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quarta-feira, 14 de abril de 2010

Carlos Alberto Filgueira acabou de descansar



O Carlinhos em uma reunião social em Pindamonhangaba, no ano de 2004




Infelizmente, como havíamos dito aqui, o prezado amigo Carlos Alberto
Filgueira, um dos pioneiros na implantação da Villares Indústrias de Base S/A em Pindamonhangaba, que estava enfermo, vítima de violento "AVC", acaba de nos deixar e está a caminho da morada celestial.


Claro que não resta a menor dúvida de que o destino do
Carlinhos é esse mesmo, em razão de seu legado aqui na terra e isto não é conversa de bajulação comumente dita após o nosso desenlace.


Filgueira, Benê, Milton, Sérgio, Leo e o Pedrinho, na Villares, em novembro de 1979.

Aqueles que o conheceram de perto sabem do que digo. A comunidade religiosa a que pertence, que acorreu em peso no Hospital Vivale de São José dos Campos, onde estava internado, é um testemunho vivo deste relato. Nedina,Françoso, Almeida, Sérgio, Filgueira, Benê, Milton, Admilson e o saudoso Carlão.

O
Carlinhos era diferente de nós, comuns mortais, cheios de pecadinhos, vícios, imperfeições... O Carlinhos era exemplo de comportamento. Até as piadinhas mais picantes geralmente trocadas, inclusive na Net, não se podiam lhe enviar, as dele eram sempre de uma inocência incrível. Filgueira, Sérgio e Leo, ao fundo os pavilhões da Modelação e Fundição de Ferro, sendo que a Kombi era da Giter Transportes, que fazia o itinerário interno da Villares.

Quando eu mandava mensagens tipo
PPS aos componentes da minha caixa postal, selecionava bem as que lhe dirigia para, em hipótese alguma, ofendê-lo.Milton, Benê, Filgueira e Sérgio.

NO dia 10 passado, escrevemos aqui o quanto segue;
(...)

Em
dezembro de 2005, quando tínhamos um programinha numa rádio local, onde representávamos o Nostradamus, fomos convidados a assistir a cerimônia de bacharelando em Música Sacra deste velho amigo dos tempos da implantação da Villares em Pindamonhangaba e recentemente postamos a entrevista aqui no bloguito.Sua esposa Cleusa acaba de me ligar informando que o Carlinhos, como o chamava, foi acometido por um "AVC" em grau elevadíssimo, sendo muito difícil sua recuperação.

Sérgio, brincando com o Leo, que tirou a foto, Almeida e Filgueira.

Milagres existem, o Carlinhos sempre foi um homem honrado, temente a Deus, religioso praticante e invariavelmente suas palavras foram coerentes com suas ações, dirigimos a ele as mesmas orações, as quais o nosso outro amigo, também de longa data, Beltran, foi agraciado por muitos dos leitores do ecoeantigos, na esperança de que se recupere.
Leo, Sérgio e Filgueira, sendo o Almeida o fotógrafo.

Obrigado Cleusa por nos ter comunicado sobre este triste, muito triste mesmo, acontecimento.
Que o Senhor atenda as nossas preces.

Em 13 de março de 2008 publicamos esta historieta de origem do nome da Rodovia Luiz Dumont Villares, que o Filgueira participou, isto no ano de 1978;

(...) Importante ressaltar que nosso reconhecimento ao engº Luiz Dumont Villares se traduziu numa singela homenagem. Estávamos em determinado dia na hora do almoço percorrendo o traçado da Rodovia que hoje dá frente para a VIBASA, Admilson Júlio Novaes Sofiatti, Carlos Alberto Filgueira e eu, no Maverick, 4 portas, vermelho, acho que ano 1974, do Sofiatti, (se o tivesse hoje seria relíquia) quando mais ou menos dos três juntos partiu um estalo: Vamos dar nome a esta Rodovia? Procuramos o saudoso José Fonseca Marcondes que era assessor de imprensa da Vibasa, o qual levou a sugestão ao dr. Paulo de Andrade, acho que era vereador, e foi oficializado o pomposo nome de Rodovia Engº Luiz Dumont Villares. Fico muito feliz quando tenho dados concretos exemplares para citar neste bloguinho, pois a vida toda tive a sorte de ficar sempre ao lado de pessoas que "FAZEM" e não estou dizendo que eu faço, digo pessoas do bem que sempre cito aqui e que estão espalhadas nesses dois anos e meio de bloguinho, inicialmente no www.pindabaautosantigos.nafoto.net ...Colhi esta foto no último sábado no pátio do Hospital, quando fui visitar o Carlinhos, que se encontrava em coma irreversível, representando-o.Por fim, reprisamos sua entrevista citada acima.

