e o problema se agravou. Argumentei também sobre a política municipal de substituição de árvores adultas por arbustos e me garantiu que isto faz parte do passado e que nenhuma árvore mais será suprimida desnecessariamente. Me cobrou de eu me silenciar sobre o plantio de muitas árvores no nosso Bairro e me senti na obrigação de passar por lá e fotografar, mas lembrei que, depois de adultas, terão que ser mantidas integralmente, sem podas radicais.
Aproveitei o ensejo para questionar sobre a lambança que a bandeirante energias do Brasil está fazendo nas nossas árvores (aliás, em todas as cidades por onde distribuií energia). Solicitou caso concreto então, cito dois recentes. Na rua Balthazar de Godoy Moreira, no nosso Bairro, essa empresa podou árvores e deixou os resíduos abandonados na calçada. Estas fotos são do dia 29 de abril e vejam que já estavam secas. Ainda lá estão tais resíduos.

















Na rua dr. Álvaro Leme Celidônio, no Bairro da Quadra Coberta, esta árvore que até o dia dos namorados vivia, cumprindo sua função ecológica, abrigando pássaros e toda a biodiversidade, absorvendo dióxido de carbono, dando frescor e filtrando o ar que respiramos, foi agredida injustificadamente por essa empresa, que em seu site ensina as criancinhas como preservar o meio ambiente e o pior de tudo, que nesse lado da calçada não passa a rede elétrica, pois está do outro lado da rua. Seria essa intromissão autorizada pela prefeitura? Apreciaria saber se o contrato mantido com a prefeitura prevê essa intromissão, pois em caso contrário, aí está um crime ecológico.Ninguém está se dando conta de como essa empresa, que até outro dia não existia e é originária de outro país, está aniquilando nossas árvores, que já estavam aí há mais de trinta anos. Se assim procedesse no país de origem, com certeza, seus diretores estariam presos.Bom, o Engº Arthur, diante de mim, telefonou para seu assessor e solicitou que marcasse reunião com essa empresa, para cobrar uma atitude racional, entretanto, a posibilidade de representação junto ao Ministério Público não está descartada.Resta-nos enorme esperança, uma vez que o Secretário de Governo e Integração me passou o nº de seu celular e seu endereço eletrônico, para cobrá-lo de imediato, caso presencie atos irresponsáveis de agressão ao meio ambiente.Fiquei tão feliz com esse posicionamento, que não publicarei o material que colhi hoje na Praça Monsenhor Marcondes, ainda mais que o Engº ARthur me garantiu também que aquelas duas velhas dracenas que abrigam milhares de pássaros serão mantidas, assegurando assim, a paisagem cujo filmete ontem publiquei.
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Engº Arthur, em nome daqueles que reconhecem a importância da preservação ambiental, ficamos-lhe agradecidos pela atitude assumida, pois como lhe falei; se todos ensinam nas escolas de educação infantil esta matéria, por quê haveremos, nós adultos, de desrespeitar seus ensinamentos?
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Sérgio.

quinta-feira, 10 de junho de 2010

Almir Suruí, o índio da floresta Amazônica, agora é famoso.

O índio Almir Suruí, em lançamento de programa que vai auxiliar ONGs, em Londres, Inglaterra; o software Google Earth ajudará a monitorar área de tribo em Rondônia e o desmatamento da floresta.

{...} Os suruís em breve serão um dos primeiros povos indígenas que serão pagos pelo mundo para preservar sua floresta. Eles estão sendo orientados por banqueiros de investimento, advogados e administradores. Mas são eles que tomarão suas próprias decisões, em um encontro de 1.300 índios. Almir Suruí acredita que seu povo precisa da modernidade para ajudá-los a manter seu modo de vida tradicional, que esta é a única forma de salvarem sua floresta, sua cultura e sua tribo. Mas por se tratar de uma experiência, o resultado é incerto –tanto para os suruís quanto para o restante do mundo.

A Bacia do Amazonas contém 40% das florestas tropicais do mundo. É a Amazônia que mostrará primeiro se a batalha contra o desmatamento e a mudança climática pode ser vencida. E também o que acontecerá em caso de derrota.

Apenas no ano passado, 130 mil quilômetros quadrados de floresta foram derrubados ou queimados, pelo menos 10 mil quilômetros quadrados disso no Brasil. Este pode ser o menor número em décadas, mas ainda é demais; 20% da floresta Amazônica já desapareceram. A mesma proporção foi danificada. Em uma escala puramente proporcional, a maior quantidade de floresta desapareceu no Estado de Rondônia.

