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.- A ÁRVORE QUE O SÁBIO VÊ, NÃO É A MESMA ÁRVORE QUE O TOLO VÊ! William Blake, londrino, 1800.

quarta-feira, 22 de junho de 2011

Brasileiro honesto 3

Até que durou muito! Esta noite, conforme havíamos previsto, furtaram a casinha de um cachorrinho de rua carente, o Pingo. Ou melhor, ex-carente, pois uma família bondosa o adotou e o mantém em liberdade, mas esta casinha que uma outra família boa a presenteou ao Pingo, se foi. Durou exatamente um mês e vinte e um dias.

No final do ano passado, quando encontraram mais um brasileiro honesto, que mereceu destaque nos noticiários, inclusive no Jornal Nacional, elaboramos o texto abaixo e creio, este é um bom momento para o reprisarmos.Quanto ao Pingo, não se preocupem, os "cachorrófilos", pois está em ótimas mãos, vejam abaixo e vamos que vamos...

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Meu caro José Paulo Ferrari;
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Estou postando esta notícia para você, que está muito distante de nós, e sugiro, ou seria "Shujiro", que a interprete para os seus parentes e amigos, aí do Japão, que dificilmente a entenderão, não em razão da dificuldade linguística, mas sim da comportamental.
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Sabemos que no Japão honestidade não é novidade, não é destaque em noticiários, não causa espanto, pois está integrada na cultura nipônica e nos lembramos do caso em que um engenheiro da Villares, nos anos 80, estagiando na Nippon Still, esqueceu sua carteira com dólares e documentos no metrô. Ao chegar ao hotel, desesperado, contou o fato ao gerente, o qual o tranquilizou, orientando-o que fosse ao terminal da empresa de transportes que estaria tudo lá. Incrédulo, o Clovis Vieira Marques, já falecido, foi até lá e, BINGO!
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Lembro-me também que um gari, há alguns anos, devolveu grande quantia de dólares a um turista. Foi objeto de notícia deste mesmo veículo, sendo inclusive homenageado pelo presidente da República, que ainda mangou do mesmo, proferindo (eu vi, ninguém me contou):
. - Se bem companheiro, que achado não é roubado!Passados alguns anos, quando estourou o caso "mensalão", (olá SFT, aquele abraço) o gari foi recrutado para relembrar o episódio ao lado do presidente e após ter sido usado como objeto de propaganda, confidenciou ao repórter:
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É, agora eles me procuram, né?
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Tivesse o episódio do brasileiro honesto Ademário de Barros (que ironia, quase Ademar de Barros? Esta só os coroas entenderão) ocorrido alguns dias antes do último pleito, não tenho dúvida de que posaria de garoto propaganda dessa turma que venceu a eleição.
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Bom, chega de prosa e vamos ao destaque do noticioso de há pouco;
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Até a próxima descoberta de outro companheiro honesto.
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