Fique com Deus meu querido amigo Carlinhos e condolências à estimada família Filgueira.
Sérgio


sexta-feira, 16 de abril de 2010

Carlos Alberto Filgueira - Culto de Despedida

No post anterior, quando desenvolvemos sobre como o prezado amigo Carlos Alberto Filgueira se comportou durante sua estada na terra, dava a impressão de exagero nosso, entretanto, a sua cerimônia de despedida foi um atestado comprovando o que dissemos.
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Claro que classificar de bela uma cerimônia de despedida, soa como que inadequado, mas sem dúvida, foi a mais bela de que participamos. No final, sua esposa Cleusa me confidenciou.
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-Sérgio, está parecendo uma festa.
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Sim Cleusa, foi realmente uma festa, pois estávamos tristes por perdermos a convivência do Carlinhos, mas felizes por termos a certeza de que o entregávamos ao Pai Eterno.
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A energia espiritual reinante era de uma força extremamente forte, muito forte. Percebia-se nos seus amigos, parentes, colegas, fãs, uma concentração geradora de fluidos santificados.
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De todos que lá acorreram, aflorava a percepção de serem pessoas especiais, desprovidas de vaidades mundanas, muito comum entre nós. Analisem as imagens, vejam a serenidade do Pastor, até comentamos entre dois amigos que nos acompanhavam;
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- Não estou a enxergar nenhum "medalhão" por aqui.
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Tudo muito lindo e da forma que o Senhor recomendou. O caminho que o Carlinhos trilhou é como dizem por aí; "O CANAL". O difícil, é seguirmos por este canal, mas quem consegue fazê-lo, tem a merecida recompensa, esta mesma recompensa que o amigo Carlinhos acaba de ser agraciado.
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A nós, pobres mortais, só nos resta agradecer aos Céus por nos ter permitido, apesar de todas as nossas imperfeições, termos sido tolerados pelo amigo Carlinhos durante todos estes anos de convivência.
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Carlos Alberto Filgueira, interceda por nós aí na sua nova morada.
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Que assim seja.
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sexta-feira, 23 de abril de 2010

Notícias da Villares


Bom, quando o Léo, que ontem descobriu o ecoeantigos, entrar aqui no bloguito, encontrará um resumo de alguma coisa que publicamos sobre a VIBASA - Villares Indústrias de Base S/A, pois aproveitamos este momento para linkar estes tópicos, criando uma Seção a parte.

O Léo, que no início da carreira profissional trabalhou com o Maurício de Souza, sempre foi muito criativo e foi um grande colaborador com o setor de Segurança Industrial da Usina, dando enorme suporte ao ao ADP - Administração Pinda, gerida pelo Arnaldo Manoel Alves, ao RIP - Relações Industriais Pinda, comandada pelo Flávio Rivero Rodrigues, à CIPA - Comissão Interna de Prevenção de Acidentes, que teve o Clovis Ribeiro Filho como um dos seus Presidentes, e a toda enorme equipe que labutava nesta importante área. Não sei hoje como está, mas na ocasião citada, a VIBASA era uma das usinas siderúrgicas mais seguras do Brasil. Quantas vidas não foram salvas.
Que trabalho gratificante.O Érick e o Erivan, ou o Erivan e o Érick, filhos do Léo/Benê, em 1979, aqui em casa. (perdão se a grafia estiver incorreta)

O Léo tem muitas histórias para contar. Até hoje, meu filho, um quarentão, se lembra das peças teatrais que o Léo organizava para incutir nos trabalhadores as mensagens sobre prevenção de acidentes, pois era garoto e eu o levava para assistir e assimilar tais ensinamentos. Aquela do anjo foi simplesmente sensacional, conte para nossos leitores Léo, como foi.