Um e-mail do coração da floresta tropical

As palavras do cacique convenceram quase todos os suruís, que começaram avidamente a cultivar e plantar mudas. Aos poucos a floresta retornou. Ignorando a chuva e o calor, eles plantaram mais e mais espécies: palmeiras açaí, ipês, castanheiras-do-pará, mogno. Mulheres, crianças e idosos, todos deram uma mão, cortando o mato que parece floresta, mas que não é nada mais que arbustos, palmeiras e samambaias. Eles continuam plantando até hoje.

Entre os suruís se encontra um homem com braços marcados por picadas de mosquitos, vindo da Suíça; Thomas Pizer, da organização Aquaverde. Pizer lembra de como recebeu um e-mail de Almir Suruí, há seis anos. A mensagem dizia: “Em seu site é dito que vocês estão envolvidos no reflorestamento da Amazônia. Se for verdade, por favor, nos ajude”. Documentos do Word e planilhas do Excel estavam anexados ao e-mail. “Eu recebi planilhas de Excel do coração da floresta tropical!” diz Pizer rindo. Ele fez uma transferência de dinheiro aos suruís, suficiente para 500 mudas. Eles plantaram 1.900. “Nenhum outro povo indígena em todo o Brasil fez tanto pela recuperação de suas florestas”, ele diz.

Aqui, vídeo de Márcio Souza


Aqui, a matéria na íntegra, capeada por dois vídeos, porém, só aberta para assinantes uol

domingo, 6 de junho de 2010

Matar a natureza é matar o lucro

Importante matéria sobre a preservação ambiental acaba de ser publicada pela revista Veja, entretanto, destinada exclusivamente aos seus assinantes. Somos assinantes, a lemos, concluímos ser matéria de relevante interesse público, porém, não achamos de bom alvitre copiá-la aqui. Pesquisamos na Net e encontramos um site que a tornou pública, logo, indicamos sua proveitosa leitura aos frequentadores do ecoeantigos e recomendamos que a mesma, devido à relevância, seja difundida ao máximo. Destacamos alguns trechos e no final, está o link disponibilizado para leitura.

(...) As empresas descobrem que a biodiversidade significa dinheiro em caixa e que a saúde do negócio está vinculada à saúde do planeta

Gabriela Carelli

(...) Há dez anos, quando anunciou uma série de investimentos inéditos em projetos ambientais, a Coca-Cola não estava preocupada com o derretimento das geleiras do Ártico nem queria salvar os ursos-polares ameaçados de extinção. Diante de estudos que apontavam para a crescente escassez de água doce no planeta, a empresa se convenceu de que ignorar o problema poderia ser perigoso para o futuro de seu negócio.

(...) A destruição da biodiversidade nunca foi tão intensa. De acordo com um relatório da Organização das Nações Unidas divulgado no mês passado, mais de 60% de todos os ecossistemas do planeta estão ameaçados. Desse total, 35% são mangues e 40% florestas. Hoje, a demanda por recursos naturais excede em 35% a capacidade da Terra. Se a escalada dessa demanda continuar no ritmo atual, em 2030 serão necessárias duas Terras para satisfazê-la. Entre 2000 e 2005, a devastação das florestas na América do Sul foi de 4,3 milhões de hectares, 3,5 milhões deles no Brasil.

Aqui, a matéria na íntegra

sábado, 29 de maio de 2010

bandeirante, energias Brasil e prefeitura de Tremembé, do partido verde, cortam seringueiras centenárias



Bem amigos do ecoeantigos. Só hoje me restabeleci da cacetada que levei na quarta feira.
Bem feito, o que eu tinha que fazer em Tremembé, terra do MC Jaimão, que nem lá mais está?

Fui cumprir compromisso em Taubaté e na volta passei nesta cidade que, por incrível que pareça, é administrada pelo pv - partido verde.

Quando cheguei na avenida principal, um bulevard, todo aquele aparato me assustou. Não deu outra, a bandeirante energias do Brasil em conjunto com a prefeitura de Tremembé estavam abatendo seringueiras centenárias.

Saquei a camerazinha e comecei a documentar, sem nada dizer a ninguém.

Um homem, creio ser o chefe, parou o que estava fazendo e telefonou não sei para quem. Voltou meio nervosinho.

Quando fotografei o caminhão da prefeitura de Tremembé, seu motorista veio me questionar, alegando que eu não podia fotografar o veiículo, pois era oficial. Argumentei que sim e se estivesse fazendo algo ilegal que chamasse a polícia. O clima esquentou, começaram a falar alto, a reunir todo mundo e quando vi que poderia ser agredido, disse-lhes que iria falçar com o prefeito, e saí de lá rapidinho antes que coisa pior pudesse me acontecer.

Resultado, fiquei de molho todos estes dias. Cheguei a pensar em desativar o ecoeantiogos, entretanto, atendendo aos inúmeros pedidos (só o seu Sueli) e levemente restabelecido do choque, aqui estou novamente.

Só que tem uma coisa. Desacelerarei um pouquinho.

Abraços.

Sérgio.