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.- A ÁRVORE QUE O SÁBIO VÊ, NÃO É A MESMA ÁRVORE QUE O TOLO VÊ! William Blake, londrino, 1800.

terça-feira, 5 de julho de 2011

Ambientalistas e desenvolvimentistas devem se unir para encontrar soluções economicamente viáveis e ambientalmente sustentáveis

Caro amigo Sérgio, tudo bem?Segue abaixo novo texto que saiu no meu blog
no qual fazia tempo que eu não escrevia por falta de tempo.
Estou liberando-o para, se você quiser, publicá-lo também em seu bloguito.
Forte abraço, ótimo domingo!
Gabriel.

Já faz mais de um mês, quando, no final de maio, a câmara dos deputados, em Brasília, aprovou o "novo código florestal" brasileiro.
Ironicamente estamos no "Ano Internacional das Florestas" e, apesar de
todas as comprovadas evidências científicas das tragédias que o
desmatamento têm causado e também do amplo clamor popular pela defesa
das florestas, os congressistas brasileiros não quiseram ouvir ninguém
além do relator Aldo Rebelo e sua corja de ruralistas com a
mentalidade mais atrasada que se possa imaginar. Mentalidade esta que
remete à época da colonização do Brasil, quando a ordem vigente era
“cortar o mato, queimar,plantar e abandonar”. Até hoje tem-se a idéia
de que o Brasil é a terra das ma
tas infinitas e ainda atribui-se,
infelizmente, a preservação ao atraso. Não é preciso mencionar que
este tipo de agricultor – os mesmos que hoje abrem “fronteiras
agrícolas” na base da bala, da motosserra, do correntão e do foto no
Centro-Oeste e Norte do Brasil, ignorando sua biodiversidade e as leis
ambientais – não aprendeu com o esgotamento de diversas regiões antes
agricultáveis no Brasil, como foi o caso do Vale do Paraíba (entre SP
e RJ), onde a cafeicultura arrasou as terras no século XIX e hoje em
dia nem capim cresce.
Foi feito um grande movimento de lavagem cerebral – capitaneado pelo
relator Aldo Rebelo – para desm
erecer o trabalho de tantos anos do
nosso movimento ambientalista em demonstrar que a preservação e o
desenvolvimento sustentável a todos beneficiam. Nunca ouviu-se tantas
besteiras, como desmerecer as Reservas Legais e as Áreas de
Preservação Permanentes, alegando que os “países desenvolvidos” nunca
as respeitaram e desmataram tudo o que podiam. Mitos como o de que
“vai faltar comida ao povo brasileiro” também foram plantados por
estes deputados representantes da classe rural mais atrasada do
Brasil, dentre muitas outras baboseiras.

Leiam tudo>--------> AQUI

O GABRIEL É AUTOR TAMBÉM DO LIVRO; REFLEXÕES ECOLÓGICAS EM UM MUNDO INSUSTENTÁVEL, indicado na barra lateral , >--------> a quem agradecemos pelo envio do texto supra.
Grande abraço gabriel.

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