Nunca mais joguei cacos de vidro no lixo, sem antes embrulhá-los bem com jornal e afixar adesivo com alerta, para evitar que os garis se acidentassem. Mensagem do Léo, lá atrás, em 1979 e que ficou para sempre.A Usina Siderúrgica da Villares em Pindamonhangaba, em 1979

Aí está, creio que o ecoeantigos acabou de ganhar mais um colaborador, pois o Léo, além de escrever muito bem, tem muitas lições a nos passar.


Abração meu caro Léo.

Sérgio.

Vamos aos links:

Aqui, poesias do Gêmiguel

Aqui, o Engº Clóvis Ribeiro Filho, brilhando num programinha que tínhamos em uma rádio local

Aqui, o Jonatas Ferreira da Silva, o Pai da Matéria, entregando ao Presidente João B. O. Figueiredo uma mensagem religiosa

Aqui, o Filgueira realizando um sonho

Aqui, a triste notícia do falecimento do Carlos Alberto Filgueira

sábado, 10 de abril de 2010

CARLOS ALBERTO FILGUEIRA REALIZA UM SONHO

10 de julho de 2009

"O regente tem a obrigação de ser autêntico e verdadeiro perante sua emoção e vivência estética. Não precisa fazer toda a literatura existente. Deve fazer aquilo com que possa convencer tanto na execução como na interpretação, ou seja, deve entender e ser entendido pelo seu coro."
Oscar Zander

Este foi o pensamento escolhido pelo Bacharel em Música Sacra, Carlos Alberto Filgueira, por ocasião de sua formatura no CETEVAP em São José dos Campos.
Esta é uma pequena homenagem que o Bog ecoeantigos.blogspot presta ao antigo amigo.Em dezembro de 2005, quando tínhamos um programinha numa rádio local, onde representávamos o Nostradamus, fomos convidados a assistir a cerimônia de bacharelando em Música Sacra deste velho amigo dos tempos da implantação da Villares em Pindamonhangaba e recentemente postamos a entrevista aqui no bloguito.

Sua esposa Cleusa acaba de me ligar informando que o Carlinhos, como o chamava, foi acometido por um "AVC" em grau elevadíssimo, sendo muito difícil sua recuperação. Milagres existem, o Carlinhos sempre foi um homem honrado, temente a Deus, religioso praticante e invariavelmente suas palavras foram coerentes com suas ações, dirigimos a ele as mesmas orações, as quais o nosso outro amigo, também de longa data, Beltran, foi agraciado por muitos dos leitores do ecoeantigos, na esperança de que se recupere.

Obrigado Cleusa por nos ter comunicado sobre este triste, muito triste mesmo, acontecimento.

Que o Senhor atenda as nossas preces.

terça-feira, 11 de maio de 2010

Feliz aniversário Comadre Bete

Bom dia comadre Bete. Bom dia compadre Admilson;
Cliquem na setinha, vão ouvindo esta musiquinha, enquanto desenvolvo esta matéria, a qual me veio ao bestunto ao acordar, há poucos minutos.
Foto colhida por este teclador, em 1982, aqui em casa.

Dentre outras dificuldades, guardar datas é uma delas. Soube do seu aniversário através da Alda e da Eliana, lá de Sete Lagoas, no dia 1° de maio. Guardar por onze dias já foi uma vitória, não?
Folder que mantenho há anos sobre a origem da Villares em 1918 e aproveito para homenagear o saudoso bom patrão, Engº Luiz Dumont Villares, que quando foi para o céu deixou um conglomerado com 21.000 empregados diretos. Sim, bom patrão, pois em 1946, pioneiro, já mantinha a fundação Sociedade Beneficente Carlos Dumont Villares a prestar relevantes serviços, inclusive assistência médica a seus empregados. Em 1979, no Hospital São Bernardo do Campo, salvou-me a vida.

Tudo começou em setembro de 1978 na rua Alexandre Levy nº 202, bairro do Cambuci, Capital Paulista, quando o Grande Chefe Arnaldo Manoel Alves iniciava os preparativos para compor o quadro de pessoal da Usina Siderúrgica de Pindamonhangaba, a VIBASA - Villares Indústrias de Base S/A.
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Recrutou pessoas desse Brasilzão afora. Talvez quem veio de maior distância tenha sido o saudoso Rubens Garcia Filho, que deixou bons frutos, dentre os quais, o Dr. Rubens Garcia Neto, delegado de polícia de Santo Antônio do Pinhal e Campos do Jordão, era o prefeito do Projeto Jari, no estado do Pará, sem contar o também saudoso Carlos Alberto Filgueira, originário de Areia Branca, RN, o José Cícero de Almeida, de Anadia, Alagoas e por falar no Almeida, vejam o site de sua empresa, aqui...http://www.chopptime.com.br/
Nessa época a família Sofiatti contava apenas Admilson/Bete/Alexandre. O Ricardinho nasceu a seguir, neste mesmo setembro. Viemos enfim para a querida Pindamonhangaba onde já estava o José Freitas Neves, funcionário nº 00001, a nos recepcionar e também o José Roberto Cury, não sei seu registro, mas um dos primeiros.
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Pindamonhangaba tinha como prefeito o Dr. Geraldo José Rodrigues Alckmin Filho, considerado o mais jovem do País e a cidade contava com menos de 70.000 habitantes, hoje, tem 144.000 e a instalação na Vibasa, dentre outras indústrias, contribuíram para a elevação populacional.
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Aí chegou a Denise, sendo que a cegonha a depositou no que chamávamos de Hospital Novo, hoje Hospital Frei Galvão e Pinda passou a ter 70.001 habitantes.
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Como o mundo gira e a Lusitana roda, a família Sofiatti foi transferida para a Villares de São Caetano do Sul e voltou a residir na terra de origem, Santo André, entretanto, os laços de amizade conosco, apesar da distância, se solidificaram, culminando com a relação de compadrio com o nascimento do Rafinha em 1997.
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Para empreitada de tamanho porte, necessário seria que seu quadro de pessoal fose composto de profissionais competentes e corretos e o resultado, passados mais de 30 anos, aí está e ao desenrolar do tempo vamos registrando aqui no bloguito passagens que se tornaram históricas e o casal Admilson/Bete é um, dos milhares de exemplos que temos, pois formaram seus três filhos, Alexandre, Ricardo e Denise, com ideologia produtiva e humanista, tanto que são profissionais respeitados em suas áreas de trabalho, medicina, engenharia e administração, todos pela USP, sem nos esquecermos que todos passaram pelos bons ensinamentos do escotismo, inclusive com atuação dos pais.
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Parabéns Bete pelo seu dia, parabéns ao casal pelo exemplo de vida e muito obrigado por me aturarem, apesar de conhecerem todos os meus defeitos, imperfeições, erros...
Beijos.
Sérgio.

quarta-feira, 16 de janeiro de 2013

Arnaldo Manoel Alves, o grande e eterno Dirigente


Serjao


Aproveitei uns minutos para retornar no tempo, e percorrer todo o site, que delicia...E aquelas mangueiras em frente a sua casa, que saudades...Hoje posso dizer que fomos muito felizes juntos...e relembra-los enche a alma.

Um bom dia, abraços a Angela e a familia.

Arnaldo
15/01/2013/ 14,20h.




Tudo começou em setembro de 1978 na rua Alexandre Levy nº 202, bairro do Cambuci, Capital Paulista, quando o Grande Chefe Arnaldo Manoel Alves iniciava os preparativos para compor o quadro de pessoal da Usina Siderúrgica de Pindamonhangaba, a VIBASA - Villares Indústrias de Base S/A.

Recrutou pessoas desse Brasilzão afora. Talvez quem veio de maior distância tenha sido o saudoso Rubens Garcia Júnior, que deixou bons frutos, dentre os quais, o Dr. Rubens Garcia Neto, delegado de polícia de Santo Antônio do Pinhal e Campos do Jordão, era o prefeito do Projeto Jari, no Estado do Pará, sem contar o também saudoso Carlos Alberto Filgueira, originário de Areia Branca, RN, o José Cícero de Almeida, de Anadia, Alagoas e por falar no Almeida, cliquem no logo supra que abre o site da sua bem sucedida franquia. 

Trabalhei com o Arnaldo na Philco Rádio e Televisão Ltda, uma empresa, na época, do Grupo Ford, eu na área de Depto de Pessoal e ele na área de Relações Industriais, Administração de Salários, no início dos anos 70, portanto, sabia que o Serjão não era nenhuma Brastemp, porém, conhecia um pouquinho do setor e com a formação dos bons costumes herculandenses, um caboclo sério.

Como semelhança atrai semelhança e com o lembrete do meu colega da Faculdade de Direito Braz Cubas, o Célio Thomé, me convidou para compor sua equipe.
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Cliquem na imagem que abre o site da Montepino

Eu já estava há cinco anos trabalhando na Montepino S/A - Laminação de Ferro e Aço em Itaquera, residia na Vila Carrão, área densamente poluída, com os filhos pequenos, o Ricardo com problema sério nos brônquios, a Montepino em concordata, que sufoco companheiros, aí, como que por encanto, eis-me mudando para a querida Pindamonhangaba, nesta casinha ao lado, sempre com uma sucatinha na garagem, um Fordinho 1933, o qual está aqui em Pinda, com o Lauro Akiyama, restauradinho, o Fusca era semi novo, onde a nossa vida sofreu transformação radical, graças ao Senhor e às pessoas acima que foram colocadas no nosso caminho.

Em 13 11 2011 em post sobre o lançamento do livro do Flávio, escrevemos;

Honra-nos ter servido a este grande Chefe, cujo superior, o grandérrimo Arnaldo Manoel Alves foi o responsável por nossa vinda à Villares de Pindamonhangaba, do saudoso capitão de indústrias, Engº Luiz Dumont Villares e ainda, decorridos tantos anos, contarmos com a confiança dessas pessoas dígnas.


Em 11 05 2010 escrevemos;
Folder que mantenho há anos sobre a origem da Villares em 1918 e aproveito para homenagear o saudoso bom patrão, Engº Luiz Dumont Villares, que quando foi para o céu deixou um conglomerado com 21.000 empregados diretos. Sim, bom patrão, pois em 1946, pioneiro, já mantinha a fundação Sociedade Beneficente Carlos Dumont Villares a prestar relevantes serviços, inclusive assistência médica a seus empregados. Em 1979, no Hospital São Bernardo do Campo, salvou-me a vida.

Arnaldo Manoel Alves, muito obrigado por tudo de bom que ocorreu na minha vida e de minha família, operados  através do direcionamento a você impingido, provavelmente emanados das crenças que processamos e sinto-me honrado por continuar, após estes longos anos, a merecer a sua confiança e amizade.
Um grande abraço a você e a toda  sua família.
Sérgio Garcia.
Em Tempo:
As mangueiras, por nós plantadas, inclusive Flávio e Shirley, vão bem, obrigado. Este ano produziram muito. Foi uma festança no entorno, veja algumas imagens, não deste ano, uma das razões que homenageamos o prefeito de Panorama.===>



Raul Ribas deixou um novo comentário sobre a sua postagem "Arnaldo Manoel Alves, o grande e eterno Dirigente":

Vi lá em cima o retratinho do “Seu Arnaldo”, conhecido na “Rádio Pião” da Villares como o gerente trator, do tipo, ou vai ou racha!... Embora atuando como supervisor numa “terceirizada” me tornei seu admirador! A última vez que o vi, alguns anos depois de deixar a VIBASA, num churrasco de confraternização no qual reuniu amigos que compunham a competente e confiável equipe que pessoalmente selecionou para os primeiros passos da grande siderúrgica pindense , no município de Guarujá, percebi de cara que não havia mudado nadinha de nada! Não fosse ele um homem de fé, suspeitaria mesmo que mantivesse um retrato como de Dorian Gray nas condições idealizadas por Wilde...  Bem, mas brincadeiras à parte, saudoso dos velhos tempos, peço-lhe receba um af etuoso abraço deste seu admirador, e que Deus o conserve e proteja... Ah, lembrei-me, no caso de nova confraternização lastreada com aquele mesmo inesquecível churrasquinho do Guarujá, por favor, queira registrar ai que o Ribas ainda continua vivo e longe de más influências vegetarianas...         
 José Raul Machado Ribas
Sérgio disse:
Não seria Guararema, ao invés de Guarujá, Raul? Fique frio, eu levo uma abobrinha para churrasqueá-la.

Cliquem que amplia







terça-feira, 13 de abril de 2010

Saudade de Herculândia LXVII

Acabamos de ligar para o escritório do Beltran, em Herculândia e as notícias que o Adilson nos transmitiu são boas. Após o relato que o Eduardo nos fez, o nosso amigo já está em casa convalescendo, felizmente se recuperando bem, com recomendações médicas de permanecer por um período aproximado de 30 dias em repouso. Quem o conhece sabe que dificilmente o Beltran se ausentará por tanto tempo do trabalho e tentará dar umas escapadelas, mas não é prudente, razão pela qual o estimulamos a seguir os conselhos dos doutores.

As orações dos amigos com certeza ajudaram e peço a todos, independentemente de religião adotada, que façam orações ao outro amigo, Carlos Alberto Filgueira, de São José dos Campos, acometido de violento "AVC", pois o visitei no domingo e o quadro, infelizmente, nada alentador. Colhi esta imagem no pátio do hospital, representando o amigo Carlinhos.

terça-feira, 27 de abril de 2010

Villares Indústrias de Base S/A - VIBASA - Pindamonhangaba

O Lingotão, nosso jornalzinho interno, onde o Léo era o editor, redator, revisor, diagramador, fotógrafo..., claro, num determinado período, outros competentes companheiros ( no bom sentido) também contribuíram e muito, para que esta obra fosse mantida. Interessante que a Celeste, da Controladoria, mantém arquivo organizado e muito bem cuidado, contendo todas as edições do Lingotão, o qual conta importantes momentos da história da Vibasa. Torço para que digitalizem este acervo.

Com a publicação do falecimento do nosso Carlos Alberto Filgueira, desencadeou-se uma série de e-mails dos antigos Vibaseanos e quem se manifestou de forma abrangente foi o Leônidas Galvão de Avellar Pires, o Léo e na sequência, aproveitamos o ensejo para ilustrar um pouquinho do que foi o nosso trabalho nesse importante pedaço de nossa vida.

(...) Através do nosso site (o "AVC Reportagem") relembramos e fazemos homenagens aos nossos parentes falecidos. Vibramos com o nascimento dos bebês da nova geração que estão chegando. Comemoramos aniversários e, enfim, conseguimos juntar toda, mas toda nossa família mesmo! com nosso site... exatamente como vc está fazendo com o seu blog: juntando e fazendo vibrar seus conterrâneos de Herculândia e ainda por cima fazendo reportagens sobre os pindenses que passamos a conhecer pós 1979, quando aí chegamos para ajudar a montar a Villares.
Léo.

Continua . . .

domingo, 22 de novembro de 2009

Metáfora Ambiental

Meu amigo Serjão, mais um bom tema pra você desenvolver e divulgar no seu "blog"

C.A.Filgueira

Meu amigo Carlos Alberto, perfeito, muito obrigado e um grande abraço a você e ao povo de São José dos Campos e de troco posto novamente a entrevista que você gentilmente me concedeu no dia 07 de dezembro de 2005.
Sérgio.